Arthur Branco Pulsar-da-Alma - Hominídeo Galliard Filho de Gaia

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Arthur Branco Pulsar-da-Alma - Hominídeo Galliard Filho de Gaia

Mensagem por GAIA em Dom Jun 18, 2017 7:38 pm

NOME do Personagem: Arthur Branco
Nome Garou: Pulsar-da-Alma
Nome do Jogador: Passos
Raça: Hominídeo
Augúrio e Aspecto Lunar: Galliard/Minguante
Tribo: Filhos e Gaia
Natureza:
Arquiteto: Seu propósito é deixar alguma coisa duradoura para trás, alguma coisa significativa e útil para aqueles que um dia virão a seguí-lo. Tudo o que puder criar para ajudar os outros, você tentará fazer tão forte quanto possível. Talvez seu destino seja construir um grande caern ou fundar uma seita poderosa, cumprir uma profecia ou unir uma tribo. Apenas o futuro poderá dizer.
— Recupere Força de Vontade sempre que suas ações resultarem em alguma coisa duradoura e importante o suficiente. Por outro lado, perca um ponto de Força de Vontade quando alguma coisa que você investiu sangue, suor e lágrimas fatalmente for destruída.
Comportamento:
Samaritano: Você sempre colocou os problemas e dilemas dos outros antes dos seus. Sua força está em aconselhar e confortar as outras pessoas, você busca os atormentados e fracos, assim sua própria vida está em segundo plano.
— Recupere Força de Vontade sempre que você confortar e ajudar alguém a colocar sua vida nos trilhos novamente. No entanto, perca um ponto de Força de Vontade sempre que seus cuidados suplantarem suas próprias necessidades e você sofrer por conta disso. Por outro lado, você recupera um ponto de Força de Vontade permanente quando suas considerações reunirem todos os envolvidos, incluindo você mesmo, ao melhor dos resultados. No entanto, Narradores devem ser cautelosos em permitir isso. Como sempre, o bom senso deve ser aplicado.
Conceito: Músico Taciturno

CARACTERÍSTICA:
Idade: 22
Nacionalidade: Brasileiro
Etnia: Caucasiano
Cabelos: Pretos
Olhos: Castanho Escuro
Sexo: Masculino
Descrição:
.............................Altura:..............................Peso
Hominídeo:...............1,75m...............................73kg
Glabro:.....................1,90m...............................105kg
Crinos:.....................2,60m...............................330kg
Hispo:......................1,65m...............................330kg
Lupus:......................0,80m...............................35kg
Aparência Hominídea
Spoiler:

Aparência Crinos
Spoiler:


ATRIBUTOS (7-5-3)

Físicos (3 pontos)
- Força: 2
- Destreza: 2
- Vigor: 2

Sociais (7 pontos)
- Carisma: 5 (Cativante)
- Manipulação: 3
- Aparência: 4 (Rosto Honesto)

Mentais (5 pontos)
- Percepção: 2
- Inteligência: 4 (Criatividade)
- Raciocínio: 2

HABILIDADES (13-9-5)

Talentos (13 pontos)

Prontidão:
Esporte:
Briga: 1
Esquiva: 2
Empatia: 3
Expressão: 3
Intimidação:
Instinto Primitivo: 1
Manha:
Lábia: 3

Perícias (9 pontos)

Emp. c/Animais:
Ofícios:
Condução: 1
Etiqueta: 1
Armas Fogo:
Armas Brancas: 1
Liderança:
Performance: 4 (Bossa Nova)
Furtividade:
Sobrevivência: 3

Conhecimentos (5 pontos)

Computador: 1
Enigmas:
Investigação:
Direito:
Lingüística: 3 (nativa: português; espanhol, inglês, francês e alemão)
Medicina:
Ocultismo:
Política:
Rituais: 2
Ciências:

ANTECEDENTES (5 pontos)

Aliados: 1
Ancestrais: 2
Parentes: 1
Recursos: 2
Raça Pura: 3
Ritos 2

Aliado:
Dr. Carlos Pascoa, professor na universidade e coordenador do programa que auxília crianças e jovens em Risco. Ele costuma organizar muitos eventos culturais com investimeto empresarial e político. Mora nas proximidades da universidade.
Spoiler:

Parentes:
Mãe: Rosália Branco (49 anos). Ajuda seu seu marido (José Branco) no restaurante, mas é formada em medicina trabalha em clínicas populares.
Spoiler:

Irmã: Agatha Branco. Têm 17 anos, cursando Serviço Social. Também ajuda no restaurante.
Ao se formar, pretende ajudar na comunidade local. Atualmente mora com os pais.
Spoiler:

Rituais:
Ritual da Dedicação do Talismã (nível um): Este ritual possibilita a um Garou sintonizar um objeto com o seu corpo, permitindo que esse objeto se adapte às diversas formas do Garou (jeans irão crescer para se acomodar ao tamanho da forma Crinos, etc.) e acompanhá-lo até a Umbra. Esses talismãs costumam ser objetos comuns, porque os itens espirituais, como fetiches e talentos, permanecem automaticamente com o Garou em todas suas formas. Um Garou costuma executar este ritual com mais freqüência durante a fase da lua sob a qual nasceu. Cada augúrio possui seu ritual peculiar.

Sistema: O custo é um ponto de Gnose por objeto dedicado, e um Garou jamais deve possuir mais objetos sintonizados com ele do que o seu nível de Gnose. Certos objetos particularmente grandes (a critério do Narrador) são considerados, para o propósito de .custo., mais de uma unidade. O Narrador e o jogador devem decidir o que acontece com o objeto quando assume determinadas formas. Por exemplo, quando o personagem assume a forma Crinos, sua mochila simplesmente irá crescer para acomodar-se em seus ombros (embora a mochila ainda assim não poderá manter mais objetos que o normal). Quando o personagem estiver na forma Hispo, a sua faca será absorvida pelo seu corpo. Nesses casos, o objeto aparecerá como uma tatuagem; as outras pessoas precisam gastar um ponto de Força de Vontade para remover o objeto do personagem.

Saudação à Lua: Este rito é uma exuberante peã para Luna. Durante este ritual, o Garou uiva uma elaborada saudação à lua. Essa saudação varia de acordo com a fase da lua.

Sistema: Celebrar este ritual todas as noites, ao nascer da lua, no decorrer de uma fase inteira do astro, capacita o personagem a acrescentar um dado a todos os testes que envolvam interações sociais com os Garous do augúrio correspondente àquela fase na próxima noite em que a lua atingir a fase em questão.

Ritmos Ósseos: O lobisomem realiza este ritual em homenagem a seu espírito totêmico. Cada espírito tem um ritimo diferente, e o Garou tamborila o ritimo de seu espírito com baquetas especiais para homenagear seu totem. Essas "baquetas" são tradicionalmente feitas de ossos, mas podem ser modeladas a partir de qualquer material.

Sistema: Qualquer lobisomem que realize este ritual três vezes ao dia, durante pelo menos três dia consecutivos, receberá um dado a mais em qualquer teste enquanto estiver na Umbra. Uma vez utilizado o dado, o Garou precisará acumular a energia novamente durante mais três dias antes de readquirir o dado adicional.

DONS:
Raça:
Persuasão (Nível Um): Este Dom permite que um Hominídeo tornar-se mais persuasivo quando se lida com outras  pessoas, o que confere a suas declarações e argumentos muito mais significado e sua credibilidade ainda maior. Um espírito ancestral ensina esse dom.

Sistema: O jogador testa Carisma + Lábia (dificuldade 6). Se bem sucedido, o Narrador reduz as dificuldades de todos os testes sociais, eles são reduzidas em um durante o restante da cena. Além disso, os testes sociais podem ter impacto maior. O lobisomem pode ganhar argumentos contra oponentes intransigentes, ou fazer com que um psicopata desumano sentisse compaixão (pelo menos por um tempo).

Augúrio:
Chamado da Wyld (Nível Um): O Garou pode convocar os outros através de seu uivo. Os Garou que se encontram muito além do alcance da audição sentirão o Chamado e poderão atendê-lo. Este Dom pode aumentar o efeito de qualquer dos uivos normais dos Garou. Este uivo pode também ser emitido para convocar um Garou específico para uma assembleia. Por fim, o Chamado da Wyld costuma ser usado no começo de disputas e outros eventos, para revigorar o Garou. Este Dom é ensinado por um espírito-lobo.

Sistema: O Garou testa Vigor + Empatia (dificuldade 6). O número de sucessos determina a que distância o chamado  pode ser ouvido e o quanto ele comove aqueles que o escutam. Os efeitos são determinados pelo Narrador, mas devem ser ligados ao tipo de uivo e ao intento do Garou. Alguns exemplos: cada dois sucessos conferem aos personagens envolvidos numa disputa dados extras em suas Paradas de Dados; os agentes da Wyrm são distraídos pelo chamado e suas dificuldades são aumentadas temporariamente; todos os Garou na área não hesitam em responder ao Chamado de Socorro do Garou.

Tribo:
Misericórdia (Nível Um): Os Filhos de gaia não vem utilidade para a força letal quando não estão lutando contra os Lacaios da Wyrm, mas mesmo eles sucubem ao frenesi. Este Dom, empregado principalmente pelos Filhos de Gaia com Fíria elevada ou então em duelos, permite ao garou usar seu armamento natural e sua Fúria sem medo de matar o oponente. Um espírito - pomba ensina este Dom.

Sistema: Gastando um ponto de Gnose, o Garou durante o resto da cena, todo o dano que infligir com seu proprio corpo (Garra e dente, mas nenhum tipo de arma) será considerao cutundente. Uma criatura "morta" dessa maneira fica meramente inconsciente e pode se recuperar à taxa normal para dano por contusão.

Manobra Especial:
Escarnio
O Garou brinca com o ponente, rosnando, mostrando os dentes e proferindo insultos. Esta tática pode alarmar ou distrair o alvo e fazê-lo hesitar, o que dá ao Garou uma vantagem. A cada dois sucessos que o jogador obtiver um teste de Manipulação + Intimidação (no caso de oponentes não-Garou) ou Expressão (com outros Garou), o oponente perderá um dado em sua ação seguinte.
Esta manobra pode ser usada por uma matilha. Se isso acontecer, os efeitos serão cumulativos, o que significa que a parada de dados de um oponente pode ser reduzida a zero. Se assim for, ele não poderá realizar nenhuma ação a não ser se esquivar. O Garou submetido a esta manobra, principalmente se realizada por uma matilha, pode entrar em frenesi. Um teste de Fúria deve ser feito e a dificuldade será reduzida em um ponto se a provocação partir de uma matilha.

Empregável por: Todas as Formas
Teste: Manipulação + Expressão/Intimidação Dificuldade: Raciocínio do oponente + 4
Danos: Nenhum
Ações: 1

FÚRIA: 4
GNOSE: 3
FORÇA DE VONTADE: 5
POSTO: Cliath - 1

RENOME
- Glória
Permanente: 2
Temporária:
- Honra
Permanente:
Temporária:
- Sabedoria
Permanente: 1
Temporária:

Vantagem Tribal:
Diplomacia
Os Filhos de Gaia são excepcionalmente hábeis em reunir os dois lados de um conflito e fazendo-lhes ver as formas em que eles fundamentalmente concordam. Cada Filho de Gaia começa com duas características adicionais em Atributos Sociais, além disso os seus Atributos Sociais não podem ser perdidos.
Fraqueza Tribal:
Véu Rasgado: Testemunhas recebem +4 na Tabela de Delírio.
Uma vez que os Filhos de Gaia não participaram do Impergium, o totem tribal deles garantiu a eles uma demonstração extra de serenidade. Humanos que vêem um Filho de Gaia na forma Crinos não sofrem o Delírio de maneira tão forte e a reação deles na tabela de Delírio aumenta em quatro posições (sendo “Terror” a pior reação que um humano pode ter). Alguns Filhos de Gaia não vêem isso como uma fraqueza, mas a realidade é que sem essa proteção do Véu, os Filhos correm o risco de violar uma das mais sagradas leis da Litania. Não há nenhum meio confiável de desfazer essa fraqueza; se um Filho de Gaia começar a causar fortes reações de Delírio novamente, é possível que seja em intervalos aleatórios (e desagradáveis).

Equipamentos e Bens Possuídos:

Camisa de manga longa com capuz:

Violão:

Isqueiro:

Celular:

Mochila:

Maço de cigarro:

Calça Jeans preta, All Star

Pontos Bônus 15

Habilidades
Performance 2 pb
Rituais 2 pb

Antecedentes
Ancestrais 1 pb
Raça Pura 3 pb
Ritos 2 pb

Gnose 4 pb
Força de Vontade 1 pb

História:
Nasci em Belém no estado do Pará. Sou filho de imigrantes portugueses que em parte descendem dos Mouros; meu pai (José Branco), um Ahroun, e minha mãe (Rosália Branco), uma Parente (de linhagem Moura), se mudaram para cá com o intuito de se aproximar da Amazônia para se juntar com outros Filhos de Gaia e alguns Peregrinos na luta contra a Edron e a Good House. Meu pai é filho de uma Fúria Negra que o deixou com a tribo, ele nunca a conheceu. Há, também, o intuito de podermos fazer algumas alianças com os outros metamorfos da área, mais especificamente os Bastet. Dizem que alguns mokolés estão por ai, mas não vimos nem um deles. Ouvimos dizer que outros Garou têm trabalhado pela Amazônia, mas não os contactamos.  
Nossa família tem um histórico de mártires e lutadores pacíficos, por isso convidaram meu pai para estar na Amazônia. Nossa honestidade na diplomacia e amor pela causa de Gaia é nosso cartão de visitas. Nossos familiares estão por ai pelo mundo lutando para que haja paz e resistência contra a Wyrm. Pretendo continuar nossa peregrinação e estabelecer a paz onde eu estiver. Eu creio que aqui na Amazônia se iníciou essa caminhada.    
Desde cedo trabalhei  no restaurante de meu pai com minha irmã mais nova,  Agatha (Parente, 17 anos). Eles moram perto da universidade (onde me formei em música), pois ali há um Caern (de sabedoria), chamado “Árvores que Falam”, onde se reúne a matilha de meu pai. Reza a lenda que esse nome surgiu por um Roedor de Ossos Theurge que estava meio "alterado"! Dizia, ele, que as folhas farfalhadas pelo vento contavam sabedorias. O campus dessa universidade possui muitas árvores altas e uma área que dá de frente pro Rio Guamá onde rola algumas paradas bacanas, já toquei viola pra uma galera lá. Do outro lado do rio tem a Ilha do Combú de flora exuberante e vários restaurantes que oferecem uma boa comida. Vez ou outra piso lá pra me conectar com Gaia.
A seita local é composta essencialmente por Roedores de Ossos Frankweilers (além de ter aprendido espanhol e inglês em um curso de línguas, eles me ensinaram o francês e o alemão), alguns poucos Peregrinos (que permanecem viajando) e pouquíssimos Filhos de Gaia.  
Esse campus fica próximo de um favela e os portões permanecem aberto pra quem quiser entrar, uma das áreas mais perigosas de Belém. Certa noite, passeando pelo campus, fui surpreendido por dois jovens. Eles estavam armados com facas e visivelmente drogados. Pedi calma pro caras, mas eles se irritaram e caíram no erro de me esfaquear, foi um banho de sangue, pois tive a minha primeira mudança (18 anos) nesse momento. Alguns Roedores que estavam próximos me acudiram antes que eu pudesse fazer mais estragos. O que foi legal, pois eu não sei como iria ficar minha cabeça caso eu tivesse matado mais gente. Esse "acidente" me causou um sentimento amargo de culpa então, por conta disso, por uma tentativa de redenção pessoal, me voluntariei em um programa na universidade que ensina música pra crianças e jovens em risco. Foi então que conheci o doutor em música erudita, Carlos Pascoa (Aliado), que observou minha disciplina e paixão. Ele me leva pra muitos eventos culturais o que resultou em muitos convites  pra tocar em vários bares chiques de Belém. Ele possui contato com muitos políticos e vários artistas da cidade.  
Depois de um tempo, precisei fazer o rito de passagem. Fui incumbido de contar, de uma maneira comovente, os feitos de um Roedor de Ossos totalmente lunático e drogado, quase não dava pra conversar com ele. Se fosse pra inventar uma história, ela precisava ser muito boa, pois o cara era deplorável. Pensei que talvez não fosse uma piada de mal gosto do Ancião e então fui atrás de seus companheiros do passado, dentre os quais apenas um estava vivo. Grande história, grandes feitos. Após isso, busquei mais conhecimento da sociedade Garou. Meu pai me ensinou como contactar nossos ancestrais e, na seita, em troca de ensinos de rituais, prometi ao Ancião (Theurge, Olho-Vermelho-Arregalado ou Zézinho) de que, pelo menos, uma vez por ano, eu iria contar as histórias sobre seus feitos e conquistas.
Atualmente me mudei pro centro da cidade, próximo a uma extensa praça onde há um Caern urbano de Roedores de Ossos com mais alguns Filhos de Gaia (hippies) que ganham a vida com a venda de artesanatos. O nome da seita é Maná Vermelho, pois, em determinada época do ano, as mangueiras deixam cair seus frutos ao redor. Aluguei um quarto pequeno e sigo a filosofia minimalista. As únicas coisas que levei foram: uma mesa baixa, um frigobar e um saco de dormir, meu tocador de disco de vinil, pra relaxar na bossa com Tom Jobim e Baden Powell, algumas mudas de roupa, alguns livros e meu violão. Continuo indo à selva Amazônica com o minha tribo e os Peregrinos em busca da confiança dos Bastet e para a batalha contra as ações da malignas da Wyrm.
Pai:

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