Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

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Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

Mensagem por Crios em Qua Ago 08, 2018 11:15 pm

musica:







Noite de lua minguante



Khan estava deitado em algum lugar de Fonte Fria, um dos poucos lugares em SP em que poderia ser livre para estar em sua forma racial mais confortávelmente. Khan havia passado algumas boas horas no caern. Estava deixando o tempo passar. A percepção do tempo funcionava de forma bem diferente para os lupinos. Era até um pouco difícil para khan entender por que os homens tinham tanta pressa de tudo. Deixavam passar coisas tão bonitas que mereciam ser apreciadas com calma.

Era noite de lua minguante, a lua dos Theurges no céu. Ele olhava a lua, e sentia o suave toque de Luna brilhar por entre seus pelos. Porém, era justamente o olhar claro da lua que lhe o fazia levantar. Já era hora. Havia marcado de se encontrar na humilde casa de Katerine. Ela pediu para que ele viesse quando a noite começasse. Queria conversar com ele.

Fechava os olhos e então dava um longo bocejo de lobo por levantar de seu descanso. Ele sentia a benção de luna alimentando seu espirito. Isso o deixaria cheio de vigor, e com protindião para partir. Mas o olhar admirar da lua poderia esperar. Haviam coisas a serem resolvidas.

Ele entrava na umbra, e corria livre pelos corredores da cidade. As aranhas do padrão estavam terminando seus afazeres e muitas já se retiravam para descansar. Khan já sabia o caminho para casa de Kate por vias umbrais. Estranhamente, era bem mais simples do que seguir as vias terrestres, e talvez, até mais seguro dependendo do ponto de vista. E talvez por isso kate pediu para que ele viesse a noite. Por conhecer a estrutura rígida dos horários das aranhas. Depois de um dia longo, elas simplesmente paravam para descansar. Após cruzar a paisagem morta da penumbra, Khan chegava por fim a casa de Katerine. A casa era decorada com algumas flores e o astral energetico metafisico local parecia mais "suave". com um ar mais relaxante. Longe de la, se prestasse atenção ainda poderia ouvir um som de musica eletronica, meio baixo e abafado. a varios metros da li.

Ele mudava para a forma hominídea, e se preparava para sair da umbra. O ato de atravessar a pelicula na frente desta casa era visualmente como atravessar uma rede de fios de aço. porem, muitos deles pareciam desgastos e meio desmontados, mas em padrões irregulares e com uma textura molenga de tecido para um fio de aço. Ao dar o ultimo passo, khan forçava a pelicula com seus braços e parecia estar empurrando um travesseiro. mas um travesseiro com cimento dentro duramente confortavel e macio.

Ao sair, ele nota que as luzes estavam ligadas. Batia na porta, e aguardava. A casa era relativamente simples. Haviam algumas flores do lado de fora decorando o lugar. Chegava até a ser meio meigo. A porta abria-se devagar. Era Katerine. Estava descalça, jeans e um casaquinho azul pastel. Ao ver khan, ela imediatamente mudava a expressão mais serie e sorria, abraçava forte o lupino seguido de um beijinho.

-Boa noite khan, como vai? - Ela fazia uma pausa - Entre, chega ai. só não repara na bagunça kkk

Katerine ia entrando dentro da casa acompanhando Khan. Ela se dirigia a sala. Seu humor era descontraido. Quando estava com Khan ou Luke, costumava ficar mais relaxada, ser mais ela mesma. Conhecendo ela assim, nem parecia que ela vinha de duas familias de raça pura. Apesar dela ter uma certa postura, nos momentos mais casuais, ela era simples assim.

-E então, tem visto Luke? Falei com ele a umas horas, seria legal se ele viesse. convidei ele tambem mas parece q ele tava ocupado, malhando sei la kkk -Katerine ria tentando disfarçar. Mas estava um pouco chateada com isso. - Sabe como ele é neh. Você o conhece melhor que eu. Mas ele ia gostar da noticia que eu tenho, eu acho - Na sequencia, ela levava um dedo ao queixo, pensativa

Spoiler:

Khan rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 5 para empatia e obteve: 10 1 5 8 5
Khan obteve 3 sucessos!


Chegavam na sala, e após indicar um local para sentar, Kate ficava na poltrona perto de um vaso. Estava quieta, parecia pensativa. Olhava o celular rapidamente mechina no cabelo, e voltava sua atenções para o lupino.

Spoiler:

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Re: Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

Mensagem por Kurosatsunomori em Dom Ago 12, 2018 6:39 am

Música:

Khan estava deitado em algum lugar de Fonte Fria, um dos poucos lugares em SP em que poderia ser livre para estar em sua forma racial mais confortávelmente. Khan havia passado algumas boas horas no caern. Estava deixando o tempo passar. A percepção do tempo funcionava de forma bem diferente para os lupinos. Era até um pouco difícil para khan entender por que os homens tinham tanta pressa de tudo. Deixavam passar coisas tão bonitas que mereciam ser apreciadas com calma.

Gaia tinha muitas coisas boas a oferecer, os humanos estavam tão imersos em suas rotinas e obrigações diárias que pareciam robôs, até mesmo calorosos encontros românticos tinham hora marcada para começar e terminar. Durante a noite tudo parecia mais bonito, com postes de luz que iluminam as praças proporcionando um ambiente ideal para momentos de descontração entre pessoas queridas.

Humanos pareciam ter tudo e não saber, máquinas em um movimento constante para ter mais e mais, uma guerra de egos desnecessária, pessoas que exploram e prejudicam umas as outras em troca de terem mais vantagens para suprir suas necessidades egoístas e fúteis de ter o relógio mais caro, eram coisas que faziam o lupino se perguntar como seria mundo se fosse dominado apenas por lobos, e ao pensar nas posições hierárquicas de uma matilha de lobos chegou a conclusão de que provavelmente acabariam do mesmo jeito, aquele que está no topo do mundo seria movido por aquilo que o faz se sentir bem, e sendo assim iria sugar ao máximo aquilo que seu poder pode proporcionar, e em uma posição de liderança, esse poder é sobre os outros.

Presas de Prata, eles não reconhecem que o tempo deles já passou, mas ninguém ainda foi capaz de tirá-los do comando, liderança tem que ser conquistada, e recentemente não há muito do que estes têm feito, apenas se gabam dos feitos de seus antepassados. Humanos estão sofrendo o mesmo de seus representantes, não há como eles reclamarem pois todas as exigências são divididas entre burocracias difíceis de entender até mesmo para eles próprios.

Khamaseen estava grato por estar em uma posição capaz de discernir essas diferenças, entretanto julga que sozinho o que pode fazer sobre esse apocalipse iminente é muito pouco, mas esse suspiro de liberdade o faz acreditar que tudo isso ainda pode mudar, enquanto existir alguém que pense assim.

Era noite de lua minguante, a lua dos Theurges no céu. Ele olhava a lua, e sentia o suave toque de Luna brilhar por entre seus pelos. Porém, era justamente o olhar claro da lua que lhe o fazia levantar. Já era hora. Havia marcado de se encontrar na humilde casa de Katerine. Ela pediu para que ele viesse quando a noite começasse. Queria conversar com ele.

Fechava os olhos e então dava um longo bocejo de lobo por levantar de seu descanso. Ele sentia a benção de luna alimentando seu espirito. Isso o deixaria cheio de vigor, e com protindião para partir. Mas o olhar admirar da lua poderia esperar. Haviam coisas a serem resolvidas.

O horário marcado de encontrar Katerine ao menos era mais flexível, e obrigações ao lado de seus amigos eram sempre gratificantes quando combinado por eles mesmos. Com certeza ela tem algo bom planejado.

Ele entrava na umbra, e corria livre pelos corredores da cidade. As aranhas do padrão estavam terminando seus afazeres e muitas já se retiravam para descansar. Khan já sabia o caminho para casa de Kate por vias umbrais. Estranhamente, era bem mais simples do que seguir as vias terrestres, e talvez, até mais seguro dependendo do ponto de vista. E talvez por isso kate pediu para que ele viesse a noite. Por conhecer a estrutura rígida dos horários das aranhas. Depois de um dia longo, elas simplesmente paravam para descansar. Após cruzar a paisagem morta da penumbra, Khan chegava por fim a casa de Katerine. A casa era decorada com algumas flores e o astral energetico metafisico local parecia mais "suave". com um ar mais relaxante. Longe de la, se prestasse atenção ainda poderia ouvir um som de musica eletronica, meio baixo e abafado. a varios metros da li.

Ele mudava para a forma hominídea, e se preparava para sair da umbra. O ato de atravessar a pelicula na frente desta casa era visualmente como atravessar uma rede de fios de aço. porem, muitos deles pareciam desgastos e meio desmontados, mas em padrões irregulares e com uma textura molenga de tecido para um fio de aço. Ao dar o ultimo passo, khan forçava a pelicula com seus braços e parecia estar empurrando um travesseiro. mas um travesseiro com cimento dentro duramente confortavel e macio.

A umbra já não era mais tão assustadora, observando Katerine e a maneira com a qual ela se familiarizava rapidamente com os mais diversos ambientes umbrais facilitou a compreensão desse "novo mundo".

São tantos universos novos a se conhecer a final, com apenas dois anos de idade aprender sobre a vida dos humanos, Garous, outros metamorfos e alem de tudo isso a umbra e os espíritos. Ao menos a bênção de Gaia permite que mesmo para alguém tão jovem em todo esse meio, seja possível de alguma maneira compreender um básico nisso tudo, deve ser igual aos filhotes de humanos, que mesmo tão pequenos e frágeis conseguem cair e se machucar minimamente, e permanecem caindo e correndo, quando menos esperamos já podem pular obstáculos. Esses pensamentos na cabeça Kham o faz pensar que nunca devemos nos subestimar, sempre há algo novo que podemos aprender. Não limite a si mesmo, não desista, apenas mude, e mude o ambiente.

Chegando em seu destino mais uma vez a sensação chata de atravessar a película, ao menos a ansiedade de ter esperado por esse momento o deixava animado.

Ao sair, ele nota que as luzes estavam ligadas. Batia na porta, e aguardava. A casa era relativamente simples. Haviam algumas flores do lado de fora decorando o lugar. Chegava até a ser meio meigo. A porta abria-se devagar. Era Katerine. Estava descalça, jeans e um casaquinho azul pastel. Ao ver khan, ela imediatamente mudava a expressão mais serie e sorria, abraçava forte o lupino seguido de um beijinho.

Comprimentos humanos também eram confusos as vezes, hora eram super calorosos, hora eram extremamente tímidos, com os amigos era algo que fluía muito mais naturalmente.

Luke as vezes brincava comparando a alegria de Kham a de um cachorrinho, mas era evidente que apreciava esses momentos, e os comprimentos de Katerine que sempre pegavam de surpresa e deixavam Kham confuso. Ela conquistou confiança e intimidade rápido demais, era como uma amizade que simplesmente foi dada de presente, talvez ela possa ser melhor aproveitada se for recebida de forma mais autêntica desde os comprimentos, mas sem lambidas na forma humana, os níveis de intimidade ainda são confusos de se entender, os motivos permanecem muito vagos, é melhor não testar isso por enquanto.

Logo que a porta se abre e Katerine sorri, Kham invade o espaço ignorando a necessidade de um convite para entrar dando um forte abraço a levantando algumas vezes

-Boa noite khan, como vai? - Ela fazia uma pausa - Entre, chega ai. só não repara na bagunça kkk

Katerine ia entrando dentro da casa acompanhando Khan. Ela se dirigia a sala. Seu humor era descontraido. Quando estava com Khan ou Luke, costumava ficar mais relaxada, ser mais ela mesma. Conhecendo ela assim, nem parecia que ela vinha de duas familias de raça pura. Apesar dela ter uma certa postura, nos momentos mais casuais, ela era simples assim.

Perguntas como "tudo bem?" sempre soam robóticas quando vindas de estranhos, as pessoas deveriam fazer essas perguntas caso realmente se importassem ou pudessem fazer algo sobre isso, e não por um sentido de obrigação. Para um lupino isso é realmente algo íntimo, qual é o sentido de responder isso a um estranho? E depois de tanto responder essas perguntas com "Como assim?", "Por quê você quer saber?" ou mesmo uma encarada de desconfiança para pessoas que se referem com esse aspecto robótico e senso de obrigação, Kham aprendeu a respondê-los com "Hm", quando não tem a opção de mudar de assunto.

--Boa noite Kate, vou bem, e você?

A casa não era bagunçada de acordo com a perspectiva de Kham, muito pelo contrário, era a cara da Katerine, todas as coisas pareciam ser arrumadas e bagunçadas tudo do jeito dela, isso sim era intimidade. O cheiro da casa foi uma das coisas que mais chamou atenção, o ar de um ambiente fechado com Katerine e todas as coisas que ela faz ao longo do dia despertam a curiosidade do lupino ao ter suas narinas invadidas por suor, perfume, açúcar, produtos de limpeza, comidas, tecidos, temperos, amaciante, hortelã, café, gordura, vapor, e se misturava com os cheiros que vieram da rua, era quase enlouquecedor, dava vontade de cheirar cada canto daquela casa. Seria estranho se pedisse? Mesmo que na forma lupina? Ahh essas barreiras estranhas de intimidade...

Kham não esconde a curiosidade:

--Kate, seu cheiro está pela casa toda, não é que isso me incomoda, muito pelo contrário, é que eu queria cheirar a casa inteira, hmm... me mostra um pouco de como é sua vida aqui?

Uma leve vontade de esconder o rosto ou sair por alguma janela preparam Kham para o pior, mas talvez sua amiga seja capaz de compreender.

-E então, tem visto Luke? Falei com ele a umas horas, seria legal se ele viesse. convidei ele tambem mas parece q ele tava ocupado, malhando sei la kkk -Katerine ria tentando disfarçar. Mas estava um pouco chateada com isso. - Sabe como ele é neh. Você o conhece melhor que eu. Mas ele ia gostar da noticia que eu tenho, eu acho - Na sequencia, ela levava um dedo ao queixo, pensativa
Chegavam na sala, e após indicar um local para sentar, Kate ficava na poltrona perto de um vaso. Estava quieta, parecia pensativa. Olhava o celular rapidamente mechina no cabelo, e voltava sua atenções para o lupino.

--Malhando? Não sei, ele tem as obrigações dele, a mulher dele, e ultimamente tem trabalhado pouco por causa das missões. É difícil ter uma vida normal nesse mundo paranoico.

Alguma coisa estava incomodando Kate, mas ela não chegou a comunicar, pelo menos de forma direta. Para um lupino entender tais mensagens é um pouco difícil, e o que fazer quanto a isso pode ser ainda mais difícil.

"Eu sei que não é fome, dá pra perceber pelo cheiro dela e da casa. Talvez seja o Luke, eu tenho quase certeza."

--Luke se importa demais com a amizade, tenho certeza que estaria aqui se pudesse. A boa notícia que você tem vale pra mim também? Eu tô ficando animado.

"Melhor assim, mudar um pouco de assunto. Temo não saber o que fazer caso ela queira desabafar comigo. Seja o que for espero que ela consiga superar."
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Re: Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

Mensagem por Crios em Qua Ago 29, 2018 3:49 pm


Perguntas como "tudo bem?" sempre soam robóticas quando vindas de estranhos, as pessoas deveriam fazer essas perguntas caso realmente se importassem ou pudessem fazer algo sobre isso, e não por um sentido de obrigação. Para um lupino isso é realmente algo íntimo, qual é o sentido de responder isso a um estranho? E depois de tanto responder essas perguntas com "Como assim?", "Por quê você quer saber?" ou mesmo uma encarada de desconfiança para pessoas que se referem com esse aspecto robótico e senso de obrigação, Kham aprendeu a respondê-los com "Hm", quando não tem a opção de mudar de assunto.

--Boa noite Kate, vou bem, e você?

Kate ainda mantendo o sorriso dizia:

-Ah, sacomé. A vida no brazil é bem diferente da Deustchland. Alias, Verstehst du Deutsch?* . Significa "fala alemão?" kkk Eu sei que não, mas quando quiser impressionar alguem que não sabe alemão, este pode ser um bom metodo - Katerine dava uma gargalhada descontraidas
Spoiler:
*entende alemão?

Katerine falava ainda com um sotaque bem puxado do alemão. E parecia mesmo não se referir a Alemanha como Alemanha, mas sim como deustuchland.

Kham não esconde a curiosidade:

--Kate, seu cheiro está pela casa toda, não é que isso me incomoda, muito pelo contrário, é que eu queria cheirar a casa inteira, hmm... me mostra um pouco de como é sua vida aqui?

Uma leve vontade de esconder o rosto ou sair por alguma janela preparam Kham para o pior, mas talvez sua amiga seja capaz de compreender.

empatia:
Khan rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Manobra Especial e obteve: 9 7 9 5 8  
Khan obteve 5 sucessos!

Com base nisso, eu vou dar uma descrição mais completa de tudo o que ela falar. nas proximas cenas


Kate se virava para khan com uma cara confusa, deixando o rosto cair para o lado, tentando entender. Demorava alguns segundo até ela dar sua resposta. Mas log em seguida ela fazia uma cara de como se tivesse se tocado de algo importante. Nesse pequeno intervalo, pular a janela começava a parecer uma boa alternativa já que não dava para cavar um buraco. Katerine soltava uma risadinha, e falava com alguma relutancia:

- Acho que não tem problema. Desculpa, é que esse tipo de pergunta é bem nova pra mim. Kkk. Posso te mostrar a casa sim, mas acho que hoje vamos ter pouco tempo pra isso. Vem ca.

Katerine tocava bastante Khan. e mantinha uma distancia proxima. E toda a linguagem corporal, indicava que por mais que tivesse achado estranho a atitude de khan, não queria o contrariar, ou magoa-lo. Ela mantinha uma proximidade intima a ele e ia caminhando pela casa e fazendo um tuor para Khan. Em cada comodo ela iria falando e dando tempo para khan conhecer o ambiente. A casa era pequena então não tinha muitos cômodos para explorar.


-A casa na verdade não é minha. Minha mãe que tinha algum amigo parente ou algo assim para alugar a casa. Eu não entendi direito a historia. As coisas ainda estão um pouco perdidas na mudança. Essa ultima semana que eu comecei a tirar algumas coisas das caixas. Como você pode ver, ainda tem cheiro de papelão. Só o meu quartinho que ta mais bem arrumado com as minhas coisinhas de casa.



A casa tinha uma madeira meio velha. A casa parecia estar pouco habitada. Era simples em sua essência. O cheiro de katerine era forte. Uma mistura do cheiro pessoal e do seu perfume era bem nítido para Khan. Era uma essência de flores que pareciam ter sido misturadas com o álcool e algumas outras coisas. Em um dos corredores, é possivel ver tambem um espelho realmente bem grande. Porem o comodo que mais chama a tenção de Khan, é o quarto de Katerine. O cheiro não é apenas dela, a própria energia do local é diferente. Era mais mistica. As coisas ali tem cheiro de coisas distantes. Cheiro de coisas novas e interessantes!. Alguns objetos tem cheiros que lembram uma terra gelada, com perfumação que lembra maças e flores. Uma mistura de sensações aprazíveis para khan vem destes cheiros. Claro que o cheiro do Cupnoodles ali quebrava um pouco o cheiro todo. Mas cheiro de galinha caipira que também é bem gostoso.

quarto:


Algumas fotos de família decoravam o local. Khan tambem via caixinhas de coisinhas brilhantes de por na orelha e no pescoço. Outra coisa que chama a atenção de Kham era um móvel com gavetas de meias com cheiro de amaciante. E encima, ele via um quadro azul. Uma foto de um homem mais velho segurando o Bebê Kate. Khan o olha, e de forma bem institiva reconhece. Ele era raça pura e se empunha assim. Era possível ainda ver o Glifo dos Fianna em seu braço tatuado. E do lado, havia outro quadro outra foto: a da pequena Katerine filhotinha (criança de 10 anos), no ombros de outro homem.


-Aquele ali é meu vô. Esse era meu pai Hainz...Ele....ele era foda. – Katerine dizia isso um pouco triste, mas orgulhosa.

Outras fotos estão estendidas em um muralzinho de ferro com as fotos presas por imãs. La Khan via fotos de Katerine e algumas foto dela com a mae dela e uma foto com uma especie de Roupa cerimonial.

Terminando o quarto, ela continuava pela casa.

-As coisas aqui no brasil são um poucos novas pra mim, eu não tenho muitas coisas para fazer aqui, então as vezes eu viajo, em nome da família, ou chamado da seita. Mas tenho ficado sempre a disposição de Fonte Fria. Depois que conheci vocês, acabei ficando bastante tempo por aqui e achei que seria bom eu ter um refúgio, um cantinho pra ficar. – Katerine fazia uma pausa olhava pro além com sorriso nostálgico e retomava – Mas minha casa em Deustchland ainda é mais legal. Um dia quero levar vocês para conhecer a minha..... – Katerine ia abaixando o tom, como se tivesse lembrado algo meio triste – seita...? Pra ser honesta, eu não sei dizer a que seita eu sirvo mais... As vezes eu sinto falta de quando as coisas eram mais simples em deustuchland. –  KAterine então começava a falar baixo algo para si mesma que Khan poderia pensar se tratar de alemão. Para khan soava como – xaghe von destrilen das wagen blabla scheseilaoque ofertalguem. – Seja la o que estivesse falando, ela estava com um semblante levemente triste, porem nostálgico. Ela mesmo se cortava depois de um rápido silencio. Como se tivesse falado demais e tentava volta ao assunto. – Bem. Vamos?
Khan notou bem rapidamente. Ela olha pra baixo. Sua linguagem corporal demonstrava uma mulher com uma postura baixa. Ombros e peito encolhidos. Um braço segurava o outro como se estivesse tentando se “proteger”. Porem essa reação foi rapida, como se algo tivesse passado em sua cabeça mas ela tentava mudar o assunto mentalmente

Até essa altura já estavam terminando o tuor e no caminho de volta para a sala

--Malhando? Não sei, ele tem as obrigações dele, a mulher dele, e ultimamente tem trabalhado pouco por causa das missões. É difícil ter uma vida normal nesse mundo paranoico.

-kkk es ist wahr*. Ele é casado não é? Não sei se ele sabe mas manter um casamento confere renome. Mas de fato. Essa vida material é bem chata as vezes. É uma pena mesmo que ele não esteja.
Spoiler:
*É verdade

Alguma coisa estava incomodando Kate, mas ela não chegou a comunicar, pelo menos de forma direta. Para um lupino entender tais mensagens é um pouco difícil, e o que fazer quanto a isso pode ser ainda mais difícil.

"Eu sei que não é fome, dá pra perceber pelo cheiro dela e da casa. Talvez seja o Luke, eu tenho quase certeza."

raciocinio+emptia:
Khan rolou 4 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Manobra Especial e obteve: 7 7 10 8
Khan obteve 4 sucessos!

Com toda a descrição da casa de Kate, e a maneira que ela falava, bem como a linguagem corporal, o lupino começou a ligar os pontos. Katerine tentava não demonstrar, mas ela se sentia sem casa. Ela não agia como se aquele fosse "o territorio dela" exatamente. era "meio dela". Ela se sentia como um lobo perdido. Porem ela tentava não mostrar isso para não preocupar Khan.

--Luke se importa demais com a amizade, tenho certeza que estaria aqui se pudesse. A boa notícia que você tem vale pra mim também? Eu tô ficando animado.

"Melhor assim, mudar um pouco de assunto. Temo não saber o que fazer caso ela queira desabafar comigo. Seja o que for espero que ela consiga superar."



-Acho que ele gostaria de estar mesmo...– Katerine suspirava e então voltava ao olhar serio. Katerine começava amarrar o cabelo, de forma bem presa. E Khan notava que a sua expressão mudava completamente. Estava seria. Até mesmo a raça pura dela parecia ressoar mais forte. -Afinal, é sobre um dom. Bem, agora vamos aos assuntos


-Khan, certa vez você me disse que tinha interesse em aprender a falar com espíritos. Ou pelo menos algum poder espiritual. Sei que você tem um interesse nesses assuntos mais ocultos. Nós Uktena temos um faro natural pra isso. Falar com espíritos é a maioria das vezes o que define nosso trabalho como Theurges para guiar e barganhar com criaturas do reino espiritual. Porem os dons ocultos também são...tentadores. Pois bem, Chegou o dia. Eu encontrei um espirito amigável que se disporia a ensinar um dom para você e Luke. Mas como ele não esta, então, a bola passa para você. O nome já é difícil de pronunciar em alemão, agora imagina tentar falar em brasileiro? Mó difícil. –Katerine falava deixando um ar de mistério -

-Mas enfim. O espirito quer se manter anônimo. Você deverá ir até ele e “convencer ele que vale a pena ele lhe ensinar algo” – Katerine fazia o sinais de aspas com os dedos – Não tenho certeza do que isso quer dizer, mas talvez seja um duelo de charadas. Eu acho...Enfim. Precisa ser esta noite. Você topa? Eu posso lhe dar uma carona até perto do local. Mas depois disso, estará por conta própria. Pedido do espirito.

Katerine dava mais uma olhada para o celular, dava outra suspirada, mas agora um pouco irritada, e então se levantava.

-Você já viajou de moto com Luke? Talvez não seja tão divertido como viajar com ele, mas eu faço esforço. Lass uns dorthin gehen, verrückt*
Spoiler:
*bora/vamos la, Maluco

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Re: Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

Mensagem por Kurosatsunomori em Qui Ago 30, 2018 6:25 am

Kate ainda mantendo o sorriso dizia:

-Ah, sacomé. A vida no brazil é bem diferente da Deustchland. Alias, Verstehst du Deutsch?* . Significa "fala alemão?" kkk Eu sei que não, mas quando quiser impressionar alguem que não sabe alemão, este pode ser um bom metodo - Katerine dava uma gargalhada descontraidas

"Hahá! Ela gostou do abraço!" "Impressionar alguém... ham... ok." "Deustchland deve ser o lugar de onde ela veio..."

Khamaseen escreveu:--Kate, seu cheiro está pela casa toda, não é que isso me incomoda, muito pelo contrário, é que eu queria cheirar a casa inteira, hmm... me mostra um pouco de como é sua vida aqui?
Kate se virava para khan com uma cara confusa, deixando o rosto cair para o lado, tentando entender. Demorava alguns segundo até ela dar sua resposta. Mas log em seguida ela fazia uma cara de como se tivesse se tocado de algo importante. Nesse pequeno intervalo, pular a janela começava a parecer uma boa alternativa já que não dava para cavar um buraco.

Neste momento Kham considerava fortemente que os hábitos lupinos e humanos se divergiam e se tornavam incompatíveis. E esperando uma resposta negativa olhou para a janela mais próxima e colocou a mão sobre o bolso onde guardava o maço de cigarros, afastar-se ou substituir o cheiro eram boas opções para suprir sua necessidade de conhecer o ambiente por seus sentidos naturalmente mais avançados. Por outro lado pensava em assumir a forma lupina e sair correndo pela casa farejando cada canto caso fosse necessário.

Katerine escreveu:- Acho que não tem problema. Desculpa, é que esse tipo de pergunta é bem nova pra mim. Kkk. Posso te mostrar a casa sim, mas acho que hoje vamos ter pouco tempo pra isso. Vem ca.

"Nossa! Acho que ela entende o meu lado!"

Katerine tocava bastante Khan. e mantinha uma distancia proxima. E toda a linguagem corporal, indicava que por mais que tivesse achado estranho a atitude de khan, não queria o contrariar, ou magoa-lo. Ela mantinha uma proximidade intima a ele e ia caminhando pela casa e fazendo um tuor para Khan. Em cada comodo ela iria falando e dando tempo para khan conhecer o ambiente. A casa era pequena então não tinha muitos cômodos para explorar.

O que o lupino poderia encontrar de novo era indiferente, a curiosidade que o invadia através das narinas era mais devido a todas as informações que vinham misturadas e difíceis de entender. Os cheiros dos lugares por onde as caixas passaram, as pessoas que as tocaram, em conjunto com o cheiro das coisas de Kate, todas as coisas que ela fazia e a galinha temperada, iam o deixando mais relaxado no ambiente que aos poucos deixava de ser desconhecido. Agora deve ser uma boa hora para observar outras coisas além dos cheiros, mas com a permissão dela. Permitir a entrada em seu quarto pode ser um gesto de gentileza dependendo das coisas que ela guarda, humanos podem ter muitos segredos.

Algumas fotos de família decoravam o local. Khan tambem via caixinhas de coisinhas brilhantes de por na orelha e no pescoço. Outra coisa que chama a atenção de Kham era um móvel com gavetas de meias com cheiro de amaciante. E encima, ele via um quadro azul. Uma foto de um homem mais velho segurando o Bebê Kate. Khan o olha, e de forma bem institiva reconhece. Ele era raça pura e se empunha assim. Era possível ainda ver o Glifo dos Fianna em seu braço tatuado. E do lado, havia outro quadro outra foto: a da pequena Katerine filhotinha (criança de 10 anos), no ombros de outro homem.

Kham se aproxima com receio, mas com um sorriso no rosto enquanto vê as fotos da pequena criança de cabelos ruivos. Neste momento alguns pensamentos começam a tomar forma adicionando mais informações sobre a história de Katerine. Das poucas coisas que estavam arrumadas, as fotos de seus familiares e de eventos de sua vida estavam enfeitando um cômodo muito pessoal, o pote de macarrão instantâneo dava um toque especial no ambiente, como se fosse o lugar mais agradável para comer.

Em situações onde se está fora de perigo, onde não há motivo em ter pressa para comer, é gostoso encontrar um lugar onde possa se sentir abraçado, seguro, muitas vezes próximo de amigos, família, matilha, e em alguns casos, com suas memórias.

Pelos cheiros Kham possui uma facilidade inata em resgatar essas memórias. Fotos são muito uteis também, e aparentemente a maneira que Katerine escolhe para mante-las mais próximas.

Katerine escreveu:-Aquele ali é meu vô. Esse era meu pai Hainz...Ele....ele era foda. – Katerine dizia isso um pouco triste, mas orgulhosa.

"Morreu?"

--Uma vez tentei seguir umas pistas para encontrar o meu pai, mas desisti, se ele estiver vivo deve ser um cara com muitos problemas. Já você, parece bem feliz aqui.

Kham agia de forma sincera, até agora estava funcionando bem, nada com o que se preocupar.

Terminando o quarto, ela continuava pela casa.
Katerine escreveu:-As coisas aqui no brasil são um poucos novas pra mim, eu não tenho muitas coisas para fazer aqui, então as vezes eu viajo, em nome da família, ou chamado da seita. Mas tenho ficado sempre a disposição de Fonte Fria. Depois que conheci vocês, acabei ficando bastante tempo por aqui e achei que seria bom eu ter um refúgio, um cantinho pra ficar. – Katerine fazia uma pausa olhava pro além com sorriso nostálgico e retomava – Mas minha casa em Deustchland ainda é mais legal. Um dia quero levar vocês para conhecer a minha..... – Katerine ia abaixando o tom, como se tivesse lembrado algo meio triste – seita...? Pra ser honesta, eu não sei dizer a que seita eu sirvo mais... As vezes eu sinto falta de quando as coisas eram mais simples em deustuchland. –  KAterine então começava a falar baixo algo para si mesma que Khan poderia pensar se tratar de alemão. Para khan soava como – xaghe von destrilen das wagen blabla scheseilaoque ofertalguem. – Seja la o que estivesse falando, ela estava com um semblante levemente triste, porem nostálgico. Ela mesmo se cortava depois de um rápido silencio. Como se tivesse falado demais e tentava volta ao assunto. – Bem. Vamos?
Khan notou bem rapidamente. Ela olha pra baixo. Sua linguagem corporal demonstrava uma mulher com uma postura baixa. Ombros e peito encolhidos. Um braço segurava o outro como se estivesse tentando se “proteger”. Porem essa reação foi rapida, como se algo tivesse passado em sua cabeça mas ela tentava mudar o assunto mentalmente

As coisas pareciam ter mudado de maneira muito brusca, o ambiente permanecia o mesmo, Kham permanecia o mesmo, mas havia uma forte mudança em Kate, essa mudança provavelmente veio de dentro dela, por isso Khamassen não podia ver ou ter certeza do que era, havia apenas algumas pistas.

"Opa... ela está escondendo algo de mim, ou dela mesma??"
*Kham busca por possíveis respostas*

"Esse é o tipo de coisa que eu posso simplesmente perguntar? Eu posso oferecer um cigarro, humanos se abrem com facilidade depois de relaxar, preciso de alguma ideia útil... humanos são difíceis."

*Kham se lembra*
memória:

"Aquele joguinho acabou nem ajudando. As coisas se desenrolam as vezes tão fáceis e as vezes tão confusas, deve ter sido feito para crianças... espera! Talvez seja isso o que está acontecendo aqui! Quantos coraçõezinhos será que eu tenho?"
"Ah! É verdade, eu não terminei o jogo, parei quando apareceu um monte de bolinha colorida na tela e eu tinha que explodir elas pra ganhar mais dinheiro, e aí a velha da biblioteca disse que eu não podia fazer esse tipo de coisa. Esses obstáculos humanos..."
"Por causa disso acabei nem aprendendo muita coisa, ela foi muito prestativa e me ofereceu um livro de auto ajuda, mas não consigo me concentrar em historias com apenas letras, acaba não tendo interação nenhuma."

--Seria legal, e como vc deve saber, YA tozhe zdes' ne zhivu. Segnifica "Eu também não moro aqui" em russo, use sua criatividade quando quiser impressionar com isso. E minha casa é bem diferente das daqui, fiz ela toda de madeira, na floresta. O frio natural ajuda a conservar os produtos que eu faço. E eu tava pensando em colocar uma daquelas vitrolas, mas eu tenho voltado lá tão pouco. Mesmo assim você e o Luke estão convidados para quando quiserem passar as férias por lá. Podemos caçar, e também tem um rios e lagos que são uma maravilha.

Com toda a descrição da casa de Kate, e a maneira que ela falava, bem como a linguagem corporal, o lupino começou a ligar os pontos. Katerine tentava não demonstrar, mas ela se sentia sem casa. Ela não agia como se aquele fosse "o territorio dela" exatamente. era "meio dela". Ela se sentia como um lobo perdido. Porem ela tentava não mostrar isso para não preocupar Khan.

"Acho que entendi, as coisas não devem estar indo bem na Deustcuchland"

Katerine escreveu:-Khan, certa vez você me disse que tinha interesse em aprender a falar com espíritos.
"Hãã não mocinha essa ideia desse dom é toda sua, você não para de me falar dele"
Katerine escreveu:Ou pelo menos algum poder espiritual. Sei que você tem um interesse nesses assuntos mais ocultos.
"Isso! Foi isso o que eu disse!"
Katerine escreveu:Falar com espíritos é a maioria das vezes o que define nosso trabalho como Theurges para guiar e barganhar com criaturas do reino espiritual. Porem os dons ocultos também são...tentadores. Pois bem, Chegou o dia. Eu encontrei um espirito amigável que se disporia a ensinar um dom para você e Luke. Mas como ele não esta, então, a bola passa para você. O nome já é difícil de pronunciar em alemão, agora imagina tentar falar em brasileiro? Mó difícil. –Katerine falava deixando um ar de mistério -
"Um dom oooooooooooculto? O_o"
"Não descarto a utilidade de falar com espíritos, mas o que seria dom oooooooooculto?"


Katerine escreveu:-Mas enfim. O espirito quer se manter anônimo. Você deverá ir até ele e “convencer ele que vale a pena ele lhe ensinar algo” – Katerine fazia o sinais de aspas com os dedos – Não tenho certeza do que isso quer dizer, mas talvez seja um duelo de charadas. Eu acho...Enfim. Precisa ser esta noite. Você topa? Eu posso lhe dar uma carona até perto do local. Mas depois disso, estará por conta própria. Pedido do espirito.

"O espírito não esconde que é cheio de segredinhos."
--Vamos lá

Katerine dava mais uma olhada para o celular, dava outra suspirada, mas agora um pouco irritada, e então se levantava.
"Pra mim já deu de tentar decifrar ela"
Katerine escreveu:-Você já viajou de moto com Luke? Talvez não seja tão divertido como viajar com ele, mas eu faço esforço. Lass uns dorthin gehen, verrückt*
--Katerine espera --Diz enquanto a segura pelo pulso da mão que está com o celular.

Por mais que interações humanas sejam difíceis e cheias de articulações, segredos, indiretas e intenções ocultas, coisas que podem ser um parque de diversões para um Ragabash, também podem ofuscar o caminho para encontrar respostas, e as vezes a solução é fazer o trabalho duro, o que neste caso implica em ser direto.

Khamaseen ainda segurando Kate pelo pulso, se aproxima sutilmente em sua direção olhando nos olhos. Ao encontrar seu olhar Kham levanta o pulso na altura do cotovelo e solta os dedos de modo as costas da mão de Kate se apoie sobre a dele.

--O que está acontecendo?
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Re: Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

Mensagem por Crios em Qui Set 13, 2018 3:16 pm

"Morreu?"

--Uma vez tentei seguir umas pistas para encontrar o meu pai, mas desisti, se ele estiver vivo deve ser um cara com muitos problemas. Já você, parece bem feliz aqui.

Kham agia de forma sincera, até agora estava funcionando bem, nada com o que se preocupar.


Katerine olhava para ele e dizia, um pouco triste ou preucupada:

-Serio? Tu não teve uma boa historia com seu pai neh? Bem, mas vocês lupinos são mais desapegados aparentemente neh? Pois tipo, vocês não ficam mt tempo com seus pais, a gente passa anos crescendo e desenvolvendo até virar adulto e se separar dos pais. Então faz sentido até. Biologicamente, nós crescemos, mas faz parte do comportamento humano ficar junto com a família. Eu não vejo o mesmo em vários tipos de animais.

Katerine tinha um devaneio mental. E começava a pensar em algo que já nem era mais o foco da conversa inicial. Sera que todo hominídeo é assim? Ou só os theurges que são mais viajados mesmo?





--Seria legal, e como vc deve saber, YA tozhe zdes' ne zhivu. Segnifica "Eu também não moro aqui" em russo, use sua criatividade quando quiser impressionar com isso

-oh, entendi. Boa *katerine pisca para Khan e da uma risadinha*. Acho russo uma língua legal. O dia que estiver com um presa de prata russo vou mandar essa! É. É uma boa.

--E minha casa é bem diferente das daqui, fiz ela toda de madeira, na floresta. O frio natural ajuda a conservar os produtos que eu faço. E eu tava pensando em colocar uma daquelas vitrolas, mas eu tenho voltado lá tão pouco. Mesmo assim você e o Luke estão convidados para quando quiserem passar as férias por lá. Podemos caçar, e também tem um rios e lagos que são uma maravilha.

-oh, meu nobre lupino, daria-me a honra de caçar peixes em vosso território e instruir-me nas habilidades de caça dos lupinos? – Ela olhava para khan, soltava uma risadinha e então tomava seu tom normal – Parece uma boa ideia. Vamos ver. Provavelmnte nas férias de verão eu vá para Deutschland.





--Katerine espera --Diz enquanto a segura pelo pulso da mão que está com o celular.

Por mais que interações humanas sejam difíceis e cheias de articulações, segredos, indiretas e intenções ocultas, coisas que podem ser um parque de diversões para um Ragabash, também podem ofuscar o caminho para encontrar respostas, e as vezes a solução é fazer o trabalho duro, o que neste caso implica em ser direto.

Khamaseen ainda segurando Kate pelo pulso, se aproxima sutilmente em sua direção olhando nos olhos. Ao encontrar seu olhar Kham levanta o pulso na altura do cotovelo e solta os dedos de modo as costas da mão de Kate se apoie sobre a dele.

--O que está acontecendo?
off :
Agora deixa a musica correr normal. Mas dps se quiser ler o segundo paragrafo isoladamente, bote aos 2:30.



Quando confrontada desta forma, katerine imediatamente repete olhar triste de antes. Khan reconhece. Era irritação por frustação. Ela estava incomodada com algo que a deixava não brava, mas sim frustada. Ela olhava para baixo e dizia baixo:

-Khan eu... –Ela fazia uma pausa. Como se estivesse pensando nas palavras- Bem...nós somos matilha então acho que preciso ser honesto com você. Minha mãe foi para a Alemanha. Foi a viagem para resolver assuntos da família. Eu poderia ir junto mas não fui. Você sabe que eu venho de uma linhagem importante não? Eu e ela temos algumas responsabilidades agora que meu pai morreu. Faz pouco tempo, foi logo antes do meu ritual de passagem. É como se eu tivesse assumido um “manto” pesado. Ele era alguém importante, e muitos me olham, como se eu tivesse que assumir o mesmo papel dele talvez, em especial os membros da antiga matilha dele. Eu sou raça pura de duas tribos diferentes, e muita gente pode olhar pra mim com inveja, mas não faz ideia da pressão que eu passo. É confuso. Por que no fim, eu me orgulho e muito, mas me doi – Quando Katerine fala isso, ela levanta a cabeça, ergue o queixo e estufa o peito. Claramente uma demonstração de orgulho e força. Porem, quando khan olha os olhos de kate, eles estão vermelhos e com algumas lagrimas. Era visível que ela estava segurando o choro – EU ME ORGULHO DA MINHA LINHAGEM. Muito... Eu achava que ficando um tempo no brasil as coisas talvez fossem melhorar. Mas cara. Aqui eu me sinto perdida, sem rumo, sem nada. Eu estou aqui para amadurecer, para melhorar. Mas eu não sinto que esse lugar é meu. Essa casa não é minha, mas a alemanha tambem não tem sido– Kate chutava uma almofada com raiva. –

Spoiler:
Aqui deve ter dado nos 1:30

Agora não conseguia mais segurar o choro, olhava pra baixo e voltava a olhar para Khan emocionada

-Agora sabe por que eu passo tanto tempo na umbra!? Por que la eu me sinto mais em casa do que aqui! La! Eu sinto que posso ser algo a mais do que apenas um brasão perdido no meio do brasil. – Katerine começava a chorar mais intensamente – LA eu sinto alguma conexão com meu pai. – Ela soluçava - Foi ele que me ensinou a andar na umbra. Eu sinto como se ele ainda pudesse me ver. Não sei. Eu... – O choro aumentava de intensidade – SÓ SOBROU EU E A MÃE. E AGORA TODO O PESO CAI EM CIMA DE NÓS E EU QUERO ORGULHAR A TODOS, MAS COMO VOU FAZER? SE HAINZ ESTIVESSE VIVO ELE SABERIA O QUE ME DIZER. VOCÊ SABE COMO FRUSTA ISSO? EU FAÇO DE CONTA QUE TA TUDO BEM, MAS NÃO TA. EU TO É FUDIDA! EU SINTO FALTA DE CASA QUE EU NEM SEI QUAL É, EU SINTO FALTA DE HAINZ. EU SINTO FALTA DE QUANDO TUDO ERA SIMPLES! – Ela soluçava um pouco mais, e batia em algo com muita raiva, quase como se gastasse fúria para dar socos. mas logo parava quieta. Tomava um pouco de força, reorganizava sua mente e terminava – Eu não consigo ser forte o tempo todo.

Ela secava as lagrimas. Ficava quieta um pouco e falava:

-Acho que no fundo no fundo, eu só to sentindo falta dele. Ele era realmente muito sábio, não atoa era da matilha da coruja. Agora so tenho a mãe, a Syl e vocês. mas sei la, enfim. Deixa baixo. Desculpa Khan. Você não tem nada haver com isso. Eu só preciso de - Pausa pensativa porem com um olhar de vergonha- tempo acho. sei la...Eu não costumo ser assim sempre. desculpa.

Spoiler:
Aproveite o final da musica pra sentir o clima e imaginar a cena

Quando as coisas se aquietaram, ela diz em um tom baixo, se recompondo:

-Quando quiser ir me fala. Não terás muito tempo eu acho

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Re: Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

Mensagem por Kurosatsunomori em Dom Set 16, 2018 11:15 pm

Katerine escreveu:Katerine olhava para ele e dizia, um pouco triste ou preucupada:

-Serio? Tu não teve uma boa historia com seu pai neh? Bem, mas vocês lupinos são mais desapegados aparentemente neh? Pois tipo, vocês não ficam mt tempo com seus pais, a gente passa anos crescendo e desenvolvendo até virar adulto e se separar dos pais. Então faz sentido até. Biologicamente, nós crescemos, mas faz parte do comportamento humano ficar junto com a família. Eu não vejo o mesmo em vários tipos de animais.

--Não, eu apenas não tive história com meu pai, nunca o conheci. Muita coisa envolve nossos valores familiares. Lobos se tornam adultos rapidamente, e nossos pais e irmãos se unificam com a matilha, todos se tornam importantes iguais. Agora sobre a minha relação com o meu pai, eu deixei de lado porque eu nunca dei a mínima, me ocorreu porque fui afetado por uma sociedade que dá a mínima. Eu entendo vocês, vivem com seus pais por pelo menos um terço de suas vidas no mínimo, por um momento eu pensei que comigo poderia ser igual, mas eu nem o conheço afinal, e minha cabeça se enche de "e se", e aí eu me sinto igual aos humanos, claro, é parte de mim.




Katerine escreveu:Quando confrontada desta forma, katerine imediatamente repete olhar triste de antes. Khan reconhece. Era irritação por frustação. Ela estava incomodada com algo que a deixava não brava, mas sim frustada. Ela olhava para baixo e dizia baixo:

-Khan eu... –Ela fazia uma pausa. Como se estivesse pensando nas palavras- Bem...nós somos matilha então acho que preciso ser honesto com você. Minha mãe foi para a Alemanha. Foi a viagem para resolver assuntos da família. Eu poderia ir junto mas não fui. Você sabe que eu venho de uma linhagem importante não? Eu e ela temos algumas responsabilidades agora que meu pai morreu. Faz pouco tempo, foi logo antes do meu ritual de passagem. É como se eu tivesse assumido um “manto” pesado. Ele era alguém importante, e muitos me olham, como se eu tivesse que assumir o mesmo papel dele talvez, em especial os membros da antiga matilha dele. Eu sou raça pura de duas tribos diferentes, e muita gente pode olhar pra mim com inveja, mas não faz ideia da pressão que eu passo. É confuso. Por que no fim, eu me orgulho e muito, mas me doi – Quando Katerine fala isso, ela levanta a cabeça, ergue o queixo e estufa o peito. Claramente uma demonstração de orgulho e força. Porem, quando khan olha os olhos de kate, eles estão vermelhos e com algumas lagrimas. Era visível que ela estava segurando o choro – EU ME ORGULHO DA MINHA LINHAGEM. Muito... Eu achava que ficando um tempo no brasil as coisas talvez fossem melhorar. Mas cara. Aqui eu me sinto perdida, sem rumo, sem nada. Eu estou aqui para amadurecer, para melhorar. Mas eu não sinto que esse lugar é meu. Essa casa não é minha, mas a alemanha tambem não tem sido– Kate chutava uma almofada com raiva. –
Katerine escreveu:Agora não conseguia mais segurar o choro, olhava pra baixo e voltava a olhar para Khan emocionada

-Agora sabe por que eu passo tanto tempo na umbra!? Por que la eu me sinto mais em casa do que aqui! La! Eu sinto que posso ser algo a mais do que apenas um brasão perdido no meio do brasil. – Katerine começava a chorar mais intensamente – LA eu sinto alguma conexão com meu pai. – Ela soluçava - Foi ele que me ensinou a andar na umbra. Eu sinto como se ele ainda pudesse me ver. Não sei. Eu... – O choro aumentava de intensidade – SÓ SOBROU EU E A MÃE. E AGORA TODO O PESO CAI EM CIMA DE NÓS E EU QUERO ORGULHAR A TODOS, MAS COMO VOU FAZER? SE HAINZ ESTIVESSE VIVO ELE SABERIA O QUE ME DIZER. VOCÊ SABE COMO FRUSTA ISSO? EU FAÇO DE CONTA QUE TA TUDO BEM, MAS NÃO TA. EU TO É FUDIDA! EU SINTO FALTA DE CASA QUE EU NEM SEI QUAL É, EU SINTO FALTA DE HAINZ. EU SINTO FALTA DE QUANDO TUDO ERA SIMPLES! – Ela soluçava um pouco mais, e batia em algo com muita raiva, quase como se gastasse fúria para dar socos. mas logo parava quieta. Tomava um pouco de força, reorganizava sua mente e terminava – Eu não consigo ser forte o tempo todo.

O lupino acaba deixando algumas lágrimas rolarem enquanto assiste e ouve pacientemente tudo o que Kate apresenta, tem muita emoção envolvida, e todas elas parecem estar ligadas a uma coisa só, algo bem desastroso, tudo isso deve ter um ponto central, algo que foi capaz de desencadear tantos sentimentos de uma só vez. As conversas já estavam pendendo para esse lado, as fotos da família organizadas enquanto o resto da casa parece pela metade, o pote de macarrão instantâneo esquecido naquele cômodo. Tudo indicava luto pela morte recente do pai.

Logo que Katerine terminou de socar as coisas Khamaseen imediatamente se aproxima e abraça. Ele acredita que um abraço não pode curar as dores, mas é um poderoso analgésico emocional. durante esse tempo ele se concentra alguns segundos para pensar em algo pra dizer, ela já cansou de despejar fúria sobre as coisas pelo menos por enquanto, falar com ela enquanto ela se recupera parece ser uma boa opção.

--Katerine, Sendo Heinz assim tão importante, muitos outros também devem estar sentindo a falta dele, vivem o luto, e se cobram responsabilidades de você, é porque também não estão sabendo lidar com a perda. Ninguém está feliz com isso, e você não pode deixar de ser Katerine querendo ou não, por mais que seja lamentável, Heinz se foi. Dê um espaço pra sua dor. --Recua alguns passos acreditando que Katerine possa ter algo a dizer.

Katerine escreveu:-Acho que no fundo no fundo, eu só to sentindo falta dele. Ele era realmente muito sábio, não atoa era da matilha da coruja. Agora so tenho a mãe, a Syl e vocês. mas sei la, enfim. Deixa baixo. Desculpa Khan. Você não tem nada haver com isso. Eu só preciso de - Pausa pensativa porem com um olhar de vergonha- tempo acho. sei la...Eu não costumo ser assim sempre. desculpa.

--Quando você estiver pronta vai perceber que no final das contas ninguém tem certeza do que ta fazendo, e por isso usariam você como apoio. Já pensou em fazer o contrário, mostrar o que você sente e exigir respeito? Não precisa fingir que está tudo bem, pois não está. Todos sofreram com essa perda, mas não tanto quanto você, a filha dele.

Katerine escreveu:-Quando quiser ir me fala. Não terás muito tempo eu acho

--Podemos ir, pode tentar pilotar igual o Luke, ele não manda muito bem, é um maluco que tem sorte.
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Re: Khamaseen - Curso umbral de Russo a distancia.

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