Lobisomem 5ª edição

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Lobisomem 5ª edição

Mensagem por Alexyus em Qua Maio 23, 2018 11:22 pm

Lobisomem 5° edição está em desenvolvimento e vai renovar nosso cenário favorito (nada daqueles Destituídos...).



Depois que a Onyx Path lançou todos os livros que tinha direito por contrato, a Paradox Interactive comprou e reconstituiu a White Wolf, que voltou a trabalhar em suas marcas clássicas, entre elas Lobisomem: o Apocalipse. Eles estão desenvolvendo em conjunto com o game de Werewolf, então as mecânicas vão sofrer algumas alterações, mas o cenário será muito mais integrado com as outras linhas do mundo das Trevas, que formarão o One World of Darkness.

Como não temos muitas informações sobre o livro que está sendo escrito, as principais pistas vêm do desenvolvimento do game, que deve nortear as regras do jogo. Abaixo, copio o artigo do Preview Oficial do site Rage Across Brasil:



Os humanos f@#eram com o mundo, e no novo game de Lobisomem o Apocalipse, os Garou vão dar o troco!

Os Garous finalmente ganham seu próprio titulo eletrônico, e são colocados em uma realidade em que corporações malignas estão tentando destruir a humanidade.

Hoje em dia os vampiros são tão comuns no universo dos videogames quanto os zumbis. Já era hora de seus “primos sobrenaturais” os lobisomens, finalmente figurarem em seu próprio RPG de ação. E com toda certeza, o próximo jogo da White Wolf é um sopro de ar fresco para esse gênero. Com base em combates fluídos, na exploração do cenário e na capacidade de completar missões na ordem em que o jogador bem entender, Lobisomem: o Apocalipse terá sua trama focada na vingança contra a corporação que está por trás da corrupção do meio ambiente; A Pentex. Em entrevista com o diretor do jogo Julien Desourteaux e com o gerente de projeto Guillaume Blanchard, conversamos sobre de que modo controlaremos nossa Fúria e como a humanidade trouxe toda essa devastação para si mesma nesse novo título.

Neste RPG de ação em um mundo onde a lei do cada um por si prevalece, você iniciará o jogo, como um membro da tribo dos Fianna, um grupo de lobisomens com raízes irlandesas que prezam a família acima tudo. No entanto, você será um pária, um veterano de batalha que se transformou (literalmente) em um lobo solitário. (Nos termos do RPG de mesa; um Ronin). Depois de passar algum tempo sozinho com a companhia apenas da natureza, você é surpreso com um chamado para auxiliar sua antiga matilha que está com problemas; algo aconteceu com o seu filho, e isso certamente não é um bom pressagio. Em seu âmago, Lobisomem: O Apocalipse contará uma história sobre o vínculo entre um pai e seu filho, mas você seria compreensivelmente perdoado em deixar isso de lado, em meio a toda a devastação do mundo ao seu redor.

Segundo as palavras de Desourteaux; "Pegue nosso mundo exatamente como ele é, e deixe ele ainda mais sombrio, e você terá o cenário de nosso jogo". O universo dos lobisomens ainda é governado por três entidades principais: Wyld, Weaver e Wyrm. A Wyld é uma força criativa caótica, que traz os seres para a vida e governa a natureza, mas ela não é deixada inteiramente ao acaso, todas as suas criações são organizadas pela Weaver, a quem Desourteaux chama de "representação da expansão humana - como uma grande rede, que está tentando consertar a tudo e a todos, imagine que com isso ela está crescendo constantemente ate o ponto em que entra em colapso e fica completamente fora de controle". Ao tentar lidar com tudo o que os humanos estão fazendo - poluentes, testes com animais, ganância corporativa – ela acaba se sobrecarregando e enlouquece. Então, por fim, temos a Wyrm. Originalmente criada "para ser o equilíbrio entre a entidade padronizadora e a entidade criadora, mas tudo deu errado” diz Desourteaux. "Com a expansão da Weaver a Wyrm" também acaba enlouquecendo, passando a agir como um enorme buraco negro tentando destruir tudo". Como a principal força do mal no jogo, a Wyrm se alimenta da raiva, medo e tristeza, e pode corromper os seres humanos facilmente.

Com Gaia morrendo rapidamente, você será sua última esperança. Dependerá de você e como lutará para mante-la viva. Haverão três opções de formas para escolher quando o assunto for derrubar inimigos. A Lupina, é a de um lobo tradicional de quatro patas, perfeita para rastreamento, discrição e exploração. Esgueirar-se através de uma área selvagem e aberta e observar seus inimigos nesta forma, é o ideal antes de decidir se, e como deve enfrentá-los. Na forma Hominídea, ou humana, você poderá conversar com outros seres humanos para obter informações valiosas, mas uma característica ainda melhor se sobressai nesta forma; seus polegares opositores. Essas astutas articulações permitirão que você invada dispositivos de segurança, use sua balestra e faça finalizações silenciosas. Mas se seu objetivo é realmente causar dano, desencadeie sua fúria na forma Crinos, a forma do lobisomem tradicional grande, irritada e sanguinária, essencialmente focada para o combate. Cortar as pessoas não será problema com suas garras maciças e sua fúria sem fim, então ela é a melhor opção para quando você estiver enfrentando uma sala cheia de agentes da Wyrm. Mas tenha cuidado, porque se você deixar a sua fúria tomar o melhor de você, seus aliados não ficarão muito felizes... Porque provavelmente eles estarão mortos. E por suas mãos.

O jogo inteiro é construído em torno do gerenciamento do seu medidor de Fúria. Como um emissário de Gaia, você tem uma afinidade especial com o mundo natural e você sabe que nós, seres humanos (e o repórter fala por ele rs!), estamos realmente estragando tudo. Quanto mais você descobrir sobre o que fizemos - poluição, perfuração em áreas naturais, a corrupção visando ganhos pessoais - seu medidor de raiva aumentará. Às vezes, isso pode ser estimulado por pequenas coisas, como encontrar um simples documento que menciona um derramamento de petróleo quando você estiver explorando o cenário em sua forma Lupina, ou quando você estiver falando com um NPC e ele mencionar despretensiosamente algum perigo ambiental eminente nas proximidades.

Nas palavras de Desourteaux; "a pergunta que queremos fazer ao personagem é: Quando a Fúria vai tomar conta de você?". No momento em que o seu medidor se encher, você poderá liberá-lo em uma série devastadora de ataques na forma Crinos, onde cada movimento de ataque irá diminuir ligeiramente sua barra de Fúria. Se você preferir uma abordagem mais sigilosa, ao invés de começar a despedaçar tudo à sua vista, aparentemente existirão maneiras de você gerenciar sua Fúria e certificar-se de que ela não saia fora do controle. Porque o que Desourteaux na verdade mais quer, é que o "jogador mude de forma para analisar melhor as situações", transformando-se em Crinos quando essa forma melhor se adequar a situação, ao invés deles sentirem que têm que ceder à sua Fúria a cada missão ao longo do jogo.

Derrubar seus inimigos realmente parece ser deliciosamente divertido nesse jogo. Mas tenha cuidado! Abusar desse comportamento selvagem poderá fazer você entrar no modo Frenesi, onde seus ataques se tornarão ainda mais devastadores, mas se você permanecer nele por muito tempo, corre o risco de ser "tocado pela Wyrm", o que pode significar fim de jogo para você, pois ao ser constantemente influenciado pela Wyrm, ela pode por fim acabar corrompendo você de uma vez por todas. Para terminar o modo Frenesi e garantir que isso não aconteça você precisa matar todos a sua volta, de acordo com Desourteaux. Até mesmo seus amigos! " Sim você também deverá matar seus aliados", diz ele, "porque seu personagem irá vê-los como uma ameaça”. Quando você entrar em Frenesi, você não conseguirá distinguir aliados de inimigos - todos parecerão uma ameaça para você". E como uma reunião estranha de família, o jogo lembrará constantemente que você massacrou seus amigos. Sua brutalidade afetará futuras missões, e as maneiras pelas quais os NPCs se comportarão com você.

Ah, sim, os inimigos. Todas as nossas teorias de conspiração sobre mega-corporações sendo a origem de todo mal são verdadeiras em Lobisomem: o Apocalipse. Quem mantém o controle sobre todas essas corporações malignas é a organização denominada Pentex. Desde perfuração de petróleo, a destruição indiscriminada do meio ambiente visando apenas lucros e geralmente operando de forma sigilosa e discreta. Eles são um grupo ameaçador que tem bastante em comum com os Illuminati, e as más notícias são que a "Pentex já sugou todo o sangue de Gaia e agora eles estão a ponto de tomar o seu último suspiro", como descreve Desourteaux. Tudo graças à sua devoção a Wyrm. "Todas as mega corporações fazem licitações com a Wyrm por causa da ganância", diz Blanchard, "mas a Pentex vai um pouco mais longe, porque eles realmente sabem sobre ela e "Estão deliberadamente tocando em seu poder”. O que talvez não seja tão surpreendente, considerando que a Pentex é administrada por vampiros.

Lobisomem: O Apocalipse é "uma ficção à beira da realidade", diz Desourteaux. Ela pega tudo o que está de errado com o nosso mundo e o transforma ligeiramente em algo secreto e maligno. Pode parecer a primeira vista que destruir o planeta com insensibilidade ambiental é o objetivo principal das empresas da Pentex, mas Desourteaux diz que, "Conforme você se aprofunda cada vez mais as coisas vão ficando mais e mais escuras". Atualmente, não há data de lançamento confirmada, embora ele esteja já confirmado tanto para consoles como para PC. Estamos ansiosos e mantendo a atenção para qualquer notícia à medida em que elas forem surgindo.

NOTA DE TRADUÇÃO: Vale a pena ressaltar que fica evidente ao longo da matéria original, que o pessoal da Gamesradar que fez preview não tem a mínima ideia sobre o conceito original do cenário de RPG de Lobisomem o Apocalipse. Eles em diversos trechos do texto trocam termos básicos como "Krynos" ao invés de Crinos e "Pantex" no lugar de Pentex. Tomamos a liberdade de corrigir todos esses equívocos da forma que nos parecia fazer mais sentido, mas um deles nos chamou a atenção. Eles insistentemente em várias menções a tríade, ao invés da Wyld, citam Gaia, deixando a dúvida se como gamers e não conhecedor do lore, cometeram mais uma de várias gafes no texto ou se realmente os desenvolvedores do jogo optaram por uma simplificação do conceito da tríade. Na dúvida, mantemos a decisão de também corrigir e manter o termo que faz mais sentido no original que seria a Wyld.


ATUALIZAÇÕES

Várias outras notícias e previews começam a circular pela internet sobre o jogo de Lobisomem o Apocalipse. Grande parte do conteúdo das informações coincidem com as da Gamesradar, tornando tanto o ato de traduzir cada uma delas na integra, quanto o de vocês lerem o mesmo teor, bem repetitivo. Mas isso não quer dizer que não existam novos detalhes que realmente valem e pena ser mencionados, um ou outro jornalista sempre consegue tirar algo a mais de informação dos desenvolvedores e por isso fazemos questão de filtrar o que surge de diferente nessas noticias e ir atualizando aqui sempre que elas forem surgindo, confiram:

- Algumas fontes tem indicado que o nome completo do jogo será Werewolf: The Apocalypse Earthblood.

- Em relação ao gameplay, foi dito que a base de Werewolf: The Apocalypse beberá de fontes como os jogos de ação e infiltração da série Deus Ex , mas com um toque de Bloodborne e God of War nas batalhas onde a forma Crinos será necessária. Tudo isso em uma perspectiva de terceira pessoa sem precedentes, onde as fases do jogo apostarão em construções não muito grandes, mas com muitas maneiras do jogador resolver as missões, de modo a aproveitar as três formas disponíveis para resolver os diferentes desafios.

- O nome do personagem principal do jogo será Cahal.

- A balestra usada por Cahal na forma humana será um fetiche com poderes elementais como fogo e eletricidade.

- Entre os cenários confirmados para o jogo estão Nevada, o Alasca e as florestas de sequoias de Washington.

- Os desenvolvidores garantiram que todas as criaturas que habitam o Mundo das Trevas terão seu lugar em Werewolf: The Apocalypse, incluido os vampiros de Vampiro: A Mascara e magos de Mago: A Ascensão.

E aí, o que acharam até agora?
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Re: Lobisomem 5ª edição

Mensagem por Cetza em Qui Maio 24, 2018 11:42 am

Eu gosto do Destituídos...
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Re: Lobisomem 5ª edição

Mensagem por Alexyus em Qui Maio 24, 2018 11:49 am

Não é proibido gostar dos Destituídos, mas eles não tem nenhum paralelo válido com os apocalípticos.

Se fizer uma comparação (o que não deve ser feito, já que são jogos diferentes), Apocalipse tem muito mais público e mercado.

Não sei nada sobre a (dês) continuação dos Destituídos, mas o revival do Apocalipse não é bom sinal para eles.
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Re: Lobisomem 5ª edição

Mensagem por Cetza em Qui Jun 07, 2018 2:03 pm

pode ser, o que mais gostei era que nos destituídos vc era literalmente um lobo selvagem que precisa de uma alcateia...já no apocalipse parecemos hippies super poderosos XD. Mas sim o Apocalipse tem bem mais público e mercado, o mal é que o teller é bem ruim para combate, diferente do telling.
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Re: Lobisomem 5ª edição

Mensagem por Black Thief em Qui Jun 07, 2018 2:39 pm

O problema do novo mundo das trevas é que ele foi lançado muito tempo depois do antigo mundo das trevas. Os destituídos e o réquiem são a mesma temática com cenários diferentes do apocalipse e a mascara (e um sistema muito melhor e mais prático pro combate, como a Cetza disse). Se os dois mundos tivessem lançado numa época próxima, de preferência uma época em que não tivessem feitos taaaaaantos livros do mundo das trevas antigo, certamente haveria mais fãs porque menos pessoas teriam se dedicado tanto já a conhecer o antigo mundo das trevas. Se os dois tivessem lançado ao mesmo tempo ou mais próximos, haveria muito mais fãs do novo mundo das trevas, talvez até haveria rivalidade entre os fãs. Eu sendo sincero gosto mto do novo mundo das trevas e jogaria fácil esses jogos, mas não tenho incentivo pra jogar eles porque ninguem conhece/gosta/quer se dar ao trabalho de conhecer. Como o novo mundo das trevas não teve muito incentivo da parte dos fãs (justamente por esse erro, em minha opinião), não compensa fazer vários materiais. Pra que fazer vários suplementos e investir recursos se a maioria nem se dá ao trabalho de jogar o básico? Não tem retorno o suficiente.
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Re: Lobisomem 5ª edição

Mensagem por Cetza em Qui Jun 07, 2018 2:51 pm

Sim, mas agora estão fazendo as Crônicas do Mundo das Trevas o CWoT, o que acham dele?
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Re: Lobisomem 5ª edição

Mensagem por Black Thief em Qui Jun 07, 2018 2:52 pm

Eu conheço só o requiem, os destituídos só ouvi falar.

Eu acho legal porque apesar de ter menos material, ele dá mais liberdade de criação e consegue trazer uma gama maior de possibilidades em menos conteúdo, vide a parte sistêmica, mas também, uma vantagem no Réquiem é você poder criar uma linhagem proveniente de um clã com suas próprias características e o narrador sempre pode surpreender o jogador com uma linhagem nova e desconhecida com poderes novos e desconhecidos. Dá pra quebrar muitos estereótipos com isso, eu já criei uma linhagem devirada dos Gangrel que vem de vigilantes, o defeito da linhagem era que cada membro tem que procurar livrar o mundo de pelo menos um tipo de pessoa mal intencionada, e a disciplina característica da linhagem era uma coisa bem parecida com o motoqueiro fantasma, se caracterizava em descobrir os pecados das pessoas e usar isso como punição contra ela.

No réquiem é melhor porque vc pode ter varias coalizões, não só camarilla e sabá, todas elas tem seus segredos e são rivais mas não necessariamente inimigas, e todos os vampiros podem aprender rituais, não é algo caracteristico de disciplina de clã, mas o que determina os rituais que vai aprender é a sua coalizão. Entre outras coisas. Existe tbm um manual de conversão de vampiro a mascara para vampiro o requiem, e nesse manual ele instrui a botar os Tremere como uma coalizão, não um clã, o que é muito melhor, eles tem uma estrutura tão rigida e grande que faz sentido você poder os Tremere como uma seita de vampiros feiticeiros e não só um clã.

O sistema do novo mundo das trevas eu acho que é mais justo e mais prático, ajustaram a ideia de uma CA como nos sistemas d20, só que você subtrai os dados de ataque do seu atacante, aí agora você tem uma chance de se defender sem gastar o turno (coisa que no Storyteller não tem) e se vc quiser garantir mais sua esquiva, vc usa uma manobra de defesa total, que nem nos sistemas d20, que vai dobrar sua CA e com isso ele elimina a necessidade de vc investir pontos na habilidade Esquiva. Aí em um único teste você já determina ataque, esquiva, dano e absorção. A vitalidade também é upável, vc pode ter no maximo 10 pontos de vitalidade, o que é melhor pra cenas mais épicas de combate. Iniciativa é rolada apenas uma vez e pronto, também tirado dos sistemas d20. Convenhamos, nas cenas de batalha do storyteller é muito massante pq tem vários testes a serem feitos, vários dados a serem rolados, e no final a batalha nem dura muito, dependendo mto dela, é claro. No storytelling você tem a dificuldade padrão sempre 8, ela é alta pq o 1 não tira sucesso e os modificadores, invés de você aumentar ou diminuir na dificuldade, vc sempre vai aumentar ou diminuir em dados, o que torna mais prático do que ficar pensando muito uma dificuldade de 2 a 10. Você tem uma desvantagem boa diminui uns dois dados, tem uma desvantagem simples, um dado, vantagem boa aumenta 1 dado, vantagem muito boa aumenta 2 dados, e assim vai, de acordo com o julgamento do narrador do nivel da vantagem e desvantagem e isso tudo é cumulativo, seja vantagem ou desvantagem. Falha crítica só ocorre se todos os seus dados zerarem com alguma desvantagem muito alta ou com a CA muito alta do adversario, aí vc rola um teste de sorte, se tira 1 é falha crítica, se tira 10 é um acerto de sorte, os outros números significam uma falha normal. Também, a ficha facilita mais o seu foco, ela não separa em talentos, conhecimentos e perícias, eu nem sei qual critério eles definiram pra classificar perícia e talento. Eles definem como habilidades físicas, habilidades sociais e conhecimentos, pronto, você consegue dar muito mais foco no tema que você quer pro seu personagem, se é um personagem mais social, um personagem mais físico ou um personagem mais conhecedor.

É um sistema muito mais simples, prático e que favorece quando um personagem é realmente bom em um ataque ou em uma defesa, assim como o aumento de dados vira apenas vantagem, ao invés de uma possibilidade de falha como no storyteller.

Esse é o sistema base, pra jogar com todas as raças, vampiro, humano, mago, lobisomem, etc... Aí os livros da espécie são cenários e os contos, as tribos e os clãs, as tradições magicas e etc, é uma coisa separada e bem útil e específica (porém mais cara).

Em questão de cenário, a vantagem que o antigo tem sobre o nome é o grandeu conteúdo de material, mas ao meu ver, essa é a unica vantagem verdadeira.

Cetza, fala um pouco dos Destituídos, por favor? Você disse ele dá uma temática melhor e uma necessidade maior de matilha, porque isso? lol
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