In the Enemy skin - Katherine Regan Rosenstock - Objetivo: Qualidades e/ou Antecedentes circunstanciais da Umbra

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In the Enemy skin - Katherine Regan Rosenstock - Objetivo: Qualidades e/ou Antecedentes circunstanciais da Umbra

Mensagem por Black Thief em Seg Maio 07, 2018 1:07 pm


Forte sotaque russo: "Você acha que é fácil. Você acha que somos todos iguais. Você e o seu povo acham que tudo é tão preto no branco, não acham? Vocês nunca se perguntaram se nós tivemos escolha, nunca se perguntaram se isso sempe foi o que queríamos, nunca se perguntaram se o que fazemos é por medo, ou ambição, ou se nossa ambição é culpa do nosso medo e por querer sobreviver. Como vocês, nós também queremos o mundo intacto e se nós somos peões de algo maior, bem, vocês não são diferentes, e ao invés de nos elucidar, de serem os "mocinhos" como dizem ser com tanto orgulho, vocês não chegam a ser diferentes de nós. Vamos ver como você se sai agora, que vai saber como é ser alguém 'da minha gente'. E se você não entender como as coisas realmente são para aqueles como eu, então nossa espécie sermpre estará destinada a se destruir, ao invés de unirmos e previnirmos essa catástrofe. Se eles não ouvirem a você, então não ouvirão a mais ninguem. "

Katerine acordava aquela noite... Mas seu nome não era Katerine... Era um nome diferente, Kassya, ela se lembrava. Ela sentia uma sede, uma sede horrível, que nunca sentira antes, e sabia que não era água que a sustentaria. Ela conhecia o gosto do sangue e precisava prová-lo, não era como uma droga que a maravilhosa vontade de ferro pudesse suportar, mas era como água ou comida, que se ela não ingerisse, morreria eventualmente, então, ela precisava fazer isso. Jennifer e Camille, eram duas amigas, amantes, filhas, servas... Faziam de tudo por Kassya, que havia as salvo de um trágico destino, para Camille as drogas e a depressão, para Jennifer, agiotas. Kassya havia as salvo por enchergar nas duas o que enchergava em si, o seu lado mais humano o qual ela sentia vontade de preservar apesar de seus "irmãos" quererem que ela se extinguisse. Kassya ainda podia escolher.

Naquele inicio de noite, Kassya precisou se alimentar de um dos clientes da Vermillion, o seu clube noturno a qual ela atuava como cafetina, um lar para desabrigadas que tinham mais direito a escolha de seus clientes que outras garotas de programa. Kassya nunca as segurava quando queriam sair, o Vermillion era uma solução temporária para aquelas que queria se erguer na vida mas não tinham um ponto de partida e assim que elas conseguiam dinheiro e se desejassem, começavam suas novas vidas. O Vermillion era um investimento que dava certo e apesar de ser um local de tabu para a sociedade, oferecia proteção e uma oportunidade para um novo começo, um meio difícil mas certo para sair das ruas de uma vez por todas. Kassya se assegurava que isso acontecesse.

Naquela noite, Kassya tinha recebido uma ligação de Therese Voerman, uma sanguessuga louca, um clã conhecida como "Malkavianos", mas apesar de saber que eles eram loucos, porque lhe disseram, Kassya nunca teve uma prova da insanidade de Therese, mas era algo que poderia acontecer com o tempo quando elas interagissem mais. Therese contratou Kassya para trazer a ela um amuleto de um hotel chamado Ocean House, aquele era um hotel mal assombrado e um espírito estava espantando as empresas construtoras que iriam desmoroná-lo para criar uma outra casa noturna que viria a ser uma parceiria com o Vermilion se essa primeira negociação terminasse bem para ambos os lados, além disso Therese poderia taxar o Xerife Ventrue como incompetente por não ter cumprido sua função de proteger o mundo sobrenatural dos humanos, ou como Katherine conhecia, por não proteger o Véu. Mas Therese não era uma santa, ela também desgostava pessoalmente do Xerife Mustang, esse era outro bom motivo do porque ela queria que outro executasse melhor o trabalho que ele deveria fazer.

Kassya aceitou o trabalho e forneceu seu preço em sangue vampírico, e graças à sua mentora Persephone, uma vampira antiga do clã Toreador e que também era uma filantropo oculta em Los Angeles financiando inúmeras instituições de caridade e incentivando setores privados a investirem no melhor para seus cidadãos, Kassya obteve uma dica que o primogênito do clã Brujah, Klaus, um vampiro ancião que tinha a fama de defender os vampiros mais novos e incapazes dos mais velhos, poderia apresentar alguém que lhe ajudaria com a tarefa. Assim, Kassya conheceu  Sarah, uma vampira que atuava no setor espiritual e que fugira dos monstruosos do Sabá, porque o caminho da monstruosidade vampírica não era o que queria. Kassya fez um acordo, concordou em usar a influência de Persephone para ajudá-la a recomeçar sua vida longe dos monstros do Sabá se ela a ajudasse com o espírito assombrando a mansão. O acordo foi feito e Kassya começou a ser auxiliada com Sarah que fez nela um ritual tortuoso para fazê-la enxergar o invisível. Kassya e a necromantes adentraram no hotel e começaram a investigar, Kassya foi emboscada pela entidade espiritual que parecia ser muito mais poderosa do que pensava e assim conheceu Jack Torrence, um espírito que contou à ela que sua esposa Wendy Torrence era o fantasma terrivel e poderoso que assombra o lugar. Jack contou que o hotel já tinha algo sobrenaturalmente negro que fizera esse terror começar e Kassya via que seu inimigo era um novo e oculto inimigo, poderoso e não era desse mundo. Kassya então encontrou dois Anarquistas empalados, um conhecido como Nines Rodrigues, ele era famoso, mas o outro ela não conhecia e só depois de passar por um dilema moral entre fazer o certo, aproveitar-se da divida e entregar-se à depravação da canibalização vampírica, Kassya escolheu o lado moral e certo, ajudando os dois Anarquistas e os salvando, porém, o Anarquista agora conhecido como Skelter, possuía uma antipatia por Kassya, ele parecia ser extremamente paranóico e convencido de que Kassya não era uma simples boa samaritana com um coração bom e generoso, sua antipatia parecia estar sendo motivada pelo medo. Kassya então o confrontou e a recepção não foi boa, os dois vampiros entraram num pé de guerra e se outros aliados não estivessem presentes, provavelmente uma luta iria se iniciar. Após isso, a necromantes que tinham conhecido os aliados daqueles anarquistas que tinham se separado, chegavam  e se encontravam os dois gruipos, houve mais discussão e finalmente eles decidiram confiar um nos outros ou abortarem a missão para impedir que o que quer estivesse nesse hotel não saísse mundo afora e causasse o caos. O grupo havia chegado à porta do quarto 27, o quarto que suspostamente deveria conter o amuleto e a fonte do mal que assombrava o hotel, porém eles se sentiam num beco sem saída porque o quarto era infestado de uma nuvem de trevas nunca vista antes por Kassya e entrar naquele centro de escuridão, poderia ser a chave, ou a perdição para impedir aquele mal.

OFF:
Esta é uma quest pessoal de continuação do Crios. Em outra crônica que jogamos, o Crios interpretou uma vampira assamita feiticeira, Kassya, porém houveram complicação e tive que fechar a crônica. Uma solução que encontramos para que ele pudesse continuar isso e não perdermos tudo o que foi feito, foi findar pelo menos uma parte da crônica como uma quest pessoal da Katherine, em que ela esta inconscientemente fazendo uma viagem astral em um reino da Umbra, um reino em que ela está revivendo memórias da Kassya, a propría personagem do Crios em uma crônica de vampiro. Quando essa parte terminar, Crios irá receber recompensas em qualidade e antecedentes relativos à essa experiência.

Katherine é uma Theurge, sensitiva ao lado espiritual por augurio, e Kassya é uma feiticeira assamita, esse é o primeiro clã de feiticeiros vampiros  (Não, não são os Tremere), então nos dois debatemos que é perfeitamente coerente se futuramente Kassya tiver desenvolvido alto nivel de auspicios e desenvolvido muito a sua linha da Manipulação Espiritual, e assim fazer essa side quest bem possível. Pra ser mais justo com o fórum, Crios ainda irá utilizar a ficha da Katherine como ficha da Kassya, com algumas rolagens especificas para vampiro que irei pessoalmente acordar com o Crios para que tudo seja tirado da ficha da Katherine e seja utilizado corretamente e com coerência.

Como uma diversão adicional, Crios, se quiser pode colocar na interpretação, o ponto de vista da Katherine, como se ela estivesse consciente o tempo todo e vendo em tempo real tudo o que está acontecendo, mas sem poder interfirir em nada. Não é obrigatório, vale lembrar.
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