Invasões Bárbaras 2

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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por miltonviziak em Seg Jun 26, 2017 9:02 am

Depois do Samuel dar seus conselhos Ulf disse para Amora:
O que você acha disso Amora, sabemos que Fenrir é uma grande responsabilidade, afinal nós ja somos da tribo e conhecemos bem o peso disso.Você que vai ser a lider da matilha fica pra você decidir, mas eu acho dificil achar mais pessoas sem matilha por aqui.
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por Alexyus em Qua Jun 28, 2017 9:13 pm

Ingrid cruzava os bracos sem entender muito bem o por que deles precisarem de mias lobos para invocar o grande Fenris. -- Explique-se Samuel, por que precisaremos de mais lobos e qual é o fardo pesado que teremos que carregar por tê-lo como nosso totem? E.. por acaso há uma outro lobo a ser convidado para a assembléia?

Samuel acenou com a cabeça pacientemente, sorrindo com tolerância:

- Vocês têm muitas dúvidas, eu compreendo, mas temos aqui um fenrir, que é o mais qualificado para explicar isso. Ian? 


O Vigia falou de onde estava, de braços cruzados e rosto emburrado:

- Fenris é o maior dos espíritos da Guerra, e ninguém ousará discutir isso. Ele cobrará deveres e comportamentos pesados e difíceis para ceder suas forças à uma matilha. Mesmo que vós, Amora e Ulf, sejais fenrires, o teste paraser aceito pelo totem costuma ser bastante desafiador. Para essa infante fúria negra, será a tarefa mais difícil de sua vida. Seria bom que vocês tivessem mais garous ao seu lado, assim os que sobrevivessem ao teste poderiam formar uma matilha forte e completa, e não apenas uma dupla ou trio... ou talvez mesmo apenas um de vocês viva para contar como foi...

Samuel contemporizou:


- Ninguém precisa morrer, qualquer um que sentir-se inapto para a tarefa pode desistir, e nós tentaremos garantir que Fenris não o faça em pedaços. Mas Escudo de Valhalla está certo, seria bom que vocês tivessem mais candidatos. O que me diz, jovem presa de prata? Está disposto a ficar por aqui tempo suficiente para integrar uma matilha? 

A última pergunta foi direcionada a Dimitri. Os dois anciãos deixaram que Dimitri falasse e que os outros conversassem.

Ao final, Samuel concluiu:


- Na Assembleia com certeza haverá muitos garous jovens que ainda não tem uma matilha. Vocês podem lançar um desafio coletivo durante a Quebra do Osso para que algum bravo ouse acompanhá-los no teste. Mas por ora, vocês devem fazer seus próprios planos. Eu os ajudarei na hora apropriada.
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por Cetza em Qui Jun 29, 2017 3:12 pm

Para essa infante fúria negra, será a tarefa mais difícil de sua vida.
Ingrid não gostou de ter ouvido aquilo, ela conhecia as histórias antigas sobre como os Crias lidavam com as fêmeas... Mas isso, para ela pouco importava. O Grande Fenris era um espírito respeitável e o fato dele ser rígido acabava por ser um incentivo à mais para Ingrid

-- Uma tarefa difícil?... HAHA! Fala como se não conhecesse uma fúria! Agora que disse isso estou ainda mais com vontade de que o Grande Fenris seja o nosso totem...
Ingrid ficava intrigada com a ideia de testar um novo garou para participar da matilha,
ela logo começava a pensar em alguns desafios.

-- Seria interessante um teste de força e coragem... Talvez podemos usar como desafio uma caçada contra algum lacaio da corruptora.
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por Alexyus em Sab Jul 15, 2017 3:30 am

PARTE 2:
Assembléia


A última noite do verão estava começando, com o sol descendo sobre o horizonte e a Lua Cheia começando a brilhar no céu esmaecente. Os pássaros começavam a se reunir nas árvores para suportar juntos a escuridão vindouro. Na cidade de Londres, os soldados do rei, cansados após um dia de vigilância nos portões, ânsia AM por fechá-los, mas ainda tinham que esperar os camponeses que respigavam os últimos frutos remanescentes da colheita daquela estação. Os londrinos mais adiantados já tinham ido para casa ou para uma das muitas cavernas da cidade, beberam e conversarem, tentando rir e se alegrar com o cotidiano, e tentar esquecer que os tempos frios e difíceis estavam para começar...

fora da cidade lamacenta e mal cheirosa, os guerreiros de Gaia reuniam-se na floresta do Rei, ao noroeste de Londres. Os lobos andavam por todos os lados, afluindo para a área de reuniões, uma clareira semi encoberto pelos galhos das árvores, mas que ainda permitiria ver a face brilhante de Luna quando ela estivesse alta no céu.

Os anciãos ainda não tinham sido vistos, mas matilhas de guardiões se postava nas entradas da floresta e orientação o fluxo de garous na direção certa, cuidando de manter a ordem. Eles esperavam muitos lobisomens de última hora, tanto pelo caráter multitribais da seita quanto pela importância do Caern do Leão de Prata.

Um destes últimos garous era Artur, de Góes, o Sopro de Gaia. Ele estivera vagando pela Inglaterra, cuidando e curando a população que tentava reconstruir o reino no pós-guerra, quando soube da assembléia convocada pelo rei Ricardo Coração de Leão. Fazendo perguntas às pessoas certas, Arthur descobriu que o rei era também um Presa de prata, o que reforcava a grandeza do. chamamento. Rtbur poderia passar uma noite entre os seus enquanto aprendiz mais sobre aquela terra nova para ele, mas de história antiga.

Alguns garous já estavam havia alguns dias na cidade, como Amora, Ingrid, Ulf e Dmitri. Sendo cliaths numa seita numerosa e sem terem formado ainda uma matilha, eles não receberam funções específicas durante a Assembléia, então poderiam usar seu tempo observando a chegada dos outros e avaliando cada um.

Todos os garous que eles já conheciam estavam ou estariam ali, o que permitia que eles tivessem assistência dos mais experientes do seu círculo de relações.
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por miltonviziak em Seg Jul 17, 2017 9:12 am

Muitos garous estavam chegando para a assembléia e nós estavamos sem funções para fazer.

Amora o que você achou sobre o que o ancião disse ?
Quer tentar arrumar mais integrantes, ou ir mesmo assim ?
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por LewisCarroll em Seg Jul 17, 2017 4:20 pm

Depois de dias de espera por um sinal, Tadeu escutou os murmúrios dos Garou sobre a assembleia que Ricardo, Coração de Leão, estava preparando para os Garou da inglaterra. Destes falatórios, ao ouvir a palavra "leão", se lembrou do sonho e do motivo dele ter aportado na Inglaterra. Rapidamente, ele preparou suas coisas, se despediu dos companheiros do Caern que o recebeu e partiu pela estrada sem dar chance para o sol nascer.
No caminho seguiu perguntando cautelosamente a direção da tal reunião, de seita em seita, até encontrar o Caern do Leão de Prata. Lá chegando, se sentiu deslocado, mas tentou avistar alguns que fossem de sua tribo para poder se localizar e ter as informções necessárias do tal evento. Após isso, ele teria uma ideia do que poderia fazer ou, de qualquer forma, o destino o impurraria para dentro da situação.


"Esta terra fria e úmida, faz-me sentir falta da Ibéria. Espero que isto não tenha sido um erro"

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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por Cetza em Seg Jul 17, 2017 5:05 pm

Já estava de noite e a face de Luna praticamente não se podia ser vista de dentro da floresta. Ingrid estava sentada sob a sombra de uma árvore enquanto observava os outros garus chegarem para a assembleia. A jovem cliath estava animada, queria sair e respirar novos ares como uma loba... a vida de humana parecia cansar-lhe. Ela assumia a forma de loba e desfilava pela floresta, com o seu nariz empinado sentia o cheiro da relva fresca e dos novatos, Ingrid saía em busca de novos garous aparentemente dignos de superar o desafio do Grande Fenris.

" A folhagem está tão fresca.. e agradável.. tão diferente das cidades dos duas patas... bem... vamos ver o que encontro nessa safra de garous... "
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por Alexyus em Dom Ago 20, 2017 9:04 pm

No início da noite, os garous ainda vagueavam pela floresta do Leão de Prata antes de se reunirem na área de assembleias.

Ao chegar às margens da floresta, Tadeu de Góes viu um homem velho vindo ao seu encontro. Seus cabelos brancos e longos eram quase da mesma cor de seu manto, que ostentava a cruz de uma das ordens de cruzados. Ele carregava uma arma, mas seu semblante era plácido e sereno, e ele sorriu ao notar a presença de Tadeu.

Spoiler:

- Boa noite, irmão! És tu o chamado Soprode Gaia?

Após a confirmação de Tadeu, o velho explicou:

- Os irmãos de Canterbury enviaram-me uma mensagem sobre tua vinda. É muito bom tê-lo conosco, Tadeu de Góes. Meu nome é Samuel Endsong, chamado de Canção dos Falecidos entre os garous. Se preciar de motivos para confiar em mim, saiba que sou o mestre do ritual da seita do Leão de Prata, portanto sinta-te seguro para caminhar ao meu lado. Não temos tantos filhos de Gaia nesta seita quanto em Canterbury, o chamado da Fera da Guerra é forte nessas terras, e batalhas sucedem-se como as estações. Mas creio que tu já ouviste falar disso na seita de Canterbury, correto?

O velho garou conduzia Tadeu para dentro a floresta, caminhando com segurança por terrenos que ele parecia conhecer bastante. Ele mostrava-se bastante hospitaleiro e não se recusava a responder nenhuma das perguntas que Tadeu tivesse a fazer.

Finalmente, eles chegaram a um regato que deságuava algumas milhas adiante no rio Tâmisa. Lá, sentada sobre uma grande rocha, eles encontraram uma jovem mulher vestida com um bonito vestido muito ornamentado e com uma coroa de flores vermelhas na cabeça.

Spoiler:

- Ah, Emilly, tu está aqui! Louvada seja Gaia! Este é Tadeu de Gòes, o Sopro de Gaia enviado pela seita de Canterbury. Sopro de Gaia, essa é Emilly Softword, nossa galiard Folhas de Outono; apesar de jovem, ela já e uma adren, veja só! Emilly, podes cuidar de nosso convidado enquanto faço os últimos preparativos para a assembleia? Vou deixar-te em boas mãos, Tadeu, e nos veremos dentro em breve na área de assembleias.

Emilly deu o braço para Tadeu e sorriu calorosamente, enquanto começava a falar animadamente:

- Venha, irmão Tadeu, vou entretê-lo com algumas histórias até a horas de nossa reunião. Há algo que queiras saber sobre nossa seita ou sobre a capital do reino? Ou preferes falar-me das aventuras de tua vida? Também sou ótima ouvinte!




Enquanto isso, Ingrid se familiarizava com a floresta quando Christina Clarke apareceu ao seu lado subitamente, sem que a lupina percebesse.

Cristina:


- Boa noite, Passos Noturnos! Que bom vê-la novamente! É melhor tê-la perto do caern do que isolada em suas terras. Se puder me acompanhar, há alguém que quero que conheça...

Com a anuênciua da ragab ash, Cristina dirigiu-se à Àrea de assembleias, uma clareira distante das margens da floresta, onde as copas das árvores faziam uma moldura para o céu noturno onde a Lua iluminava a noite. Ja havia alguns garous por ali, espalhados por toda a área, conversando ou simplesmente aguardando. Havia uma mulher de armadura quase completa, que foi a quem Cristina se dirigiu.

Alexia Magnus:


- Esta, Ingrid, é Alexia MAgnus, Pêlos Negros, adren phillodox de nossa tribo, umas das cavaleiras do Rei Ricardo.

O olhar da outra era duro, mesmo quando sorriu à apresentação de Ingrid:

- Ouvi falar bem de ti, Passos Noturnos. Dizem que és uma combatente corajosa e poderosa. Isso é bom, porque há batalhas se avizinhando, e precisamos de fêmeas prontas para defender a Mãe!

Cristina contemporizou a fala de Alexia, mas continuando séria:

- Não te incomodes com o tom belicoso de Pêlos Negros, Passos, ela é sempre muito espartana. Mas ela fala a verdade, há uma tempestade chegando, e é preciso que fiquemos atentas. Tu já formaste tua matilha?

Em outra parte, no ponto onde as muralhas da cidade fundiam-se às árvores da floresta, o presa de prata Dimitri seguia o vôo de seu número falcão Égon. Ele o guiava havia horas enquanto exploravam juntos o território novo daquele lugar.

Vindo do alto da muralha, descendo por uma escada que atravessava uma passagem quase imperceptível, outro garou veio ao encontro do theurge, sua origem evidenciada pela raça pura elevada. Ele distinguiu Dimitri e veio ao seu encontro, falando em voz séria mas agradável:

- Noite, sir! És tu aquele presa de prata russo que chegou esta tarde? Que feliz coincidência encontrar-te aqui! Sou Sir Leander Coryll, lorde protetor do oeste dos domínios de Sua Majestade Rei Ricardo de Anjou. Perdoe-me por não receber-lhe mais cedo, os garous destas terras não tem a mesma cortesia para com a nobreza que os de outras nações têm. Há muitas tribos juntas, algumas que já guerrearam entre si em anos recentes, e a invasão de um ano atrás só fez aumentar-lhes as rusgas. Mas falai-me de ti, jovem presa, és um theurge? Por qual razão vieste tão longe de teu lar ancestral? Receio que a hora já seja por demais avançada para oferecer-te uma bebida na cidade, mas posso acompanhar-te à área de assembléia, se me permitires...


Também perto da área de assembléia, Amora e Ulf já estavam a postos, esperando veralgum varou que pudesse juntar-se a eles numa matilha. Perto deles, o Vigia Ian Escudo de Valhala supervisionava as matilhas de guardiões, mas ainda encontrava tempo de quando em vez para fazer troça dos jovens fenrires:

- Vou lhes dizer, jovens, vocês estão com muito azar! Vieram aqui achando que encontrariam guerreiros de valor? Vão cansar de procurar! Os faróis deste lugar são em sua maioria apenas um pouco mais ferozes que lobos famintos!

Ian não mentia, pois Amora e Ulf podiam ver entre os garous que já tinham chegado muitos garous fazendeiros, membros da fé católica, mendigos, aldeões e servos, mas poucos deles pareciam ter como profissão o brandir da espada. Mas ainda era cedo e a noite poderia trazer mais surpresas.
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por Cetza em Sab Ago 26, 2017 7:02 pm

Enquanto isso, Ingrid se familiarizava com a floresta quando Christina Clarke apareceu ao seu lado subitamente, sem que a lupina percebesse.
- Boa noite, Passos Noturnos! Que bom vê-la novamente! É melhor tê-la perto do caern do que isolada em suas terras. Se puder me acompanhar, há alguém que quero que conheça...

Ingrid apreciava naquela noite, a escuridão típica das florestas escuras inglesas quanto Christina aparecia em meio à relva, a loba a observava curiosa para saber o que a velha companheira de lutas desejava.

Com a anuênciua da ragab ash, Cristina dirigiu-se à Àrea de assembleias, uma clareira distante das margens da floresta, onde as copas das árvores faziam uma moldura para o céu noturno onde a Lua iluminava a noite. Ja havia alguns garous por ali, espalhados por toda a área, conversando ou simplesmente aguardando. Havia uma mulher de armadura quase completa, que foi a quem Cristina se dirigiu.
- Esta, Ingrid, é Alexia MAgnus, Pêlos Negros, adren phillodox de nossa tribo, umas das cavaleiras do Rei Ricardo.

-- Alexia? Não lembro de você durante a invasão... bem..
do jeito que aquilo ficou, seria admirável reconhecer algum rosto conhecido.


O olhar da outra era duro, mesmo quando sorriu à apresentação de Ingrid:
- Ouvi falar bem de ti, Passos Noturnos. Dizem que és uma combatente corajosa e poderosa. Isso é bom, porque há batalhas se avizinhando, e precisamos de fêmeas prontas para defender a Mãe!
Cristina contemporizou a fala de Alexia, mas continuando séria:
- Não te incomodes com o tom belicoso de Pêlos Negros, Passos, ela é sempre muito espartana. Mas ela fala a verdade, há uma tempestade chegando, e é preciso que fiquemos atentas. Tu já formaste tua matilha?

"Mais batalhas?... Isso é.. ótimo..." --
As histórias que contam sobre mim são verdadeiras, mas... entre nós há guerreiros mais valorosos do que eu... Quanto a ter uma matilha, é verdade... ainda estamos procurando garous dispostos a seguirem o grande Fenris...
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por miltonviziak em Sab Set 02, 2017 10:22 am

- Vou lhes dizer, jovens, vocês estão com muito azar! Vieram aqui achando que encontrariam guerreiros de valor? Vão cansar de procurar! Os faróis deste lugar são em sua maioria apenas um pouco mais ferozes que lobos famintos!

Ian não mentia, pois Amora e Ulf podiam ver entre os garous que já tinham chegado muitos garous fazendeiros, membros da fé católica, mendigos, aldeões e servos, mas poucos deles pareciam ter como profissão o brandir da espada. Mas ainda era cedo e a noite poderia trazer mais surpresas.

Realmente, Ulf ja tinha olhado toda a sua volta e ficou desapontado, não viu ninguem que parecia ser um guerreiro do grande fenrir para se juntar a matilha.

Você está certo Escudo de Valhala, estou perdendo as esperanças.
Amora, pelo menos até agora não vi ninguem que pareça guerreiro para juntar-se a nós.
Acho que ainda vão chegar mais garous até a assembléia começar, quem sabe mudamos de idéia ou teremos que mudar de plano.


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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por Nataly em Dom Set 03, 2017 10:06 pm

Amora Deschamos estava parada de pé, olhando cada um dos garous que se aproximavam. Ela não se deixava enganar pela aparência deles.

''Qualquer um pode ser um guerreiro de Gaia mesmo sem ser um guerreiro no mundo dos humanos. Ora, eu mesma sou uma camponesa!
Talvez seja melhor ouvir as histórias de alguns deles pra poder escolher bem...


Apesar do posto maior, o vigia do caern Ian não intimidava ela, Amora estava acostumada com homens confiantes subestimando ela só por ser mulher. Mas ela também era cria do Grande Fenris e não ia desistir assim.

. Você está certo Escudo de Valhala, estou perdendo as esperanças.
Amora, pelo menos até agora não vi ninguem que pareça guerreiro para juntar-se a nós.
Acho que ainda vão chegar mais garous até a assembléia começar, quem sabe mudamos de idéia ou teremos que mudar de plano.
Amora sacudiu a cabeça loira negando teimosamente.

- Vamos esperar pra ver todos... Se não houver ninguém digno,então seremos três. Esse é um número forte e nos a matilha será forte também mesmo com apenas um trio!
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por Alexyus em Sab Set 09, 2017 9:41 pm

Mais e mais garous iam chegando à clareira à medida que a hora da assembleia se aproximava. Os que apareciam agora estavam mais apressados e eram numerosos, então não havia mais muita chance de apresentações formais entre eles.

Enquanto Amora e Volg tentavam combater o pessimismo que Ian lhes instilava, Ingrid confabulava com as fúrias negras.

As histórias que contam sobre mim são verdadeiras, mas... entre nós há guerreiros mais valorosos do que eu... Quanto a ter uma matilha, é verdade... ainda estamos procurando garous dispostos a seguirem o grande Fenris...

Ingrid viu Alexia e Cristina trocarem um olhar preocupado uma com a outra, e por dim Alexia disse:

- Se é tal coisa que desejas, não a impediremos. Mas acautela-te, Passos Noturnos,
pois os Fenrires não são afamados por serem tolerantes nem respeitosos para com mulheres. Tal como seu totem tribal, eles respeitam apenas a força. Lembra-te disso quando estiverdes com eles.


Logo após, um corre-corre começou entre os garous, e os que acompanhavam os cliaths chamaram-nos para assumirem seus lugares na assembleia. No caminho que vinha da cidade de Londres, dois garous presas de prata na forma crinos e portando vistosos fetiches postaram-se um de cada lado da trilha e uivaram pomposamente:

- Sua Alteza Ricardo  de Anjou, Coração de Leão, ancião dos presas de prata, Grande Ancião da Caern do Leão de prata, e rei dos garous!

O rei chegou ainda na forma humana, vestindo suas tradicionais roupas de monarca humano, mas os garous mais atentos viram aqui e ali os fetiches poderosos que ele portava. Ele dirigiu-se a um trono de madeira viva no centro da clareira e sentou-se. Esperou que todos os garous se acomodassem antes de indicar a galliard Sopro-de-Gaia dos Filhos de Gaia para o Uivo de Abertura.

A dama aproximou-se e assumiu sua forma crinos, que era mais bela do que aterrorizante, e então executou seu uivo:

Spoiler:
-"Amada Mãe Terra Gaya,

Solo sagrado que nos acolhe,
louvamos e agradecemos por toda a vida gerada em todos os vossos reinos.

Hoje, depois de tantos ciclos, depois de tanto tempo...
Percebemos e sabemos o tamanho de vossa beleza,
a sacralidade de vossa pureza,
a magnitude de vossa grandeza;
a divindade de vossa natureza.

Nutridos e acolhidos em vosso amor divino,
Sabemos a simplicidade de nosso destino.

Perdoa-nos por todas as vezes que esquecemos a magnitude de vossa existência,
Por todas as vezes que deixamos de protegê-la, negando a tão sagrada consciência.

Terra sagrada das quatro estações, das oito visões, dos ciclos divinos que ensinam as grandes liçoes...
o tempo de semear, de cultivar, de crescer, de nutrir, de colher...
o tempo de mudar, de trocar, de partilhar, de deixar ir, de contemplar...
o tempo de ser, de viver, de saber; de morrer...

Terra sagrada dos ciclos da vida, Grande Mãe, tão amada e querida, Vos louvamos, vos agradecemos, Vos abençoamos e à vós prometemos:

Que vosso fogo incendeie nosso espirito;
Que vossas águas renovem nossos corações;
Que vossos ares libertem nossas mentes;
Que vossas terras nutram nossos corpos;
E assim seremos UM com vossa Presença!!!

E assim, sua alma será para sempre sentida e vivida dentro de nós,
E em unidade, honraremos a sabedoria e a vida que existe em Tudo. Na Terra, como no ceu! Amem

...Amada Gaya, recebei de nós, vossos filhos, a gratidão infinta.
Que possamos colocar no vosso sagrado coração todo o nosso imenso amor e todo o nosso absoluto reconhecimento."

Todos uivaram em uníssono ao fim da abertura de Emilly, quase duas centenas de garous aclamando um uivo de abertura bem-feito e também aquela assembleia auspiciosa que se iniciava.

Quando ela terminou, Ricardo estendeu seu braço na direção de Samuel Endsong, o idoso theurge Filho de Gaia. Ele começou então a invocação dos espíritos, entoando um cântico baixo e monótono, quase hipnotizando, vez por outra sussurrando o nome dos espíritos. A floresta ficava mais e mais silenciosa enquanto o theurge avançava no ritual, e a temperatura amena parecia ter esfriado de repente, com ventos gelados percorrrendo os espaços da mata e assoprando os pêlos dos garous até se arrepiarem. Os garous com grande gnose podiam perceber a película ficando mais fina, quase a ponto de deixar de existir, e muitos espíritos vinham olhar curiosos o que os garous estavam fazendo. Os espíritos mais poderosos foram invocados nominalmente por Samuel, o Falcão dos presas de prata sobrevoou a reunião dando um guincho como resposta, o Unicórnio e o Pégaso cavalgaram nas sombras do mundo, o Fenris rosnou feroz por trás das árvores, e finalmente o rugido do Grande Leão se fez ouvir, sacudindo o chão e o ar. Agora todos os garous estavam cientes de que os espíritos os observavam.

O Rei Ricaro anunciou:

- É chegada a Quebra do Osso! Aqueles que tiverem questões a trazer à assembleia, façam-no agora!

E os garous vieram, ansiosamente. Eram muitos, e Tate e Leander, os dois garous-arautos, tiveram de organizar a ordem em que os querelantes falariam. Havia desafios de posto, desafios pela liderança de matilhas, renomes a serem concedidos, territórios a serem ajustados. Houve enigmas, e jogos, e lutas. Nenhum garou morreu, mas vários foram humilhados, quer pelo primeiro sangue derramado, quer pela astúcia e sabedoria de seus oponentes. Às vezes o desafiante vencia e era reconhecido e aclamado pela assembleia, mas era mais comum que desafiantes imprudentes desafiassem garous de postos mais altos aos quais não conheciam a extensão de suas habilidades e assim eram surpreendidos e humilhados perante a assembleia, aconselhados a se aprimorarem antes de tentarem novamente.

Nessa parte da assembleia, também era propício o surgimento de matilhas e o início de demandas, como por exemplo a busca por totens. Essa era a hora dos pretendentes a filhos de Fenris se manifestarem.

OFF:
Fica a cargo de vocês como vão apresentar seu pedido e se vão pedir para mais alguém ajudar. Como só Amora, Volg e INgrid responderam, seguirei com vocês o desafio da matiçja. Se os outros aparecerem, serão incluídos em outros plots.
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por Nataly em Seg Set 11, 2017 8:52 pm

Amora ficou observando enquanto os garous chegavam, mas não conseguiu perceber nada de interessante.

Quando o rei dos presas de prata chegou com toda aquela cena exagerada, ela começou a ficar um pouco impaciente com toda aquela demora.

Mas o uivo de abertura foi bastante emocionante. Foi bem feito, mas falava muito de paz, típico dos Filhos de Gaia. Mas foi bom mesmo assim.

A presença dos espíritos foi uma coisa impressionante, principalmente a chegada do avatar de Fenris, aquele lobo maior que qualquer crinos. Amora ficou inspirada.

Quando começaram com a quebra do osso, Amora deu uma cotovelada nas costelas de Volg e fez um olhar indicativo. Mas ainda tinha muitas pessoas querendo falar, até que Amora achou uma brecha.

A fenrir caminhou até o meio da clareira e olhou firme para o rei Ricardo, dizendo em voz alta e firme:

Eu sou Brava-Canção-de-Batalha. Nasci em França, mas estou entre vocês há mais de um ano, e lutei ao seu lado contra os invasores da Wyrm. E na minha opinião, a maioria de vocês não sabe lutar! Por isso eu anuncio hoje que formarei uma matilha de verdadeiros guerreiros que buscarão o favor do Grande Fenris e mostrarão a toda essa seita como lutam os melhores defensores de Gaia! Quem está comigo???

A última frase era para toda a assembleia, mas Amora já sabia quem iria se unir a ela. Era só uma formalidade para convocar seus aliados e envergonhar os garous fracos.
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por Cetza em Ter Set 12, 2017 10:00 am

* Ingrid assistia a tudo bastante emocionada, sentia falta da vida de garou já que passou um bom tempo se fazendo de administradora de terras... uma brincadeira que no início foi interessante, mas que ao longo do tempo logo a entediou. Ela olhava os outros garou quando Amora tomava a frente, Ingrid apenas a olhava curiosa.*
" Esperava que algum Galiard se pronuncia-se... mas foi Amora que uivou primeiro... ela tem muita fibra..."
* Ingrid tomava a frente e ficava ao lado de Amora, em sua forma lupina a loba rosnava em garou um pequeno discurso em nome dos garou, das fúria e do povo inglês.*

-- EU, INGRID PASSOS NOTURNOS, NASCIDA EM SOLO INGLÊS. PERCORRIA AS MATAS ESCURAS DE NOSSA TERRA DESDE FILHOTE E DEI O MEU SANGUE PARA PROTEGER A MINHA CASA E MEUS IRMÃOS GAROU... E FARIA TUDO ISSO NOVAMENTE! EU ME JUNTAREI À MATILHA EMPRESTANDO MINHA ASTÚCIA E FEROCIDADE TÍPICO DAS FÚRIAS NEGRAS!
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Re: Invasões Bárbaras 2

Mensagem por miltonviziak em Sab Set 16, 2017 6:02 pm

Ulf uivou junto com todos, para acompanhar e depois permaneceu na dele.

Logo após, Samuel começou a invocar todos os espiritos, Ulf conseguiu escutar o rosnado do grande fenris atrás das arvores e sentiu que todos os observavam.

Na quebra do osso Amora deu uma cotovelada nele e mostrou um olhar ja querendo indicar que iria falar com o rei.
Caminhou até o meio da clareira junto com ela e disse:


Eu sou Ulf Svein, garras da furia, lutei e dei o sangue pela minha familia contra o Rei louco,
não tenho arrependimento nenhum.Na sua ultima defesa contra a wyrm lutei ao seu lado e lutaria de novo,
porque apesar de um mercenario eu tenho dever de lutar contra a wyrm onde ela estiver.E estou aqui com Amora fazendo parti da matilha e o totem nada mais é o maior guerreiro de todos, O grande Fenris.
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miltonviziak

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