Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

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Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

Mensagem por Crios em Qua Ago 08, 2018 11:15 pm

musica:







Noite de lua minguante



Khan estava deitado em algum lugar de Fonte Fria, um dos poucos lugares em SP em que poderia ser livre para estar em sua forma racial mais confortávelmente. Khan havia passado algumas boas horas no caern. Estava deixando o tempo passar. A percepção do tempo funcionava de forma bem diferente para os lupinos. Era até um pouco difícil para khan entender por que os homens tinham tanta pressa de tudo. Deixavam passar coisas tão bonitas que mereciam ser apreciadas com calma.

Era noite de lua minguante, a lua dos Theurges no céu. Ele olhava a lua, e sentia o suave toque de Luna brilhar por entre seus pelos. Porém, era justamente o olhar claro da lua que lhe o fazia levantar. Já era hora. Havia marcado de se encontrar na humilde casa de Katerine. Ela pediu para que ele viesse quando a noite começasse. Queria conversar com ele.

Fechava os olhos e então dava um longo bocejo de lobo por levantar de seu descanso. Ele sentia a benção de luna alimentando seu espirito. Isso o deixaria cheio de vigor, e com protindião para partir. Mas o olhar admirar da lua poderia esperar. Haviam coisas a serem resolvidas.

Ele entrava na umbra, e corria livre pelos corredores da cidade. As aranhas do padrão estavam terminando seus afazeres e muitas já se retiravam para descansar. Khan já sabia o caminho para casa de Kate por vias umbrais. Estranhamente, era bem mais simples do que seguir as vias terrestres, e talvez, até mais seguro dependendo do ponto de vista. E talvez por isso kate pediu para que ele viesse a noite. Por conhecer a estrutura rígida dos horários das aranhas. Depois de um dia longo, elas simplesmente paravam para descansar. Após cruzar a paisagem morta da penumbra, Khan chegava por fim a casa de Katerine. A casa era decorada com algumas flores e o astral energetico metafisico local parecia mais "suave". com um ar mais relaxante. Longe de la, se prestasse atenção ainda poderia ouvir um som de musica eletronica, meio baixo e abafado. a varios metros da li.

Ele mudava para a forma hominídea, e se preparava para sair da umbra. O ato de atravessar a pelicula na frente desta casa era visualmente como atravessar uma rede de fios de aço. porem, muitos deles pareciam desgastos e meio desmontados, mas em padrões irregulares e com uma textura molenga de tecido para um fio de aço. Ao dar o ultimo passo, khan forçava a pelicula com seus braços e parecia estar empurrando um travesseiro. mas um travesseiro com cimento dentro duramente confortavel e macio.

Ao sair, ele nota que as luzes estavam ligadas. Batia na porta, e aguardava. A casa era relativamente simples. Haviam algumas flores do lado de fora decorando o lugar. Chegava até a ser meio meigo. A porta abria-se devagar. Era Katerine. Estava descalça, jeans e um casaquinho azul pastel. Ao ver khan, ela imediatamente mudava a expressão mais serie e sorria, abraçava forte o lupino seguido de um beijinho.

-Boa noite khan, como vai? - Ela fazia uma pausa - Entre, chega ai. só não repara na bagunça kkk

Katerine ia entrando dentro da casa acompanhando Khan. Ela se dirigia a sala. Seu humor era descontraido. Quando estava com Khan ou Luke, costumava ficar mais relaxada, ser mais ela mesma. Conhecendo ela assim, nem parecia que ela vinha de duas familias de raça pura. Apesar dela ter uma certa postura, nos momentos mais casuais, ela era simples assim.

-E então, tem visto Luke? Falei com ele a umas horas, seria legal se ele viesse. convidei ele tambem mas parece q ele tava ocupado, malhando sei la kkk -Katerine ria tentando disfarçar. Mas estava um pouco chateada com isso. - Sabe como ele é neh. Você o conhece melhor que eu. Mas ele ia gostar da noticia que eu tenho, eu acho - Na sequencia, ela levava um dedo ao queixo, pensativa

Spoiler:

Khan rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 5 para empatia e obteve: 10 1 5 8 5
Khan obteve 3 sucessos!


Chegavam na sala, e após indicar um local para sentar, Kate ficava na poltrona perto de um vaso. Estava quieta, parecia pensativa. Olhava o celular rapidamente mechina no cabelo, e voltava sua atenções para o lupino.

Spoiler:

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Re: Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

Mensagem por Kurosatsunomori em Dom Ago 12, 2018 6:39 am

Música:

Khan estava deitado em algum lugar de Fonte Fria, um dos poucos lugares em SP em que poderia ser livre para estar em sua forma racial mais confortávelmente. Khan havia passado algumas boas horas no caern. Estava deixando o tempo passar. A percepção do tempo funcionava de forma bem diferente para os lupinos. Era até um pouco difícil para khan entender por que os homens tinham tanta pressa de tudo. Deixavam passar coisas tão bonitas que mereciam ser apreciadas com calma.

Gaia tinha muitas coisas boas a oferecer, os humanos estavam tão imersos em suas rotinas e obrigações diárias que pareciam robôs, até mesmo calorosos encontros românticos tinham hora marcada para começar e terminar. Durante a noite tudo parecia mais bonito, com postes de luz que iluminam as praças proporcionando um ambiente ideal para momentos de descontração entre pessoas queridas.

Humanos pareciam ter tudo e não saber, máquinas em um movimento constante para ter mais e mais, uma guerra de egos desnecessária, pessoas que exploram e prejudicam umas as outras em troca de terem mais vantagens para suprir suas necessidades egoístas e fúteis de ter o relógio mais caro, eram coisas que faziam o lupino se perguntar como seria mundo se fosse dominado apenas por lobos, e ao pensar nas posições hierárquicas de uma matilha de lobos chegou a conclusão de que provavelmente acabariam do mesmo jeito, aquele que está no topo do mundo seria movido por aquilo que o faz se sentir bem, e sendo assim iria sugar ao máximo aquilo que seu poder pode proporcionar, e em uma posição de liderança, esse poder é sobre os outros.

Presas de Prata, eles não reconhecem que o tempo deles já passou, mas ninguém ainda foi capaz de tirá-los do comando, liderança tem que ser conquistada, e recentemente não há muito do que estes têm feito, apenas se gabam dos feitos de seus antepassados. Humanos estão sofrendo o mesmo de seus representantes, não há como eles reclamarem pois todas as exigências são divididas entre burocracias difíceis de entender até mesmo para eles próprios.

Khamaseen estava grato por estar em uma posição capaz de discernir essas diferenças, entretanto julga que sozinho o que pode fazer sobre esse apocalipse iminente é muito pouco, mas esse suspiro de liberdade o faz acreditar que tudo isso ainda pode mudar, enquanto existir alguém que pense assim.

Era noite de lua minguante, a lua dos Theurges no céu. Ele olhava a lua, e sentia o suave toque de Luna brilhar por entre seus pelos. Porém, era justamente o olhar claro da lua que lhe o fazia levantar. Já era hora. Havia marcado de se encontrar na humilde casa de Katerine. Ela pediu para que ele viesse quando a noite começasse. Queria conversar com ele.

Fechava os olhos e então dava um longo bocejo de lobo por levantar de seu descanso. Ele sentia a benção de luna alimentando seu espirito. Isso o deixaria cheio de vigor, e com protindião para partir. Mas o olhar admirar da lua poderia esperar. Haviam coisas a serem resolvidas.

O horário marcado de encontrar Katerine ao menos era mais flexível, e obrigações ao lado de seus amigos eram sempre gratificantes quando combinado por eles mesmos. Com certeza ela tem algo bom planejado.

Ele entrava na umbra, e corria livre pelos corredores da cidade. As aranhas do padrão estavam terminando seus afazeres e muitas já se retiravam para descansar. Khan já sabia o caminho para casa de Kate por vias umbrais. Estranhamente, era bem mais simples do que seguir as vias terrestres, e talvez, até mais seguro dependendo do ponto de vista. E talvez por isso kate pediu para que ele viesse a noite. Por conhecer a estrutura rígida dos horários das aranhas. Depois de um dia longo, elas simplesmente paravam para descansar. Após cruzar a paisagem morta da penumbra, Khan chegava por fim a casa de Katerine. A casa era decorada com algumas flores e o astral energetico metafisico local parecia mais "suave". com um ar mais relaxante. Longe de la, se prestasse atenção ainda poderia ouvir um som de musica eletronica, meio baixo e abafado. a varios metros da li.

Ele mudava para a forma hominídea, e se preparava para sair da umbra. O ato de atravessar a pelicula na frente desta casa era visualmente como atravessar uma rede de fios de aço. porem, muitos deles pareciam desgastos e meio desmontados, mas em padrões irregulares e com uma textura molenga de tecido para um fio de aço. Ao dar o ultimo passo, khan forçava a pelicula com seus braços e parecia estar empurrando um travesseiro. mas um travesseiro com cimento dentro duramente confortavel e macio.

A umbra já não era mais tão assustadora, observando Katerine e a maneira com a qual ela se familiarizava rapidamente com os mais diversos ambientes umbrais facilitou a compreensão desse "novo mundo".

São tantos universos novos a se conhecer a final, com apenas dois anos de idade aprender sobre a vida dos humanos, Garous, outros metamorfos e alem de tudo isso a umbra e os espíritos. Ao menos a bênção de Gaia permite que mesmo para alguém tão jovem em todo esse meio, seja possível de alguma maneira compreender um básico nisso tudo, deve ser igual aos filhotes de humanos, que mesmo tão pequenos e frágeis conseguem cair e se machucar minimamente, e permanecem caindo e correndo, quando menos esperamos já podem pular obstáculos. Esses pensamentos na cabeça Kham o faz pensar que nunca devemos nos subestimar, sempre há algo novo que podemos aprender. Não limite a si mesmo, não desista, apenas mude, e mude o ambiente.

Chegando em seu destino mais uma vez a sensação chata de atravessar a película, ao menos a ansiedade de ter esperado por esse momento o deixava animado.

Ao sair, ele nota que as luzes estavam ligadas. Batia na porta, e aguardava. A casa era relativamente simples. Haviam algumas flores do lado de fora decorando o lugar. Chegava até a ser meio meigo. A porta abria-se devagar. Era Katerine. Estava descalça, jeans e um casaquinho azul pastel. Ao ver khan, ela imediatamente mudava a expressão mais serie e sorria, abraçava forte o lupino seguido de um beijinho.

Comprimentos humanos também eram confusos as vezes, hora eram super calorosos, hora eram extremamente tímidos, com os amigos era algo que fluía muito mais naturalmente.

Luke as vezes brincava comparando a alegria de Kham a de um cachorrinho, mas era evidente que apreciava esses momentos, e os comprimentos de Katerine que sempre pegavam de surpresa e deixavam Kham confuso. Ela conquistou confiança e intimidade rápido demais, era como uma amizade que simplesmente foi dada de presente, talvez ela possa ser melhor aproveitada se for recebida de forma mais autêntica desde os comprimentos, mas sem lambidas na forma humana, os níveis de intimidade ainda são confusos de se entender, os motivos permanecem muito vagos, é melhor não testar isso por enquanto.

Logo que a porta se abre e Katerine sorri, Kham invade o espaço ignorando a necessidade de um convite para entrar dando um forte abraço a levantando algumas vezes

-Boa noite khan, como vai? - Ela fazia uma pausa - Entre, chega ai. só não repara na bagunça kkk

Katerine ia entrando dentro da casa acompanhando Khan. Ela se dirigia a sala. Seu humor era descontraido. Quando estava com Khan ou Luke, costumava ficar mais relaxada, ser mais ela mesma. Conhecendo ela assim, nem parecia que ela vinha de duas familias de raça pura. Apesar dela ter uma certa postura, nos momentos mais casuais, ela era simples assim.

Perguntas como "tudo bem?" sempre soam robóticas quando vindas de estranhos, as pessoas deveriam fazer essas perguntas caso realmente se importassem ou pudessem fazer algo sobre isso, e não por um sentido de obrigação. Para um lupino isso é realmente algo íntimo, qual é o sentido de responder isso a um estranho? E depois de tanto responder essas perguntas com "Como assim?", "Por quê você quer saber?" ou mesmo uma encarada de desconfiança para pessoas que se referem com esse aspecto robótico e senso de obrigação, Kham aprendeu a respondê-los com "Hm", quando não tem a opção de mudar de assunto.

--Boa noite Kate, vou bem, e você?

A casa não era bagunçada de acordo com a perspectiva de Kham, muito pelo contrário, era a cara da Katerine, todas as coisas pareciam ser arrumadas e bagunçadas tudo do jeito dela, isso sim era intimidade. O cheiro da casa foi uma das coisas que mais chamou atenção, o ar de um ambiente fechado com Katerine e todas as coisas que ela faz ao longo do dia despertam a curiosidade do lupino ao ter suas narinas invadidas por suor, perfume, açúcar, produtos de limpeza, comidas, tecidos, temperos, amaciante, hortelã, café, gordura, vapor, e se misturava com os cheiros que vieram da rua, era quase enlouquecedor, dava vontade de cheirar cada canto daquela casa. Seria estranho se pedisse? Mesmo que na forma lupina? Ahh essas barreiras estranhas de intimidade...

Kham não esconde a curiosidade:

--Kate, seu cheiro está pela casa toda, não é que isso me incomoda, muito pelo contrário, é que eu queria cheirar a casa inteira, hmm... me mostra um pouco de como é sua vida aqui?

Uma leve vontade de esconder o rosto ou sair por alguma janela preparam Kham para o pior, mas talvez sua amiga seja capaz de compreender.

-E então, tem visto Luke? Falei com ele a umas horas, seria legal se ele viesse. convidei ele tambem mas parece q ele tava ocupado, malhando sei la kkk -Katerine ria tentando disfarçar. Mas estava um pouco chateada com isso. - Sabe como ele é neh. Você o conhece melhor que eu. Mas ele ia gostar da noticia que eu tenho, eu acho - Na sequencia, ela levava um dedo ao queixo, pensativa
Chegavam na sala, e após indicar um local para sentar, Kate ficava na poltrona perto de um vaso. Estava quieta, parecia pensativa. Olhava o celular rapidamente mechina no cabelo, e voltava sua atenções para o lupino.

--Malhando? Não sei, ele tem as obrigações dele, a mulher dele, e ultimamente tem trabalhado pouco por causa das missões. É difícil ter uma vida normal nesse mundo paranoico.

Alguma coisa estava incomodando Kate, mas ela não chegou a comunicar, pelo menos de forma direta. Para um lupino entender tais mensagens é um pouco difícil, e o que fazer quanto a isso pode ser ainda mais difícil.

"Eu sei que não é fome, dá pra perceber pelo cheiro dela e da casa. Talvez seja o Luke, eu tenho quase certeza."

--Luke se importa demais com a amizade, tenho certeza que estaria aqui se pudesse. A boa notícia que você tem vale pra mim também? Eu tô ficando animado.

"Melhor assim, mudar um pouco de assunto. Temo não saber o que fazer caso ela queira desabafar comigo. Seja o que for espero que ela consiga superar."
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