Mistério em São Paulo

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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Kurosatsunomori em Ter Dez 12, 2017 6:33 pm

Raul ainda esticou os lábios em um beijo silencioso para Ariana quando estavam saindo, mas estava claro que tinha se calado por medo de Luke.

A cena toda não era engraçada, mas ao observar atentamente e aos pouquinhos aquilo começava a provocar riso em Khamaseen. A cara de sem-graça do Raul, o silêncio súbito, o olhar desconfiado e as marcas vermelhas que começam a aparecer no rosto. Kham olhava a expressão de todos da mesa enquanto dava uma gargalhada reprimida e apontava para a cara de Raul, em seguida voltou terminar de anotar os números enquanto terminava de conter seu riso, ao concluir se levantou e seguiu sentido a moradia.

***
Após se familiarizar com o celular, Kham fez o café da manhã e comeu até ficar satisfeito, ao terminar fez um breve raciocínio sobre toda a situação e sugeriu a Luke e Katerine que começassem a investigar pela consolação.
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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Crios em Dom Dez 31, 2017 1:27 am


Conversando um pouco com Luke o com Khan, ambos se preparam psicologicamente para o dia seguinte. Internamente, existe uma certa insegurança por parte de Katerine. Enfrentar cara a cara tais criaturas pode ser bem perigoso. Então pensa em tentar não ficar sozinha, mas ao mesmo tempo que pensa que deve demonstrar bravura.

Após se familiarizar com o celular, Kham fez o café da manhã e comeu até ficar satisfeito, ao terminar fez um breve raciocínio sobre toda a situação e sugeriu a Luke e Katerine que começassem a investigar pela consolação.
Com uma xicara de café na mão, e já devidamente arrumada, Katerine diz:
Spoiler:
[/url]

-Vamos começar por la. Estou curiosa, mas com um certo receio. Não seria melhor fazermos um reconhecimento antes? E deixar para invadir ao entardecer, no início da noite? Sob a luz de luna, nossa batalha será abençoada e teremos mais forças para lutar. Porém, notem que é a noite que a Cracolandia fica mais ativa, então deve ser neste momento que as energias da Wyrm podem estar mais ativas, então talvez fiquemos de igual para igual...ou não.... Posso ir a frente mostrando o caminho, mas quando o primeiro maldito aparecer, Luke, você assume. E algo me diz que você ta ansioso para isso

Colocando seu cafezinho na pia e começando a lavar a xicara, Katerine fica em silencio esperando alguma resposta, até que um pensamento lhe surge.

-Talvez aproveitar o dia, e estudar o inimigo. Podemos ir juntos Khan, ver o que tem la. Você é mais rápido do que eu acho que pode se dar melhor para reconhecimento do campo. Com isso, Vamos com a formação inteira. Luke fica se divertindo com os malditos – Katerine fala isso rindo um pouco – enquanto eu e khan procuramos pela umbra de la alguma pista....... – parando sua brisa imediatamente, fala com um tom de surpresa, como se tivesse se tocado de algo – A não ser que nossa pista SEJA um maldito. Dai não poderemos simplesmente sair destruindo todos os espíritos dali. As duas meninas que morreram la, foram violentadas sexualmente. Existe uma chance de haver alguma pista espiritual sobre quem ou o que fez isso.–Se virando em silencio, e ficando encostada na pia, Katerine conclui - Enfim. Ainda é Wyrm, e ainda devemos lutar contra...Vamos meus amigos. Temos trabalho a fazer. Nem que pra isso nós tenhamos que destruir toda a minicracolandia. A questão é quando. Podemos ir agora, ou deixar para mais tarde. O que vocês pensam disso?

comentario off:
Adorei a forma como essa musica combinou. X-Com Enemy unknow é foda e ca entre nós, nosso enemy é bem unknow HFUWAHFUWAFJAWI
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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Lua em Ter Jan 02, 2018 2:42 pm

Nadira:

Nadira notava que uma mulher a olhava, o que despertava sua curiosidade e seus instintos de predadora... ela odiava ser observada...
-- Humm aquela moça ali sentada, vocês a conhecem? Ela é também moradora como vocês?


Os homens voltaram a atenção para a garota, que não alterou em nada sua cara de espreita.

— Ah, é, ela tá sempre aqui — respondeu um deles — Se mora na rua num sei, nos banco num dorme. Vem mais uns amigo, sempre perguntando coisas. Não gosta de confusão aqui. Uma veiz tinha uns morador novo, que roubava e batia na gente tudo e ela deu um pau neles, sozinha. Mais ela tem a panelinha dela, uns morador que ela prefere, que dão dinheiro para ela, quando tem, e parece que obedece ela e os amigo que eu falei. Cum nóis num mexe, não, senhora.


Feitas aquelas perguntas, Nadira decidia falar com a moça que a observava, ela sabia que seja o que fosse o véu a protegeria... exceto se fosse algo além de um metamorfo insano... -- Ai? Gosta do que vê?


A jovem se levantou, em uma atitude imperante. Seus olhos varreram Nadira de cima a baixo.

rolagem:
Garota rolou 2 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 2 7
garota obteve 1 sucesso!

— Nem um poco — respondeu ela, sem tirar os olhos de Nadira. Dissimulava para não chamar a atenção, mas Nadira notou que as narinas dela se dilatavam, um gesto inconsciente de tentar farejar o oponente, mesmo com um inútil nariz humano.

— Garou não é... — murmurou a mulher para si mesma, observando-a pensativamente. Depois inquiriu diretamente a Nadira, em uma voz firme e baixa:

— Mas o que diabos é você? E o que está fazendo aqui?

A alguns metros delas, Vanessa engrenava a conversa com os moradores de rua, sem perder as duas de vista. Nadira conhecia aquele gesto, era o reflexo de policial que não descuida jamais do parceiro.

Katerine, Kham e demais:

Kham escreveu:Após se familiarizar com o celular, Kham fez o café da manhã e comeu até ficar satisfeito, ao terminar fez um breve raciocínio sobre toda a situação e sugeriu a Luke e Katerine que começassem a investigar pela consolação.


Katerine escreveu:Com uma xicara de café na mão, e já devidamente arrumada, Katerine diz:

-Vamos começar por la. Estou curiosa, mas com um certo receio. Não seria melhor fazermos um reconhecimento antes? E deixar para invadir ao entardecer, no início da noite? Sob a luz de luna, nossa batalha será abençoada e teremos mais forças para lutar. Porém, notem que é a noite que a Cracolandia fica mais ativa, então deve ser neste momento que as energias da Wyrm podem estar mais ativas, então talvez fiquemos de igual para igual...ou não.... Posso ir a frente mostrando o caminho, mas quando o primeiro maldito aparecer, Luke, você assume. E algo me diz que você ta ansioso para isso.

Colocando seu cafezinho na pia e começando a lavar a xicara, Katerine fica em silencio esperando alguma resposta, até que um pensamento lhe surge.

-Talvez aproveitar o dia, e estudar o inimigo. Podemos ir juntos Khan, ver o que tem la. Você é mais rápido do que eu acho que pode se dar melhor para reconhecimento do campo. Com isso, Vamos com a formação inteira. Luke fica se divertindo com os malditos – Katerine fala isso rindo um pouco – enquanto eu e khan procuramos pela umbra de la alguma pista....... – parando sua brisa imediatamente, fala com um tom de surpresa, como se tivesse se tocado de algo – A não ser que nossa pista SEJA um maldito. Dai não poderemos simplesmente sair destruindo todos os espíritos dali. As duas meninas que morreram la, foram violentadas sexualmente. Existe uma chance de haver alguma pista espiritual sobre quem ou o que fez isso.–Se virando em silencio, e ficando encostada na pia, Katerine conclui - Enfim. Ainda é Wyrm, e ainda devemos lutar contra...Vamos meus amigos. Temos trabalho a fazer. Nem que pra isso nós tenhamos que destruir toda a minicracolandia. A questão é quando. Podemos ir agora, ou deixar para mais tarde. O que vocês pensam disso?


***

Já fazia um bom tempo que estavam na mesa do café da manhã. Lá fora o dia avançava, o sol estava alto e a manhã já ia mais do que pela metade.


Off:
Se ninguém mais se manifestar, no próximo post coloco Kham e Katerine na cracolândia, tentando cruzar a película, ok? Não importa se vão de dia ou de noite, mas postem, nobres guerreiros de Gaia! A bastet e os humanos já estão trabalhando faz tempo, os garous estão ficando para trás!
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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Alexyus em Ter Jan 02, 2018 10:53 pm

Ariana não estava acostumada ainda com São Paulo, uma metrópole muito mais suja e barulhenta que Montreal ou Vancouver. Acordou com uma sensação incômoda, como se os próprios pássaros que voavam pelo céu da cidade estivessem pedindo ajuda. A grande área arborizada do campus da USP onde também ficava o caern ajudava a amenizar toda a poluição daquela urbe tão mal planejada, na opinião exigente da bem nascida D'Órleans.

Ao chegar para o desjejum, Ariana encontrou Katherine bem disposta e falante, já traçando estratégias e cogitando hipóteses, num visual bem diferente do dela.

Look do dia:

"Deve ser bom ter tanta certeza do que fazer, tantos recursos...Eu nem sei por onde começar sem tomar outro tiro!"

Obrigando-se a beber algumas coisa e beliscar o pão na mesa, ela disse:

- Pensei em nós irmos para a praça de Sé e tentarmos um contato discreto com a ... Nadira, néstcepas? Talvez a gente até consiga mais informações sem estar usando um uniforme de polícia, non?
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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Cetza em Qua Jan 03, 2018 8:31 pm

-- Humm... entendo, talvez ela queira falar algo comigo e por isso deve estar me olhando, valeu pela informação.

Nadira agradecia aos moradores de rua e se dirigia para a estranha jovem que ao vê-la parecia lhe cheirar, de início ela cogitou ser uma garou ou algum raro exemplar do povo serpente, porém quando falaram sobre 'uma panelinha' Nadira matava a charada, já que somente cães andavam em matilha.

-- Hunf, te garanto que diabo eu não sou. O que acha de jogarmos um joguinho? Uma resposta por outra resposta o que me diz?

Nadira colocava a mão na cintura e jogava os cabelos para atrás, ela permanecia diante da jovem, imponente e bela como uma tigresa diante de um gatinho indefeso. Nadira olhava ela por cima dos olhos e dava um pequeno sorriso de canto de boca, enquanto mantinha a jovem em sua visão, mas os ouvidos na colega humana.

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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Kurosatsunomori em Qua Jan 03, 2018 11:31 pm

Já fazia um bom tempo que estavam na mesa do café da manhã. Lá fora o dia avançava, o sol estava alto e a manhã já ia mais do que pela metade.

Por sua natureza Lupina, Khamaseen estava acostumado a comer bastante quando era esperado um dia longo. Com o passar do tempo Kham já estava descansado  e cheio de energia, a distração de toda a Equipe de Investigação Garou foi oportuna para conseguir esse momento de descanso depois de comer bem.

-- Vamos Kate, é mais fácil investigar o lugar quando ele está limpo e claro. -- Olha para Luke que parecia ainda estar sonhando com algo. -- Você vem com a gente né?? É o que temos de mais forte e o único que fala Português! Não.. esquece a minha pergunta, você vêm sim! Kate abre a porta!!

*Teste de força para levantar Luke e carregar*
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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Luke Duran em Dom Jan 07, 2018 1:33 am

Era como se Luke estivesse em um mundo paralelo naquele momento, no fundo havia escutado seus companheiros, mas seus pensamentos não o permitiram responder.
Porém, o "transe" foi quebrado com o toque de Kham:

-- Ei, ei, ei!! Tá bom, tá bom, já estou indo, não precisa me carregar. Desculpem-me se parecia distante, me perdi em meus pensamentos. Acho que vocês sabem como é... não devem te digerido toda essa situação ainda, assim como eu... digo quem deve ser o desgraçado capaz de fazer tudo isso?! Enfim, vamos lá. Concordo com o Kham, de dia é mais claro e mais fácil encontrarmos pistas, fora que tempo é poder. Bora resolver isso o mais rápido possível.

Estou ansioso para matar malditos!
(diz dando uma piscadela para Katerine em resposta à sua brincadeira).

Luke pega todos seus pertences e parte junto a seus companheiros com avidez à caminho da Consolação
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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Lua em Seg Jan 08, 2018 11:43 am

Nadira:

-- Hunf, te garanto que diabo eu não sou. O que acha de jogarmos um joguinho? Uma resposta por outra resposta o que me diz?

Nadira colocava a mão na cintura e jogava os cabelos para atrás, ela permanecia diante da jovem, imponente e bela como uma tigresa diante de um gatinho indefeso. Nadira olhava ela por cima dos olhos e dava um pequeno sorriso de canto de boca, enquanto mantinha a jovem em sua visão, mas os ouvidos na colega humana.


rolagem:
Nadira rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 7 1 9
Nadira obteve 1 sucesso!

A garota prestou um pouco mais de atenção à Nadira, sem impressionar-se muito, porém. Em seguida falou:

— Ok. Primero você responde as minha: "o que é você?" e "o que tá fazendo aqui?".  Depois eu respondo duas pergunta sua. — Sua voz era marcada por um forte sotaque do interior de São Paulo e pela falta de vários dentes.

Enquanto isso, Vanessa continuava seu trabalho de investigação com os moradores de rua.  

rolagem:
Vanessa rolou 7 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 1 8 10 1 1 8 1
Vanessa obteve -1 negativo!

Pela expressão de seu rosto, Nadira notou que Vanessa não estava indo nada bem.

Ariana:

- Pensei em nós irmos para a praça de Sé e tentarmos um contato discreto com a ... Nadira, néstcepas? Talvez a gente até consiga mais informações sem estar usando um uniforme de polícia, non?


Ariana foi solenemente ignorada pelos lobisomens, fato bastante incômodo para alguém de sua linhagem mas não de todo incomum na sociedade garou.

Os lobisomens saíram rumo à Consolação e a outra parente, Gabriella, tinha voltado a seu quarto e estava roncando tão forte que desalentava qualquer tentativa de despertá-la. Desse modo, Ariana não teve outro remédio que ir sozinha até a praça da Sé.

Chegando lá, começou a observar o local.

Vista da Catedral

Vista do Palácio da Justiça

Pela praça passava uma infinidade de gente apressada, indo a todas as direções ou descendo até a estação de metrô. Também estavam os costumeiros moradores de rua.

A atenção de Ariana foi chamada por três mulheres. Ao contrário do que ela esperava, nenhuma estava em uniforme policial.

Uma das mulheres, de traços fortes, conversava com um grupo de moradores de rua.

Spoiler:

Spoiler:

Outra, de aspecto indiano, falava com uma garota que parecia também ser moradora de rua.

Spoiler:
 

Gabriella e Yasha:
Yasha ficou sozinho na mesa do café da manhã.

Khamaseen, Katerine e Luke tinham ido à cracolândia da Consolação, Ariana saíra por sua conta rumo à Praça da Sé. A parente chamada Gabriella regressara a seu quarto por um instante mas parecia que tinha caído no sono novamente, pois se ouviam seus roncos através da porta.

Talvez ela acordasse e escolhesse uma linha de ação, mas Yasha não podia contar com isso. Deveria, portanto, agir individualmente, escolhendo seu próprio modo de ajudar nas investigações.

Katerine, Luke e Kham:

Kham escreveu:-- Vamos Kate, é mais fácil investigar o lugar quando ele está limpo e claro. -- Olha para Luke que parecia ainda estar sonhando com algo. -- Você vem com a gente né?? É o que temos de mais forte e o único que fala Português! Não.. esquece a minha pergunta, você vêm sim! Kate abre a porta!!

*Teste de força para levantar Luke e carregar*


Luke escreveu:[...] o "transe" foi quebrado com o toque de Kham:

-- Ei, ei, ei!! Tá bom, tá bom, já estou indo, não precisa me carregar. Desculpem-me se parecia distante, me perdi em meus pensamentos. Acho que vocês sabem como é... não devem te digerido toda essa situação ainda, assim como eu... digo quem deve ser o desgraçado capaz de fazer tudo isso?! Enfim, vamos lá. Concordo com o Kham, de dia é mais claro e mais fácil encontrarmos pistas, fora que tempo é poder. Bora resolver isso o mais rápido possível.

Estou ansioso para matar malditos! (diz dando uma piscadela para Katerine em resposta à sua brincadeira).

Luke pega todos seus pertences e parte junto a seus companheiros com avidez à caminho da Consolação


Andar por uma grande metrópole como São Paulo costuma ser uma tarefa ingrata para lobisomens, mas Luke, Khamaseen e Katerine não tiveram dificuldades de chegar à mini cracolânida. Após saírem da estação Paulista do metrô e caminharem um pouco, avistaram um viaduto. Debaixo dele e nas imediações, cerca de uma dúzia de dependentes químicos se drogava ou circulavam entre carros e pedestres, pedindo dinheiro para manter sua adicção ou desorientados pelo uso da droga.

rolagem:
Katerine rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Manobra Especial e obteve: 1 7 7 8
Katerine obteve 2 sucessos

Luke rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Manobra Especial e obteve: 5 7 5
Luke obteve 1 sucesso!

Kham rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 7 para Manobra Especial e obteve: 1 1 6 1 6
Kham obteve -3 crítico!

Katerine e Luke notaram um carro parado a uma certa distância. Apesar de ser um veículo normal, dentro dele havia dois homens fardados. Quando indicaram a Khamaseen, este, apesar de ser o mais malandro dos três, fez um gesto muito evidente com a cabeça e os dois policiais no automóvel os perceberam. Não houve nenhuma reação deles, porém. Ao menos aparentemente.

Agora tinham que disfarçar. Fizeram de conta que deixavam o local e, assim que conseguiram um lugar longe das vistas dos policiais e em segurança, tentaram atravessar a película.

rolagem:
Katerine rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Manobra Especial e obteve: 10 8 7 7
Katerine obteve 2 sucessos!

Luke rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Manobra Especial e obteve: 7 1 7
Luke obteve -1 crítico!

Kham rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Manobra Especial e obteve: 6 4 7 5 7
Que pena, Kham não obteve sucesso!

Katerine:
Katerine cruzou a cortina de veludo e, então, viu que estava sozinha. Alguma coisa tinha acontecido, pois Luke e Kham não cruzaram a película.

A quantidade de teias e aranhas padrão era imensa. Katerine sentiu-se como se estivesse em meio a uma gigantesco tecido, cuja trama era feita de grossos cabos com poucos metros de espaço entre eles, fortes e emaranhados. Ao longe, viu um  grande vulto debatando-se na Teia Padrão. Na direção do viaduto, observou que as entradas do túneis onde se abrigavam os drogados apareciam na umbra como enormes gargantas abertas. Dentro delas, uma dezena de criaturas grandes como homens, mas em forma de larvas carnívoras, grudavam suas bocas no que deveria ser a película. Katerine não precisava espiar para saber que a cada um daqueles malditas correspondia um dos pobres diabos que ela vira na matéria, escravizados por seus vícios. Os malditos estavam tão entregues que ela quase podia sentir como manipulavam e chupavam as almas de suas vítimas terrenas.

Mas, de repente, um deles interrompeu seu idílio. Kate não sabia se o drogado tinha despertado do efeito da droga, morrido, ou se simplesmente a presença dela era mais atraente do que o que o maldito sugava. O fato é que o espírito voltou-se para ela. Não tardou mais que uns segundos para a massa vermiforme viesse em sua direção com a mandíbula aberta.

Spoiler:

Luke:
Luke sentiu seu corpo atravessando a película como havia feito inúmeras vezes antes.  No entanto, dessa vez a espessura parecia maior e a película se sentia mais densa. Aquilo não estava normal. Em vez de cruzar, Luke ficou atado ao que parecia ser uma gelatina grudenta, que impedia seus movimentos. Não tardou a sentir que aquilo se solidificava e a entender que estava preso à Teia Padrão. A consequência não tardou a chegar. Uma forte vibração anunciou o surgimento de uma aranha enorme, como saída da própria estrutura da teia. Em segundos, a criatura avançou até ele.

Kham:
Kham viu Luke e Katerine deseparecerem através da película, enquanto com ele não acontecia nada. Não tinha podido percorrer o atalho, ainda estava no mundo físico. Quando voltou a observar o que acontecia debaixo do viaduto, viu que os dois policiais tinham saído do carro e se dirigiam, sem correr, mas com passos firmes e decididos, até onde estavam os drogados.

Um dos viciados saiu correndo, como se tivesse saído de pronto do transe. Outros também se moviam, tentando escapar. Talvez os policiais conseguissem agarrar algum dos dependentes químicos e interrogá-lo mas, e quanto a Kham? Tinha que agir rápido e com inteligência para evitar que os tiras arruniassem suas chanches de, ao menos, obter informações dos drogados.

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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Kurosatsunomori em Ter Jan 09, 2018 11:19 pm

Katerine e Luke notaram um carro parado a uma certa distância. Apesar de ser um veículo normal, dentro dele havia dois homens fardados. Quando indicaram a Khamaseen, este, apesar de ser o mais malandro dos três, fez um gesto muito evidente com a cabeça e os dois policiais no automóvel os perceberam. Não houve nenhuma reação deles, porém. Ao menos aparentemente.

"Que vacilo! Fiquei confiante demais! Certeza que irão se lembrar de mim..."

Kham viu Luke e Katerine deseparecerem através da película, enquanto com ele não acontecia nada. Não tinha podido percorrer o atalho, ainda estava no mundo físico. Quando voltou a observar o que acontecia debaixo do viaduto, viu que os dois policiais tinham saído do carro e se dirigiam, sem correr, mas com passos firmes e decididos, até onde estavam os drogados.

"Ta meio difícil, pelo menos Luke atravessou para proteger a Kate, o que será que vai acontecer aqui...?"

Um dos viciados saiu correndo, como se tivesse saído de pronto do transe. Outros também se moviam, tentando escapar. Talvez os policiais conseguissem agarrar algum dos dependentes químicos e interrogá-lo mas, e quanto a Kham? Tinha que agir rápido e com inteligência para evitar que os tiras arruniassem suas chanches de, ao menos, obter informações dos drogados.

"Que?? O que esses caras estão fazendo? Vão atrapalhar a gente! Logo eu que vou ter que cuidar da situação... O preto, que ta andando com um monte de medicamentos naturais, e que nem ao menos posso falar o idioma deles pra me explicar. Será que karma existe?"

Nesse momento Kham estava ansioso e se esforçando por uma ideia rápida, pois quanto mais demorava, mais os policiais espantavam os usuários. O nervosismo começava a ficar cada vez mais forte, e com isso sua mente disparou como um turbilhão de ideias tão absurdas que era como se entrasse em contato com a Wyld dentro da parte mais selvagem de seus pensamentos.

"Atacar os policiais, perseguir os mais vigorosos, proteger, distrair, desviar, deslocar, confundir, imitar, confrontar, aproveitar, intimidar, ignorar..."

A tensão aumentava, as possibilidades começavam a tomar formas, e as vantagens e prejuízos começavam a ser ponderados.

"Correr pelado com certeza vai chamar a atenção deles ainda mais com um estuprador solto... quebrar o vidro da viatura com uma pedra... tentar roubar algo lá dentro... comer um monte dessa pomada, vomitar na viatura e que Gaia me ajude... tentar oferecer drogas para os policiais... Não faz sentido eu me arriscar tanto por agora, mas essa ultima ideia com certeza vai me render alguma história, não tenho mais tempo para me decidir."

O mais rápido possível Kham tira a bateria de seu celular, e o esconde em algum lugar entre o lixo que seria desinteressante até mesmo para cachorros e moradores de rua, e em algum lugar onde não incomode as pessoas que passem por lá. Organiza o maço de modo que o cigarro mais fácil de ser puxado acabou de ter sua ponta melada no anestésico, e segurando seus medicamentos feitos a base de ervas e se preparando para andar na direção dos policiais, Khamaseen *se concentra para ativar seu dom lupino*:
TALENTO DO PREDADOR (NÍVEL UM):
Os Lupinos já naturalmente vivem como predadores e matadores, isso dá uma certa vantagem em relação os Hominídeos e Impuros. Com esse Dom, o Lupino eleva ainda mais essas habilidades naturais e pode caçar ou brigar melhor. Espíritos-lobos ensinam esse Dom.
Sistema: O Garou deve testar Força + Instinto Primitivo (dificuldade 7), basta um sucesso para ele ganhar um dado em todos os testes que envolvam Briga, Furtividade, Instinto Primitivo e Sobrevivência. Esse Dom só pode ser usado uma vez por cena e dura um número de turnos igual o nível de Instinto Primitivo que o Garou possui mais um turno extra para cada três sucessos que obteve na ativação (arredondado para baixo).

--Politsiya! Smotri! U menya zdes' narkotiki! --Grita enquanto anda em uma corrida leve na direção dos policiais.
Ao se aproximar deles começa uma conversa em russo gesticulando com ênfase como se o assunto envolvesse seus produtos, mostrava a viscosidade e o cheiro que tinha, e o máximo possível tentava fazer com que aquelas criações que embora desconhecidas pelos policiais eram de grande importância, e durante as explicações em russo também apontava para pontos escuros e isolados daquele lugar horroroso.

--Это лучшее, что вы найдете в этом пространстве! Он хорошо подходит для кожи, помогает в заживлении, и если вы хотите использовать его со своим другом, его можно наносить на анус и обладать обезболивающими свойствами. Если ты пойдешь в этот уголок там, я крут, я могу оставаться на страже, поэтому никто не беспокоится, пока ты не закончишь, или если тебе стыдно, это место более отдаленное, я уверен, что это будет хороший вариант! Там! Это прямо там! И мазь такова!

Kham se garantiu de não interromper sua fala independente da reação dos policiais queria garantir que o ouviriam até o final.
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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Crios em Qua Jan 10, 2018 8:58 am

Katerine e Luke notaram um carro parado a uma certa distância. Apesar de ser um veículo normal, dentro dele havia dois homens fardados. Quando indicaram a Khamaseen, este, apesar de ser o mais malandro dos três, fez um gesto muito evidente com a cabeça e os dois policiais no automóvel os perceberam. Não houve nenhuma reação deles, porém. Ao menos aparentemente.

-Scheiße Khan. Als du jünger warst, hat dir kein Freund gesagt, du sollst einen großen Wolf diskret ansehen? - Disse Katerine enquanto fazia essa cara:
Spoiler:

Agora tinham que disfarçar. Fizeram de conta que deixavam o local e, assim que conseguiram um lugar longe das vistas dos policiais e em segurança, tentaram atravessar a película.

Katerine cruzou a cortina de veludo e, então, viu que estava sozinha. Alguma coisa tinha acontecido, pois Luke e Kham não cruzaram a película.
-Espera. Onde estão Khan e Luke? Ah, logo mais eles devem estar chegando. Tenho certeza.

Katerine começou a olhar tudo ao seu redor. O local era muito mais sujo do que estava acostumada na Alemanha. É como se a cidade em si estivesse corrompida. As ranhas tornam-se comuns na paisagem, mas todo o resto....Isso causava desconforto em Katerine. Estava em uma cidade que não conhecida, com uma umbra suja e corrompida que mais parecia uma competição entre a Wyrm e a Weaver, e principalmente, os únicos a quem poderia pedir ajuda, não apareceram. Para melhorar tudo, estava frente a frente a um local dominado pela Wyrm.

Estava assustrada e irritada com a situação. Frustada, ela começava a olhar bastante preocupada para os espíritos malditos, enquanto olhava bestializada para o viaduto.

Seu plano era investigar o local para descobrir alguma pista do que havia na umbra do local para quem sabe saber mais sobre o crime cometido com aquelas garotas. Então, interrogar os espíritos seria um ótimo começo. Mas...sem o apoio de luke e de Khan, a missão seria quase impossível. Precisava de apoio. Era hora de chamar pela proteção de Sylvanndis. Agachou-se rapidamente e começou a cantar uma canção em élfico. Como uma prece e pedido de chamado, pois talvez, sua Numen companheira pudesse lhe escutar.

Porém, antes que que pudesse sequer começar o chamado...

Mas, de repente, um deles interrompeu seu idílio. Kate não sabia se o drogado tinha despertado do efeito da droga, morrido, ou se simplesmente a presença dela era mais atraente do que o que o maldito sugava. O fato é que o espírito voltou-se para ela. Não tardou mais que uns segundos para a massa vermiforme viesse em sua direção com a mandíbula aberta.


Katerine toma um puta susto ao olhar para frente e ver aquela massa espiritual vermiforme indo em sua direção. A criatura era doentia e grotesca. Nojenta, para dizer pouco. Ela então grita rápido no susto enquanto tenta chamar seu Numem.
-SCHEIßE! SCHEIßE! SCHEIßE! SYLVANNDIIIIIIIIS!!!


Cada vez que ela gritava a palavra “merda” em alemão, ela falava mais forte, com mais raiva e mais nervosismo. Sua fúria estava gritando junto com ela para se defender. uma gigantesca carga de adrenalina era liberada em seu corpo.  Até que por fim ela terminava, e começava a rosnar alto. O instinto de autopreservação falava mais alto.

Como um ato de reflexo, ela  se precipita para frente(gasta um ponto de fúria) e imediatamente se transforma em Crinos. No meio da transformação, Katerine urrava um grito gutural em tom de ameaça. Seu corpo cresce muito rapidamente. Os pelos ruivos de seu corpo começavam a crescer exaustivamente enquanto Seu músculos praticamente triplicavam de tamanho.

Agora, era um animal selvagem com sede por combate. Ela lançava um olhar monstruoso para o maldito e então começava a correr em sua direção enquanto rosnava alto para ele. Jogou um braço para trás enquanto corria, preparando o ataque que iria dar, sem tirar o olhar de chamas do espirito verme. Seu objetivo era usar a velocidade da corrida, e usar suas garras em alta velocidade para meter o braço dentro do corpo podre do animal, usando o peso e a velocidade dele contra ele. Fazendo um ataque frontal e direto. Seus passos eram pesados e violentos. Com força nos pulmões gritava algo que mais faria Hitler parecer uma menina assustada:


- STERBEN SIE IHREN SOHN DER HÄSCHE, GEHEN SIE ZURÜCK ZUM FICK, WO SIE KAMEN
.                                               (MORRA SEU FILHO DA PUTA, VOLTE PARA O CARALHO DE ONDE TU VEIO)
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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Alexyus em Qua Jan 10, 2018 8:41 pm

Ariana não estava acostumada a ser ignorada, mas sabia que fora o grupinho que já se conhecia e ia mesmo preferir agir junto, só podia contar com a cabeça avoada da Gabriella e com aquele oriental viajandão desconhecido.

"É melhor eu agir sozinha mesmo então! Seria bom ter a Del aqui, ela saberia o que fazer! Bom, vou ver se encontro a tal policial catwoman..."

Seguindo as instruções do aplicativo de mapas no celular, Ariana chegou à Praça da Sé, onde escondeu bem o celular para não ser assaltada, como diziam que acontecia no Brasil.

Ficou andando e observando o cenário.

"A igreja é grande, mas ja vi maiores. A praça poderia ser bonita, mas é tão cercada por ruas e prédios que parece que a cidade quer invadir a praça. É lotada, suja, barulhenta, além de ter muitos mendigos. Como ponto turístico, não serve mesmo!"

Sem enxergar nenhum policial uniformizado, Ariana teve que observar o comportamento das pessoas, especialmente as que falavam com os mendigos e moradores de rua.

Viu a mulher masculinizada que conversava com um grupo de moradores e não quis falar com eles todos juntos. Já a indiana que falava com uma menina de capuz.

Mas antes de tentar quakquer abordagem, ficou ouvindo a conversa disfarçadamente, tentando saber se era a tal Nadira e que linha de investigação ela estava tomando.

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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Klauss K. em Qui Jan 11, 2018 9:23 pm

Yasha ficou sozinho na mesa do café da manhã.

Khamaseen, Katerine e Luke tinham ido à cracolândia da Consolação, Ariana saíra por sua conta rumo à Praça da Sé. A parente chamada Gabriella regressara a seu quarto por um instante mas parecia que tinha caído no sono novamente, pois se ouviam seus roncos através da porta.

Talvez ela acordasse e escolhesse uma linha de ação, mas Yasha não podia contar com isso. Deveria, portanto, agir individualmente, escolhendo seu próprio modo de ajudar nas investigações.
`

*Yasha observa a garota se dirigir ao quarto e voltar a dormir, depois de todas as ações da garota podia esperar qualquer coisa dela, menos que voltasse a dormir, entao dá de ombros ao perceber que todos os demais seguiram seu proprio caminho entáo segue em direçao a praça da Sé.*

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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Cetza em Sex Jan 12, 2018 8:21 pm

— Ok. Primero você responde as minha: "o que é você?" e "o que tá fazendo aqui?". Depois eu respondo duas pergunta sua. — Sua voz era marcada por um forte sotaque do interior de São Paulo e pela falta de vários dentes.

-- Hum... você foi apressada, mas um trato é um trato... O que eu sou? Simples... Sou uma policial e estou investigando um crime muito especial.
Nadira sorria maldosamente, ela descruzava os braços calmamente e colocava umas das mãos dentro de um dos bolsos da calça enquanto jogava os cabelos para atrás. Nadira se colocava diante da moça de forma imponente e poderosa, uma aura que somente um felino de grande porte possuía naturalmente

-- Minha vez... eu percebi seu olhar sobre mim... predadores sentem... Loba... lagarto... cobra.. aranha... urso.. Qual deles você é? E por fim... eu procuro um assassino que pode ser um servo da corruptora ou algo pior... Você sabe de algo à respeito?...

Nadira olhava para atrás para ver como a colega estava se saindo, e sentia que ela poderia estar com problemas... ela esperava apreensiva pelas respostas de jovem, enquanto mantinha os olhos em Vanessa. Desde da última missão que Nadira passou a se preocupar mais com os mortais com que se envolvia... o que podia se revelar uma grande fraqueza...

-----
Off: Se algo de ruim acontecer com a Vanessa eu irei partir em auxílio dela.
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Re: Mistério em São Paulo

Mensagem por Luke Duran em Sab Jan 13, 2018 10:07 pm

Katerine e Luke notaram um carro parado a uma certa distância. Apesar de ser um veículo normal, dentro dele havia dois homens fardados. Quando indicaram a Khamaseen, este, apesar de ser o mais malandro dos três, fez um gesto muito evidente com a cabeça e os dois policiais no automóvel os perceberam. Não houve nenhuma reação deles, porém. Ao menos aparentemente.

-- Não dá dessas, Kham.

Agora tinham que disfarçar. Fizeram de conta que deixavam o local e, assim que conseguiram um lugar longe das vistas dos policiais e em segurança, tentaram atravessar a película.

-- Boa sorte pra nós! Nos vemos do outro lado.

Luke sentiu seu corpo atravessando a película como havia feito inúmeras vezes antes.  No entanto, dessa vez a espessura parecia maior e a película se sentia mais densa. Aquilo não estava normal. Em vez de cruzar, Luke ficou atado ao que parecia ser uma gelatina grudenta, que impedia seus movimentos. Não tardou a sentir que aquilo se solidificava e a entender que estava preso à Teia Padrão. A consequência não tardou a chegar. Uma forte vibração anunciou o surgimento de uma aranha enorme, como saída da própria estrutura da teia. Em segundos, a criatura avançou até ele.

"Que merda de lugar é esse? Onde estão os outros? E... onde eu estou afinal?"

Luke sentiu-se confuso assim que atravessou a película, nunca esteve muito familiarizado com a umbra, mas sentia que havia algo de errado, o que se confirmou ao notar que estava preso em uma teia. A aparição da aranha lhe anunciava que haveria ação mais cedo do que esperava. Luke se espantou de imediato, nunca havia visto nada igual. A adrenalina correu em suas veias instantaneamente, sabia que era um caso de vida ou morte, e sua fera interior implorava por saciar sua sede de sangue. No fundo, ele queria isso.

Ao que a criatura vinha em sua direção Luke grita com ferocidade, como se estivesse em uma guerra correndo contra seus adversários, e se transforma em crinos em ato reflexo. (-1 FU)
Talvez sua transmutação fosse o suficiente para arrebentar as teias que antes prendiam apenas sua forma hominídea, mas caso não, estava disposto a usar suas garras e mandíbulas para se desprender. (-1 FV p sucesso automático).

Ação: Esquiva
Ação extra: Rasgar os olhos da aranha com suas garras (-1 FU)
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