Caern Serpente do Brejo - USP

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Caern Serpente do Brejo - USP

Mensagem por GAIA em Seg Mar 27, 2017 11:49 am

CAERN SERPENTE DO BREJO


Nome: Serpente do Brejo
Nlvel: 5
Pelicula: 2 no centro (Clube dos Professores) e Bosque da Biologia; de 4 a 8 em todos os outros locais.
Tipo: manipulação
Totem: Serpente do Brejo.  

A Serpente do Brejo é um poderoso espírito da natureza. Inteligente, ardilosa e manipuladora - mas nao necessariamente má; afinal, ela está do lado dos Garous e de Gaia. Seus domínios incluem as áreas pantanosas (como era a Fazenda Butantã) e florestas tropicais em geral.

história:

A Chegada dos Garras Vermelhas

Tudo começou no século XVI, na época da colonização, quando aportaram no Brasil os primeiros navios negreiros. Portugal já usava escravos negros na Ilha da Madeira,Açores e Cabo Verde. Depois que os primeiros navios foram mandados ao novo continente, rumores sobre um paraíso inexplorado começara a
circular na Europa e Africa - e varios Garou europeus de diversas tribos resolveram vir para a America, como
exploradores. Os Garou africanos (na maioria Garras Vermelhas) adotaram outra técnica: pouco familiarizados com a cultura humana (os Garras sao todos de origem lupina), eles se deixavam capturar como escravo negros (dessa forma nao precisavam comunicar-se com ninguém) e, aqui chegando, nao tinham o menor problema para se livrarem das correntes e escapar.
Os Garras Vermelhas se dividiram em diversos grupos, juntamente com os Garou europeus, sendo que vários permaneceram na zona da mata e alguns fizeram expedições para o
interior. Nessas expedições Garou esbarraram com os Uktena - Lobisomens de origem norte-americana que haviam descido ate a America do Sul. Porem, ao contrário do que aconteceu na America do Norte (onde
combates sangrentos foram travados entre os Garou americanos e europeus), aqui praticamente não houve
confronto; os Uktena estavam tendo trabalho em lidar com os outros licantropos que habitavam a região, em
numero muito maior na época: eram homens-jaguar e homens-jacaré, na maioria. Uma aliança entre os Uktena e os europeus garantiu o extermínio de quase todos os outros licantropos, que nunca os perdoaram por isso, e ate hoje aguardam uma oportunidade para pular nas gargantas dos Garou. Hoje, contudo, eles acham-se em número reduzido demais para pensar nisso.

A Serpente de Luz

Urn grupo composto apenas por Ganas Vermelhas avançou na direção do que se tornaria a cidade de Sao Paulo. Um dos Garou desse grupo, certo dia, viu a Serpente de Luz (um aspecto do Totem Serpente) que o guiou ate o local onde hoje existe a Cidade Universitária- e ordenou-lhe que um Caern fosse "erguido" em sua homenagem naquele local. Uma antiga canção de urn Galliatd Garra Vermelha, a Cançao da Serpente, conta essa história.

0 Caern foi dedicado a Serpente e recebeu o  nome Serpente do Brejo. Esse caern foi exclusivo dos Garras Vermelhas até meados do século XX, quando o aumento da população humana na região  e o pequeno numero de caerns obrigou os Garras a  aceitarem a incômoda presença de Garou hominídeos. 0 Caern, apesar de ser regido pelos Garras, passou a contar com garous de praticamente todas as treze tribos.

A Revolução de 30

Descontente com o autoritarismo do governo Vargas, a classe media paulista passou a exigir eleições livres e secretas, honestidade na contagem dos votos e direitos políticos plenos.
Os liberais paulistas (o grosso dos constitucionalizas) promoveram um levante armado conhecido como A Revolução de 30 ou a Constitucionalista, Essa revolução (que contou com a participação de vampiros paulistas) detonou violentos conflitos nos limites da cidade de Sao Paulo. Muitos desses confrontos serviram para encobrir sangrentas batalhas entre vampiros (Camarilla x Anarquistas), onde mais de uma centena de Cainitas pereceram em todo pais. Num desses confrontos, em Sao Paulo, alguns anarquistas se refugiaram nas matas da então Fazenda Butantã, sendo perseguidos por um grupo de vampiros Tremere, auxiliados por seus carniçais. Os Anarquistas se embrenba.ram mata adentro e tornaram sua captura praticamente impossfvel.
Os Tremere, exaustos e preocupados com a aproximação do dia, decidiram retornar. Entretanto, antes de atingirem a área urbana da cidade, os vampiros depararam com um grupo de Garou Garras Vermelhas, que não hesitaram em atacar aqueles que julgaram invasores. A maioria dos vampiros foi destruída - e os que restaram fugiram em pânico.

A Primeira "Blitz"

Ao tomar conhecimento da presença de lobisomens tão perto de seus refúgios em São Paulo, a alta cúpula do poder da Camarilla decidiu esperar a da guerra contra os anarquistas para depois cuidar do problema dos
Lupinos. A ameaça anarquista foi esmagada de forma relativamente fácil e rápida; era chegada a hora de acertar as contas com os lobos, que estavam entalados nas gargantas dos Tremere.

Missões foram enviadas para as matas da Fazenda Butantã para erradicar os Garou, mas encontraram resistência maior do que a esperada, e retornaram com muitas baixas e pouca moral. De fato, a cada investida contra os Lupinos, a resistência se tornava maior: em numero e em fúria. Foi quando os Tremere suspeitaram que os lobisomens estavam contandocom apoio logístico de outros Garou, vindos da região da Mata Atlântica (litoral paulista). Essa suspeita se confirmou quando carniçais interceptaram um grupo de Presas de Prata atravessando a cidade em direção a Fazenda Butantã. Um breve combate ocorreu em plena luz do dia, numa área urbana da cidade, mas os carniçais fugiram para alertar seus mestres assim que o sol desaparecesse.

A Decisão Pela Paz

Ha muito tempo os Tremere sabiam da existência de Lupinos no litoral paulista, e essa situação sempre foi
apreciada com cautela, algo como: não mexa com eles e eles não nos importunarão. Na verdade, os Ventrue paulistas acharam que o grupo de lobisomens encontrado da primeira vez "estava apenas de passagem por lá", talvez em busca de ou algo assim", mas os acontecimentos seguintes provaram que eles estavam
errados. Os Tremere, então, chegaram à conclusão de que deveria haver algo de muito valor para os Lupinos na Fazenda Butantã. Mas seria quase impossível tira-los de Ia, já que as condições do terreno favoreciam
enormemente o inimigo. Os Tremere decidiram que era melhor tentar conviver com a desagradável presença lupina na região.

A Dança dos Cadáveres

Preocupados com as constantes incursões dos vampires na mata da Fazenda Butantã, os Garras Vermelhas convocaram uma Assembleia Geral para decidir sobre o futuro da Caem. Lfderes de todas as tribes compareceram, bem como muitos outros lobisomens interessados no assunto (a grande maioria). Os Garras Vermelhas propuseram uma retaliação imediata contra os vampiros de São Paulo. A proposta encontrou apoio, total dos Senhores das Sombras, Uktena, Furias Negras e Presas de Prata; os Filhos de Gaia e os Andarilhos do Asfalto se opuseram, tentando buscar uma solução pacifica para o problema - mas, como as tribos restantes recusaram-se a interferir, foram voto vencido. Decidiu-se .que os vampires pagariam o alto preço da destruiçao.

Às 7 horas da manha do dia 05 de outubro de 1933, centenas de lobisomens se espalharam pela cidade, procurando e invadindo os refúgios dos vampiros - que, com o sol brilhando no céu, pouco puderam fazer para se defender. A ação ficou conhecida como A Dança dos Cadáveres ("cadáver" é como os Garou se referem aos
vampiros), pois a violência utilizada pelos lobisomens contra os vampiros sonolentos fazia parecer que as vitimas estavam executando uma macabra. Nem a chegada da noite impediu que os combates prosseguissem, mas obviamente eles se tornaram mais equilibrados: muitos vampiros encontraram seu fim nessa terrível noite, mas os Lupinos também sofreram muitas baixas.

0 Surgimento da Universidade

A Revolução Constitucionalista  acelerou o processo de criacao de uma universidade paulista, há muito pleiteada  pelo povo de São Paulo. Depois de muita discussao e longas negociaçoes, o interventor federal, Armando Salles de Oliveira criou, em 1934, USP (Universidade de São Paulo). Faltava, entretanto, urn local para a instalação do campus. Para tanto, em 1935, Armando Salles de Oliveira nomeou uma comissão para definir onde seria erguida aquela que viria a ser a maior universidade da America Latina.

Ha muito tempo os vampiros paulistas estavam interessados na criação de um grande centro de estudos científicos em Sao Paulo. Afinal, a ciência e a razão que ela envolve eram a  melhor ferramenta para a preservação da Mascara (lei que proíbe todo e qualquer vampiro de revelar sua natureza para mortais), pois a razão ridiculariza a superstição. Quando interventor federal nomeou a comissão para definir o local onde seria instalada a universidade, os Ventrue paulistas encontraram a arma perfeita para erradicar os Garous de seu quintal, bastava obter uma forte influência nessa comissão par escolher a Fazenda Butantã como endereço da USP. A mata seria derrubada e o local seria invadido por centenas de operários trazendo máquinas barulhentas e poluidoras, além de toneladas de ferro, cimento, areia… Seria mais do que os Garous poderiam suportar.

Entretanto, influenciar essa comissão não foi tarefa fácil. As pessoas envolvidas no projeto possuíam extrema força de vontade e não se deixaram dominar facilmente. Os ventrue se esforçaram: chantagens, subornos milionários, desaparecimentos oportunos, foram apenas alguns dos recursos utilizados pelos vampiros. Mesmo assim, dez anos se passaram e nada foi resolvido.

A Ação dos Andarilhos

Os anos de dura negociação para a instalação da USP chamaram atenção dos lobisomens Andarilhos do Asfalto - que possuíam influencia, ainda que pequena, nos meios empresariais paulistas. Eles tomaram conhecimento dos planos para a Fazenda Butantã, embora não descobrissem que havia ali influencia de vampiros.
Os andarilhos convocaram uma assembléia para expor o problema aos outros garou. Esta assembleia deveria se realizar no território dos Garras Vermelhas, próximo ao caern. Nem é preciso dizer que os Garras Vermelhas odiaram ver uma tribo rival conduzindo uma assembléia em seus domínios.

Durante a assembléia, ao mesmo tempo em que expunham o problema aos outros garou, os Andarilhos propunham uma solução: eles próprios tentariam infiltrar um ou mais de seus lobisomens na comissão. Nao seria difícil, uma vez ue alguns Andarilhos eram ambientalistas renomados  (claro que o uso de alguns Dons seria imprescindível…). Os Garras Vermelhas começaram a protestar mesmo antes que os Andarilhos terminassem a explicação: para eles, todos os membros da comissão deveriam ser mortos, bem como engenheiros e operários que se  aproximassem do Caern. Mais uma vez uma votação foi realizada e a proposta dos Garras Vermelhas foi considerada absurda, tendo apenas o apoio dos Senhores das Sombras. Os garou decidiram que os Andarilhos teriam carta branca para lidar com a situação: eles deveriam tentar infiltrar agentes na comissão. Essa pequena contenda política e a consequente vitória dos Andarilhos do Asfalto acirrou ainda mais a rivalidade entre eles os Garras Vermelhas.

Em 1946 um Andarilho começou a integrar a comissão, depois de um infeliz acidente ocorrido com um dos membros originais. Os primeiros relatórios enviados pelo garou infiltrado davam conta de que a idéia da construção na Fazenda Butantã já estava fortemente enraizada na comissão, e os poucos membros que se mostravam contra o projeto já estavam ficando sem argumentos.

Durantes dois anos, os Andarilhos fizeram tudo que estivesse ao alcance deles para mudar os planos da comissão. Para seu desespero, nada conseguiram (o poder de manipulado dos vampiros era extremadamente maior).

Só em 1949 os Andarilhos decidiram adotar uma estratégia: "já que a universidade será mesmo construída na Fazenda Butantã, façamos com que a área em torno do Caern seja preservada através de um projeto ambiental que privilegie a natureza no campus da USP. Esse projeto incluirá criação e manutenção de novas áreas verdes, bem com PRESERVAR INTOCADAS outras já existentes no local."

Partindo desse nova idéia, os Andarilhos passaram a obter mais sucesso na comissão. Infelizmente, o mesmo não aconteceu perante os outros garou, que não gostaram nem m um pouco da ideia de ter um Caern o meio de uma universidade.

Lobisomens de várias tribos "uivaram" ferozmente, muitos até se mostraram arrependidos por não terem apoiado a radical proposta inicial dos Garras Vermelhas. Mas, como os Andarilhos foram designados para cuidar do problema (o que, na época, foi muito cômodo para a maioria das outras tribos), nada podia ser feito.
Finalmente, em 1951 fica definitivamente estabelecido que a área da Fazenda Butantã iria servir de sede para a USP, com um arrojado projeto ambiental…

A Reviravolta Política

Absolutamente inconformados com o rumo que a situaçao havia adquirido, os Garras Vermelhas ensaiaram alguns ataques a operarios que trabalhavam na construcao da universidade. Entretanto, eles foram rigorosamente advertidos pelos outros garous, uma vez que a incidência constante de "animais selvagens" na região poderia por fim à ideia de manutenção de extensas áreas verdes no local. Apesar de resignados,os Garras Vermelhas aceitaram a paz forçada.

Durante a construção do campus da USP, os Garras Vermelhas demonstraram um claro descontentamento em permanecer ali, ameaçando inclusive abandonar o Caern. Os Filhos de Gaia desempenharam importante papel no sentido de acalmar os Garras e convencê-los de sua função como guardiões do local. Mas, com o término das obras, a situação ficou insuportável; os Garras Vermelhas não conseguiram mais conviver com a constante movimentação de humanos (com suas vozes irritantes e modos nojentos) à sua volta. Mais uma vez uma Assembléia foi convocada, e cada uma das tribos presentes foi convidada a assumir a responsabilidade sobre o Caern.

Os Senhores da Sombras se ofereceram prontamente, recebendo o apoio imediato dos Garras Vermelhas - mas a conhecida ganância dos Senhores fez com que as outras tribos relutassem em entregar o Caern nas mãos deles. A situaçao pegou fogo mesmo quando os Andarilhos do Asfalto também se apresentaram como candidatos. Os Garras Vermelhas queriam briga, os Senhores das Sombras, mais diplomáticos, afirmaram que os Andarilhos já haviam cometido erros demais e ano tinham sequer o direito de se candidatarem.

Como nenhuma outra tribo se mostrou interessada em disputar o controle do Caern (devido às condições peculiares do local, e não por um nobre desejo de paz), mais uma vez os garou paulistas viram-se diante de um impasse.

Nova votação foi convocada e os Andarilhos venceram mais uma vez (eles eram, teoricamente, mais fáceis de manipular), mas três condições foram impostas: todo e qualquer garou teria acesso permitido ao Caern; os Senhores das Sombras teriam o direito especial de supervisionar as atividades do Caern: e a função de Guardião do Caern seria reservada preferencialmente a um Garra Vermelha (se a tribo dispusesse de um Ahroun com vocação para mártir, para habitar aquele "inferno de cimento").

A situação toda acabou desgastando os Garras Vermelhas, além de realçar a importância dos Andarilhos do Asfalto perante todos.

Essa situação política é a que perdura até hoje em Sao Paulo, um dos locais do mundo onde o ódio dos Garras Vermelhas pelos Andarilhos do Asfalto é mais intenso. Mas os Senhores das Sombras e os Garras trabalham neste exato momento para "restabelecer a ordem natural das coisas"…

FONTE: revista Dragão Brasil n. 13 - 1995

MAPA

Locais de Interesse:


1) Construção Abandonada Junto à Entrada Principal - Aqui costumava se um posto avançado de observação para os Senhores das Sombras, que durante a noite podiam manter um controle rígido sobre quem entrava no campus. É a única entrada para o campus que permanece aberta (apesar do acesso ser restrito e os vigias pedirem comprovante do que pretenda fazer no campus) após as 20:00. Com a construção do paço das artes, reaproveitando parte da construção abandonada, este local começou a ter outros usos, enquanto o controle de entrada no campus foi reforçado pela incorporação de parentes dos Andarilhos do Asfalto na equipe de vigilância.

2)Vizinhança do Hospital Universitário - Local completamente desabitado, cuja visão só é possível pelo lado de dentro do campus. Apesar de plano e com vegetação rasteira trata-se de um local bastante reservado, pois quase ninguém passa por lá durante o dia - e alguns dos poucos humanos que passearam por ali à noite desapareceram. Os jovens Garou costumam se reunir aqui para trocar informações, contar histórias e planejar atividades um tanto quanto escusas longe do centro do Caern (e, portanto, de seus anciões). Algumas matilhas mais tradicionais fazem conferências neste local e chegam até a executar pequenos rituais.

3) Bosque da Biologia - A área mais intocada do campus, e também a mais reservada, competindo nestes dois aspectos com o centro do Caern: o Clube dos Professores. O terreno é totalmente cercado (com o acesso proibido), em elevado declive, com a vegetação nativa do local e um pequeno lago. Não poderia haver em todo o campus lugar mais apropriado para a execução de diversos rituais (o nível de película aqui é 2, assim como o Clube dos Professores), pois a vegetação é bastante cerrada, tornando impossível que se veja o que acontece lá dentro mesmo durante o dia (as ruas à volta não têm iluminação pública). Aliado à proximidade do centro do Caern, o Bosque da Biologia é adequado às grandes assembléias da seita.

4) Clube dos Professores - Área vizinha ao Bosque da Biologia, separada deste pela rua do Matão, é tao intocada quanto o Bosque. É o centro do Caern USP, onde a Serpente foi conjurada pela primeira vez pelos Theurges Garras Vermelhas. Os Andarilhos do Asfalto - que têm parentes em 10 das 33 unidades da USP, e até mesmo um Andarlilho, professor na Escola Politécnica - garantem o livre acesso dos Garou ao Clube (normalmente o acesso é restrito aos professores, durante o dia, e fechado à noite). O Clube é na verdade uma enorme área verde cortada por algumas trilhas, onde existe um viveiro de plantas e um enorme restaurante tipo casa de fazenda, que serve como o Q.G. do Caern. O restaurante foi construído sobre o Caern original, mas graças á influência dos Andarilhos, sua construção foi executada apenas por Garou e parentes, não prejudicando em nada o Caern - e dando ate´uma certa cobertura à sua existência.

5) Parque: Esportes Para Todos - Apesar de oficialmente ser uma área reservada à prática de atividades esportivas, o parque tem se tornado - juntamente com a área 2  - um ponto de reuniao dos Garou. Uma matilha de Roedores de Ossos costuma pernoitar lá, devido às comodidades e privacidade. Contantdo com uma ampla área verde e uma pista natural de cooper, o parque é um local bastante agradável, sendo visitado por centenas de usuários durante o dia e fechado à noite.

6) Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares - O IPEN é responsável por boa parte da poluição radioativa do campus (em conjunto com o IFUSP). Atualmente o IPEN trabalha em um projeto secreto para a construção de um submarino nuclear brasileiro, através da compra de tecnologia atômica russa. A pesquisa necessária para tornar seu reator principal funcional gera uma quantidade razoável de detritos radioativos, cujo destino até pouco tempo atrás era uma incógnita. Recentemente o IPEN fez uma licitação pública para a contratação de uma empresa de prestação de serviços que desse um fim nos seus detritos. A empresa ganhadora foi a Envirolix, uma subsidiária do grupo Pentex, sediada em Cubatão - SP. O interesse da Pentex no campus se resume a uma fonte de lixo radioativo, matéria-prima para suas experiências bizarras: eles chegariam mesmo ao extremo de COMPRAR o lixo do IPEN se fosse preciso - mas, já que eles estão sendo pagos para ficar com ele quem se importa?

7) Conjunto das Químicas - O Conjunto das Químicas, que abrange o Depto. de Engenharia Química (DEQ), o Instituto de Química (IQ) e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF), gera uma quantidade impressionante de lixo tóxico. Graças à ação de um parente dos Andarilhos, o prof. Dr Renato Comasseti do IQ, essa poluição ambiental tem sido melhor controlada, através de uma série de procedimentos laboratoriais para impedir que produtos tóxicos sejam simplesmente despejados no ralo (como se fazia há até bem pouco tempo).

A pesar de existirem cursos nocturnos do IQ e na FCF, a área é bastante reservada - em especial o Semi-Industrial, ponto tradicional de reunião dos Andarilhos do Asfalto. Seu acesso é facilitado pelo prof. André Pantulha do DEQ. Não há como negar que ultimamente o poder e a influência dos Andarilhos têm aumentado de forma impressionante, bem mais do que os Senhores das Sombras e os Garras Vermelhas gostariam….

8 ) Centro de Computação Eletrônica - responsável pela enorme rede de computadores da USP, o CCE era há até bem pouco tempo um dos poucos lugares no Brasil com acesso à Internet em tempo real. Desnecessário dizer que é chefiado por um parente dos Andarilhos. As facilidades proporcionadas pelo CCE são absolutamente incríveis, possibilitando aos Andarilhos uma rede de informações quase tão eficiente quanto a dos Vampiros.

9) Hospital Universitário - o HU atende à comunidade local, estudantes, professores e funcionários. Seu atendimento de emergência é 5 estrelas; as chances de alguém ferido em combate (Garou ou humano) venha a morrer por falta de cuidados é praticamente zero. Os serviços que o HU presta são exemplos, uma vez que o hospital é também uma escola e conta com a supervisão de diversos professores.

FONTE: revista Dragão Brasil n. 13 - 1995




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