Klauss Krugger - A Perversa Ciência (Subida de Posto)

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Re: Klauss Krugger - A Perversa Ciência (Subida de Posto)

Mensagem por Klauss K. em Sex Jun 30, 2017 10:11 am

Klauss sentiu um urro sair de sua boca.

A fúria queimava dentro dele, em ondas de lava revigorante. Não sentia mais dor, nem debilidade, só ódio. Um ódio mortal!

-- UUUUUAAAAAAAAAAHHHHHHHHHRRRRRRRRR!!!!!!!!!!

*A fúria queimava em seu peito, queria sangue o sangue dos desgraçados que haviam o deixado tão debilitado ao ponto de se entregar ao lobo.*

-- Fujam VERMES!! (off momento Vegeta)

(Controle...)

(Vaki...)

(irmãos mortos devido ao frenesi...)

(Sangue...)

(Preciso mata-los)

(Controle...)


Klauss pouco raciocinava. Tinha uma vaga noção de que estava muito ferido mas o Lobo, a fera assassina dentro dele, falava mais forte. O cheiro do próprio sangue o excitava. Tudo o que via diante de si eram presas. Presas odiosas. Queria dilacerá-las!

*Um passo para trás.*

-- Não...

(Eu domino o Lobo, não o Lobo me domina... se eu ataca-los vou morrer, ainda não estou pronto para a batalha)

Ação-- Gasto de 3 pontos de força de vontade

*Saio do Galpão e me refugio em meio ao mato próximo tentando controlar o lobo, porém, pronto para atacar caso um deles saia do hospital o procurando.*
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Re: Klauss Krugger - A Perversa Ciência (Subida de Posto)

Mensagem por Lua em Seg Ago 21, 2017 12:52 pm

A primeira coisa que Klauss sentiu foi um cheiro de gente sem banho misturado a café. Depois o canto dos passarinhos. Abriu os olhos e viu que estava deitado em uma cama, dentro de um barraco. Viu as paredes de madeira recobertas por pedaços de velhas cortinas, um ventilador desconjuntado em um canto e, ao lado, uma mesinha bamba sobre a qual se equilibrava um galão de água com suporte, uma coca litro pela metade, uns potes de plástico e os restos de um desjejum. Pelas frestas das tábuas entrava a luz do sol, confirmando que já era de manhã.

Klauss escutou uns passos e viu que uma garota semidesdentada se aproximava com um sanduíche de misto quente e um copo de plástico com café com leite nas mãos.

— Come, truta — disse ela, entregando-lhe a comida — Falei na padaria que a gente tava tudo machucado e o Zé caprichou nos lanche.

De fato, parecia apetitoso.

Klauss olhou em volta. Em uma cama menor e mais humilde do que a que lhe foi destinada, estava aquele garou com cara de frequentador de mostras culturais. Tinha os cabelos compridos e um bigode fino e bem cuidado, que constrastava com o velho moleton com estampa de Andy Warhol que usava para dormir. No chão a seu lado, sobre um grande colchão velho e manchado, repousava um corpo lupino coberto por um lençol.

— Tá morto — disse a garota — Nóis ainda não teve força para enterrar ele. Já foi duro trazer você desmaiado até aqui.

Havia tristeza em sua voz mas nenhum ressentimento.

— Esse é Vão Live,  nosso líder. — ela apontou o garou de bigode.

O ahroun saudou Klauss com a cabeça, muito sério.

— Conta pra ele o que você me falou ontem, que nóis tá do lado errado da briga — disse a moça banguela — Que eles têm garou de cobaia lá no hospital...

— Deixa ele falar, Rádio Peão — interrompeu o líder — Pela alma do finado Tomba Lata aí, mano, você nos deve uma explicação. E, se estiver falando a verdade, vai ver a gente pode até te ajudar.


Off:
Klauss, mudou tempo e espaço, então já é outra cena. Ao final do dia você e os roedores de ossos terão curado um nível de vitalidade. Nem preciso dizer que se o Klauss conseguir ganhar a confiança do Vão Livre —mediante rolagem—,  você poderá usá-los como aliados.
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Re: Klauss Krugger - A Perversa Ciência (Subida de Posto)

Mensagem por Klauss K. em Qui Ago 24, 2017 4:32 pm

— Come, truta — disse ela, entregando-lhe a comida — Falei na padaria que a gente tava tudo machucado e o Zé caprichou nos lanche.

-- Obrigado... *murmurava enquanto olhava ao redor*

Klauss olhou em volta. Em uma cama menor e mais humilde do que a que lhe foi destinada, estava aquele garou com cara de frequentador de mostras culturais. Tinha os cabelos compridos e um bigode fino e bem cuidado, que constrastava com o velho moleton com estampa de Andy Warhol que usava para dormir. No chão a seu lado, sobre um grande colchão velho e manchado, repousava um corpo lupino coberto por um lençol.

— Tá morto — disse a garota — Nóis ainda não teve força para enterrar ele. Já foi duro trazer você desmaiado até aqui.

-- Sinto muito por isso e ... obrigado... *demonstrava o pesar na voz*

— Esse é Vão Live,  nosso líder. — ela apontou o garou de bigode.

O ahroun saudou Klauss com a cabeça, muito sério.

— Conta pra ele o que você me falou ontem, que nóis tá do lado errado da briga — disse a moça banguela — Que eles têm garou de cobaia lá no hospital...

— Deixa ele falar, Rádio Peão — interrompeu o líder — Pela alma do finado Tomba Lata aí, mano, você nos deve uma explicação. E, se estiver falando a verdade, vai ver a gente pode até te ajudar.


-- Sou Justiça de Prata, ahroun fostern dos Crias de Fenris, sinto por seu irmão de matilha, *Olho para Rádio Peão* Obrigado por confiar e acreditar em mim... Bem Vão Livre acredito que já ouviu falar em Antrax,  o que eles estão criando dentro do hospital é uma versão que pode afetar a nossa raça, estive presente em Fonte Fria quando um deles usava os cavalos para aperfeiçoar a toxina e uma das garou teve contato acidentalmente com essa coisa e os danos causados a ela não puderam ser curados com nossos dons e a nossa regeneração também foi ineficaz e la no hospital eles estão aperfeiçoando essa coisa e infelizmente os alvos somos nós... como já falei a Rádio Peão o que me fez parar foi a lealdade dela pela sua matilha se fosse em qualquer outra situação ela estaria morta assim como você, agradeço muito pelo que fizeram por mim, de me resgatar e de me manter em segurança, mas não posso pedir que me ajude nem que coloque o resto de sua matilha em perigo, até porque a missão é minha e não de vocês, apenas peço que se mantenham afastados para que eu possa terminar o que comecei...

*Penso por alguns momentos...*

-- Eu fui arrogante e os  subestimei, mas isso não vai acontecer novamente... apenas peço que avisem a eles que me encontraram morto e se livraram do corpo... *tento levantar apenas da dor* preciso encontrar um theurge para me recuperar desses ferimentos... ainda tenho que  terminar o que comecei.
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Re: Klauss Krugger - A Perversa Ciência (Subida de Posto)

Mensagem por Lua em Ter Ago 29, 2017 7:28 pm

-- Sou Justiça de Prata, ahroun fostern dos Crias de Fenris, sinto por seu irmão de matilha, *Olho para Rádio Peão* Obrigado por confiar e acreditar em mim... Bem Vão Livre acredito que já ouviu falar em Antrax,  o que eles estão criando dentro do hospital é uma versão que pode afetar a nossa raça, estive presente em Fonte Fria quando um deles usava os cavalos para aperfeiçoar a toxina e uma das garou teve contato acidentalmente com essa coisa e os danos causados a ela não puderam ser curados com nossos dons e a nossa regeneração também foi ineficaz e la no hospital eles estão aperfeiçoando essa coisa e infelizmente os alvos somos nós... como já falei a Rádio Peão o que me fez parar foi a lealdade dela pela sua matilha se fosse em qualquer outra situação ela estaria morta assim como você ...


Rolagem:
Klauss rolou 13 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 9 8 10 1 8 3 8 3 2 6 8 5 5
Klauss obteve 6 sucessos!
Especialização: 1
Total de sucessos: 6

Vão Livre ouviu tudo com seriedade. Ao fim do relato, murmurou:

— Disseram para a gente que era uma doença que só matava Dançarinos da Espiral Negra — balançou a cabeça de um lado a outro — Então a verdade é que o alvo somos nós. Confiamos na presa de prata. Que mancada... Que merda, véio! Que merda!— Vão livre passou a mão pelo rosto, expirando longamente.


... agradeço muito pelo que fizeram por mim, de me resgatar e de me manter em segurança, mas não posso pedir que me ajude nem que coloque o resto de sua matilha em perigo, até porque a missão é minha e não de vocês, apenas peço que se mantenham afastados para que eu possa terminar o que comecei... *Penso por alguns momentos...*  -- Eu fui arrogante e os  subestimei, mas isso não vai acontecer novamente... apenas peço que avisem a eles que me encontraram morto e se livraram do corpo... *tento levantar apenas da dor* preciso encontrar um theurge para me recuperar desses ferimentos... ainda tenho que  terminar o que comecei.


Rádio Peão e Vão Livre se entreolharam perplexos.

— Você não quer nossa ajuda? — perguntou Vão Livre franzindo o cenho.

Nesse instante ouviram pequenos golpes na porta do barraco.

— É o Zerigó — disse Rádio Peão levantando-se da cama. Confirmou rapidamente, olhando por uma fresta na madeira e abriu a porta. Ambos pareciam já esperar o homem.

Entrou um velho barbudo e esfarrapado, que saudou-os animadamente.

— Klauss, esse é o Zerigó. — apresentou Radio Peaão — Ele é quem cura todo mundo aqui.

— Ahhh, aí tá o alemão — disse o velho, estendendo para Klauss uma mão manchada de nicotina e com as unhas pretas de sujeira. Tinha um sorriso tão sincero quanto desdentado.

Depois dos cumprimentos, o velho disse:

— Vam começá?

Vão Livre e Rádio Peão assentiram com a cabeça.

O velho tirou do casaco uma espécie de tesoura grande com a ponta terminada em pinça parecido com um fórceps.  Olhou em volta e perguntou:

— Vocês tem pinga ou álcool?

— Vou buscar! — disse Rádio Peão e saiu do barraco em busca de algum vizinho. Voltou em instantes, entregando uma garrafa com um resto de cachaça a Zerigó,

O velho entornou a garrafa e tomou a bebida de um gole só.

— Ahhhh — disse abrindo a boca com prazer — É pra minha mão não tremer.

Em seguida aproximou-se de Klauss e pediu que erguesse a camisa. Olhou para os ferimentos de bala com cara de experto. Depois deu uma olhada nas costas de Klauss e sorriu satisfeito.

— Nenhuma atravessou. As bala estão tudo aí. Agora respira fundo, alemão, que vai arder um pouco mas eu sei que você guenta.

O corpo de Klauss estava tentando se regenerar, de modo que um fino tecido recobria as feridas. Zerigó forçou a pinça contra uma delas, abrindo o orifício novamente, o que produziu algum sangramento e dor. Klauss sentiu o forceps entrando e escavando em sua carne. Era uma sensação ruim e dolorosa a despeito dos movimentos de Zerigó serem precisos e surpreendentemente delicados.

De súbido, sentiu um beliscão nas tripas.

— Ahhhh, Tá aqui a bicha!!! — exultou Zerigó. Puxou o forceps rapidamente e ergueu-o no ar com uma expressão de triunfo. Uma bala prateada e ensanguentada brilhava em sua extremidade. O velho depositou-a com cuiddado em uma lata de goiabada vazia que trouxera com essa finalidade. A bala tintineou sobre a lata e Zerigó voltou ao trabalho. Ao todo foram onze balas que o velho colocou na lata.

— Prata da boa, nada de banho! — disse ele, guardando as balas no bolso do casaco — Desculpa, fio, mas essa é a minha paga.  Agora vamos cuidá dessa sua barriga de peneira.

Rolagem:
Zerigó rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Ativar Dom e obteve: 5 10 7 2 10 4 8 3 4 7
Zerigó obteve 3 sucessos!

Klauss ainda estava ferido gravemente mas já se sentia bem melhor.  Zerigó limpou sua barriga com um trapo e Klauss pode ver o resultado final da "operação". Tinha onze pequenas cicatrizes circulares no abdome.

— Pena que não deu pra fazer isso na hora — lamentou-se Zerigó — Senão nem estragava sua barriga, fio. Mas não tem problema, não. Cicatriz de batalha é coisa boa. Cê tem namorada? Vai se molhar mais que meus pé nas chuva de janeiro!

Em seguida, o velho aplicou o dom em Vão Livre e Rádio Peão e se foi, com as balas de prata chacoalhando no bolso.

— Desculpa, Klauss — disse Vão Livre — Esse velho não respeita nem a presença do falecido Tomba Lata mas, lá no fundo, é gente boa. A oferta de ajuda ainda está de pé mas se você não quiser, pelo menos pode descansar aqui até melhorar um pouco mais. A casa é de pobre mas o convite é de coração.
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Re: Klauss Krugger - A Perversa Ciência (Subida de Posto)

Mensagem por Klauss K. em Qui Set 28, 2017 1:43 pm

— Disseram para a gente que era uma doença que só matava Dançarinos da Espiral Negra — balançou a cabeça de um lado a outro — Então a verdade é que o alvo somos nós. Confiamos na presa de prata. Que mancada... Que merda, véio! Que merda!— Vão livre passou a mão pelo rosto, expirando longamente.

*Apoio as mãos sobre os joelhos enquanto oiho para Vão Livre.*

-- E você acha que uma bactéria ou vírus nos diferenciaria deles?

— Você não quer nossa ajuda?

-- Toda a ajuda é bem vinda, mas acima de tudo não quero coloca-los em perigo, sua matilha já perdeu demais... não que vocês fossem me ouvir antes de atacar.

— É o Zerigó — disse Rádio Peão levantando-se da cama. Confirmou rapidamente, olhando por uma fresta na madeira e abriu a porta. Ambos pareciam já esperar o homem.

Entrou um velho barbudo e esfarrapado, que saudou-os animadamente.

— Klauss, esse é o Zerigó. — apresentou Radio Peaão — Ele é quem cura todo mundo aqui.

— Ahhh, aí tá o alemão — disse o velho, estendendo para Klauss uma mão manchada de nicotina e com as unhas pretas de sujeira. Tinha um sorriso tão sincero quanto desdentado.

*Estendo a mão respondendo ao cumprimento do velho.*

-- Sou Klauss chamado Justiça de Prata dos Crias de Fenris...

— Vocês tem pinga ou álcool?

— Vou buscar! — disse Rádio Peão e saiu do barraco em busca de algum vizinho. Voltou em instantes, entregando uma garrafa com um resto de cachaça a Zerigó,

O velho entornou a garrafa e tomou a bebida de um gole só.

— Ahhhh — disse abrindo a boca com prazer — É pra minha mão não tremer.

Em seguida aproximou-se de Klauss e pediu que erguesse a camisa. Olhou para os ferimentos de bala com cara de experto. Depois deu uma olhada nas costas de Klauss e sorriu satisfeito.

— Nenhuma atravessou. As bala estão tudo aí. Agora respira fundo, alemão, que vai arder um pouco mas eu sei que você guenta.

— Vocês tem pinga ou álcool?

— Vou buscar! — disse Rádio Peão e saiu do barraco em busca de algum vizinho. Voltou em instantes, entregando uma garrafa com um resto de cachaça a Zerigó,

O velho entornou a garrafa e tomou a bebida de um gole só.

— Ahhhh — disse abrindo a boca com prazer — É pra minha mão não tremer.

Em seguida aproximou-se de Klauss e pediu que erguesse a camisa. Olhou para os ferimentos de bala com cara de experto. Depois deu uma olhada nas costas de Klauss e sorriu satisfeito.

— Nenhuma atravessou. As bala estão tudo aí. Agora respira fundo, alemão, que vai arder um pouco mas eu sei que você guenta.

*Klauss apenas assentiu com a cabeça enquanto cerrava os dentes.*

O corpo de Klauss estava tentando se regenerar, de modo que um fino tecido recobria as feridas. Zerigó forçou a pinça contra uma delas, abrindo o orifício novamente, o que produziu algum sangramento e dor. Klauss sentiu o forceps entrando e escavando em sua carne. Era uma sensação ruim e dolorosa a despeito dos movimentos de Zerigó serem precisos e surpreendentemente delicados.

De súbido, sentiu um beliscão nas tripas.

— Ahhhh, Tá aqui a bicha!!! — exultou Zerigó. Puxou o forceps rapidamente e ergueu-o no ar com uma expressão de triunfo. Uma bala prateada e ensanguentada brilhava em sua extremidade. O velho depositou-a com cuiddado em uma lata de goiabada vazia que trouxera com essa finalidade. A bala tintineou sobre a lata e Zerigó voltou ao trabalho. Ao todo foram onze balas que o velho colocou na lata.

— Prata da boa, nada de banho! — disse ele, guardando as balas no bolso do casaco — Desculpa, fio, mas essa é a minha paga. Agora vamos cuidá dessa sua barriga de peneira.

-- Pode leva-las sem problema algum...

Klauss ainda estava ferido gravemente mas já se sentia bem melhor. Zerigó limpou sua barriga com um trapo e Klauss pode ver o resultado final da "operação". Tinha onze pequenas cicatrizes circulares no abdome.

— Pena que não deu pra fazer isso na hora — lamentou-se Zerigó — Senão nem estragava sua barriga, fio. Mas não tem problema, não. Cicatriz de batalha é coisa boa. Cê tem namorada? Vai se molhar mais que meus pé nas chuva de janeiro!

*Sem conter o sorriso.*

-- Sim tenho namorada senhor, e vou lhe ser sincero, por ser um Cria de Fenris as cicatrizes demoram a aparecer.

Em seguida, o velho aplicou o dom em Vão Livre e Rádio Peão e se foi, com as balas de prata chacoalhando no bolso.

-- Antes do senhor partir, o senhor pode usar o dom novamente... preciso estar em 100% para essa noite... se for o caso fico lhe devendo um favor...

— Desculpa, Klauss — disse Vão Livre — Esse velho não respeita nem a presença do falecido Tomba Lata mas, lá no fundo, é gente boa. A oferta de ajuda ainda está de pé mas se você não quiser, pelo menos pode descansar aqui até melhorar um pouco mais. A casa é de pobre mas o convite é de coração.

*Após pensar por alguns segundos, encaro Vão Livre.*

-- Vocês já me ajudaram muito me mantendo vivo e ouvindo minha versão do que fazem la dentro, mas se vocês estão realmente dispostos a colocar suas vidas em risco preciso de ajuda e muita... além das matilhas matei em minhas tentativas de entrar no hospital ainda existe mais alguma que vocês tenham contato e que estejam dispostas a me ouvir e saber da verdade?

*Espero por alguns segundos.*

-- Vou esperar até o anoitecer preciso que luna reabasteça minha fúria para o que vai acontecer la dentro nessa noite e vocês vão levar o corpo do invasor até dentro do hospital.
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Re: Klauss Krugger - A Perversa Ciência (Subida de Posto)

Mensagem por Lua em Qua Out 11, 2017 11:05 am

Zerigó já baixava pela viela quando Klauss o interpelou.


-- Antes do senhor partir, o senhor pode usar o dom novamente... preciso estar em 100% para essa noite... se for o caso fico lhe devendo um favor...


O velho virou-se, com as balas de prata já seguras no bolso, ergueu uma sobrancelha e ficou observando Klauss com cara de dúvida.

Rolagem:
Klauss rolou 13 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 9 4 5 6 4 2 9 4 5 2 3 1 1
Klauss obteve 1 sucesso!

— Nhá — respondeu com má vontade — Tá bom, mas você fica me deveno uma, alemão. Num vô esquecê.

Entraram no barraco e o velho aplicou uma vez mais o dom.

Rolagem:
Zerigò rolou 10 dados de 10 lados com dificuldade 8 para Ativar Dom e obteve: 3 1 7 10 5 6 10 6 3 4
Zerigò obteve 1 sucesso!

Não foi de grande ajuda, Klauss continuava ferido. Ainda assim, se sentia um pouco melhor. Quando chegasse a noite o dano já estaria quase recuperado (machucado, -1).


-- Vocês já me ajudaram muito me mantendo vivo e ouvindo minha versão do que fazem la dentro, mas se vocês estão realmente dispostos a colocar suas vidas em risco preciso de ajuda e muita... além das matilhas matei em minhas tentativas de entrar no hospital ainda existe mais alguma que vocês tenham contato e que estejam dispostas a me ouvir e saber da verdade?


Vão Livre baixou a cabeça desencantado.

— Não, acho que só a gente foi burro de acreditar na madame... — suspirou —Mas a parada é grave, posso reunir uns parça por aí e você explica a situação para eles. Não custa tentar, né?!


-- Vou esperar até o anoitecer preciso que luna reabasteça minha fúria para o que vai acontecer la dentro nessa noite e vocês vão levar o corpo do invasor até dentro do hospital.


Vão Livre assentiu com a cabeça.

— E aí você conta direito o plano, chefe — sorriu ligeiramente.— Vou atrás dos parcero.

***

Já caía a noite quando Vão Livre regressou com um grupo de roedores de ossos de diferentes idades, incluindo  Zerigó. Eram 13 garous ao todo e se sentaram ao redor de Klauss, esperando suas palavras.


Off:
Klauss, o resultado será dado por rolagem, sendo permitido o uso de dons, se achar conveniente.
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Re: Klauss Krugger - A Perversa Ciência (Subida de Posto)

Mensagem por Klauss K. em Qui Out 19, 2017 3:59 pm

— Nhá — respondeu com má vontade — Tá bom, mas você fica me deveno uma, alemão. Num vô esquecê.

-- Não vou esquecer e faço questão que o senhor cobre o favor, sempre cumpro minhas promessas.

— Não, acho que só a gente foi burro de acreditar na madame... — suspirou —Mas a parada é grave, posso reunir uns parça por aí e você explica a situação para eles. Não custa tentar, né?!

-- Vocês não foram burros, pois não tinham a informação que lhes dei, vocês foram no ingênuos e confiaram sem saber das reais motivações de Mysiatis, mas agora que sabem querem fazer a coisa certa. Obrigado de novo vão livre.

— E aí você conta direito o plano, chefe — sorriu ligeiramente.— Vou atrás dos parcero.


*Olho para Rádio peão enquanto reviro os bolsos e pego proximo de 50 reais.*

-- Tenho uma missão para você Radio Peão... você pode comprar 2 caixas de latas de cerveja? Preciso ser um bom anfitrião.


Já caía a noite quando Vão Livre regressou com um grupo de roedores de ossos de diferentes idades, incluindo  Zerigó. Eram 13 garous ao todo e se sentaram ao redor de Klauss, esperando suas palavras.

-- Antes de iniciar a conversa meu nome é Klauss Krugger, sou chamado Justiça de Prata, ahroun dos Crias de Fenris, mas entre vocês *olho para Zerigo e sorrio.* sou chamado de Alemão.

*Olho a todos enquanto pego uma lata de cerveja da embalagem e repasso aos demais a abro e dou um longo gole.*

-- Obrigado a todos por atender ao chamado, sei que muitos de vocês já devem ter ouvido falar da missão que a matilha de Vão Livre recebeu da Presa de Prata Dr, Mysiatis... antes de continuar aviso que não estou usando nenhum dom para tentar persuadi-los e peço que se há algum galliard entre vocês que use sua telepatia e veja o que eu realmente sei, e se peço que aos filodox vejam que não há mentira em minhas palavras...

*Tomo mais um gole da cerveja enquanto avalio meu publico.*

-- Não há como suavizar minhas palavras a doutora e sua equipe estão desenvolvendo uma bactéria capaz de matar Garous e parentes sei que a primeira vista pode parecer que é uma excelente arma contra os Espirais Negras e de Fato seria, se a doutora não odiasse a todos que ela considera impuros e adivinhem... e todos estamos em sua lista. para vocês terem uma ideia a bactéria foi usada em um ritual em Fonte Fria e uma das cliaths teve contacto com a bactéria e seus ferimentos não puderam ser curadas com nossos dons, felizmente ela sobreviveu mas teve varias cicatrizes nos braços, quero que pensem um pouco quantos amigos seus sumiram sem deixar rastros nos últimos tempos, será que não foram capturados para servir como cobaias??... *espero alguns segundos*minha intenção era de invadir o local sozinho e matar a todos e não tive sucesso, se não fosse pela ajuda de Vão Livre e Rádio Peão eu nem sequer teria saído de lá, e sem a ajuda do Zerigó eu estaria ainda mais ferido... não vou mentir... é uma missão extremamente perigosa e todos que me acompanharem estarão colocando sua vida em risco... mas eu peço a vocês meus irmãos... Preciso de vocês.

*Espero mais alguns segundos.*

-- QUEM ESTÁ COMIGO!!!????? Precisamos elaborar um plano de invasão para libertar o maximo de cativos e eliminar a todos os inimigos.

Off.: como falei no inicio do post lua sem dons, apenas o teste de carisma + labia + raça pura
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