Projetos de tradução

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Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Seg Maio 08, 2017 5:56 pm

Salve, povo!

Faz algum tempo que nossos projetos de tradução estão parados, então acho que é hora de retomar o ritmo.

A questão é qual rumo seguiremos:

- Wild West / Oeste Selvagem: já foi iniciado e está até avançado, mas é um livro grande, com um cenário totalmente diferente, que embora seja o menos popular da linha Lobisomem, mas que daria mais chances para jogarmos.

- Livros das Raças Metamórficas: seriam​ mais fáceis de traduzir por serem menores, e também abririam novas possibilidades de roleplay. A desvantagem é que cada raça exige um novo sistema e interpretação da cosmologia, além de óbviamente não ser aliado dos garous.

- Outros livros? Aqui fica aberta a lista de sugestões que quiserem dar.

Quem quiser dar pitaco ou ajudar nas traduções pode começar a debater aqui!
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Cetza em Seg Maio 08, 2017 10:39 pm

Bem infelizmente sou um pouco inútil... pois não manjo de inglês... e ainda por cima estou com um projeto pessoal de tradução de Changeling the Lost ( Ok mão faz muito sentido...) então não poderei fazer um bom trabalho de tradução ( O meu pessoal será mesmo via google tradutor e sei que não é essa a qualidade que queremos...)
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Ter Maio 09, 2017 4:43 am

O Google Translator é uma ferramenta útil, mas não dá pra se apoiar inteiramente nele, tem que entender uma boa parte por si mesmo, às vezes usar o bom é velho dicionário, essas coisas...

Confesso que do novo Mundo das Trevas, Changeling the Lost foi meu preferido, secundado por Promethean. Só não ofereço ajudar nisso Cetz, porque realmente os projetos de Lobis precisam andar.

Mas isso não impede você de pitacar também! Afinal você tem uma personagem de Wild West


Última edição por Alexyus em Dom Maio 14, 2017 1:23 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Lua em Ter Maio 09, 2017 10:22 am

Depois daquele nosso primeiro esforço de tradução eu acabei encontrando um Oeste Selvagem em espanhol. Pelo que vi, a tradução não está ruim. Para mim não seria difícil traduzir daí, o esforço seria apenas ir conferindo com o inglês para evitar embarcar em algum eventual erro dos hermanos que traduziram do inglês.
No entanto, no quesito tradução de material eu ainda preciso terminar o tópico dos Bastet.
Só posso prometer algo a bem longo prazo.
Se alguém lê espanhol e quiser se aventurar na tradução da tradução eu mando o pdf.
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Ter Maio 09, 2017 10:26 am

Acho que já vi esse PDF espanhol em algum lugar pela Net, mas eu teria mais facilidade pra traduzir do inglês.

Falta muito dos bastets ainda?
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Lua em Ter Maio 09, 2017 10:37 am

Falta um bom tanto.
Pessoalmente, eu prefiro traduzir os livros das feras. Todo mundo sabe do meu fraco por elas…
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por miltonviziak em Ter Maio 09, 2017 11:04 am

se precisar de ajuda para tradução de material do ingles, eu posso ajudar
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Ter Maio 09, 2017 6:11 pm

Me ocorreu que podemos tentar terminar os bastets e o Wild West ao mesmo tempo. Afinal, não é só a tradução, ainda tem a diagramação depois!

Vou ver onde parou o Wild West, e.a Lua posta até onde avançou no Bastets, assim pode.os começar a dividir tarefas e botar a mão na massa.

Sem esquecer de jogar, claro!
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Crios em Ter Maio 09, 2017 10:25 pm

Eu tenho uma ideia pras raças metamorficas. Existe o livro do Changind Breeds. do w20. LA é uma coletania de todas as raças. Da pra fazer tudo de uma vez por la mesmo.


Alias, é um guia bem completo pra todas as raças metamorficas.


Última edição por Crios em Ter Maio 09, 2017 11:41 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Nataly em Ter Maio 09, 2017 11:15 pm

Gostei de ver, mas acho chato ficar traduzindo, não vou poder ajudar nisso. Mas se quiserem alguém para revisar o português e evitar aqueles erros bisonhos que saiam na nação garou, eu topo ajudar com isso.
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Lua em Qua Maio 10, 2017 8:45 am

Seria uma ajuda bem-vinda.
O pessoal da Nação Garou fez um valioso trabalho mas eles tinham mais problemas com os pronomes oblíquos do que os lobisomens com a Wyrm. Razz
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por miltonviziak em Qua Maio 10, 2017 9:39 am

vocês decidindo o que vai traduzir então, eu posso pegar pra fazer a tradução pra ajudar
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Qua Maio 10, 2017 11:45 am

Eu gostei da ideia de pegar o Changing Breeds, abordariamos várias raças de uma vez de modo mais atualizado, mesmo que menos ampla.

O que acham de atacarmos ele então?
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Lua em Qua Maio 10, 2017 4:15 pm

Eu também acho uma boa idéia. Depois a gente pode fazer uma revisão na parte de dons para ver se teve alguma alteração devido ao sistema um pouco diferente do W20 mas o importante é que a informação básica vai estar disponível no fórum.
Eu não vou me atirar de cabeça por enquanto porque estou atrasada com as histórias e cenários mas, como disse, a longo prazo posso me juntar.
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Sex Maio 12, 2017 8:28 pm

Vamos organizar as coisas então!

Changing Breeds W20 é um livro de 286 páginas, dividido em 1 introdução, quatro capítulos e 2 apêndices. Tem bastante trabalho para todos!

Introdução: páginas 17 - 21

Capítulo 1: The Changing World: 22 - 38

Capítulo 2: The Changing Breeds: 40 - 205

Capítulo 3: Building the Beast: 206 - 224

Capítulo 4: The Lost Breeds: 226 - 251

Apêndice 1: The Ahadi: 252 - 267

Apêndice 2: Hengeyokai: 270 - 286

Fica claro que o que realmente nos interessa está nos capítulos 2 e 3, embora quem gosta de cenário como eu vai achar verdadeiras pérolas no resto do livro. Mas para sermos práticos, vamos nos concentrar no que será útil a curto prazo. Vou começar atacando o capítulo 3, acho que dou conta de fazer a primeira tradução sozinho mais ou menos até o fim de maio. O capítulo 2, pela extensão dele, vai ter que ser fatiado entre mais de uma pessoa mesmo. Se alguém quiser atacar os outros capítulos, pode ficar à vontade também!

Como a Natalie se ofereceu para revisar a linguagem, e eu conto com os talentos de diagramação da Lua para fazer a arte-final, acredito que de início somos eu e você, Milton! Vamos manter contato constante por aqui, tirar dúvidas sobre termos usados e ir postando nossos progressos aqui pra todo mundo acompanhar!
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Sex Maio 12, 2017 9:00 pm

Só pra animar a galera, o registro do primeiro esforço está aqui:

Introdução, página 17:
P17

INTRODUÇÃO:
FERAS DA WYLD

Outras Peles
   Os garous não rondam o Mundo das Trevas sozinhos. Gaia também criou as Feras, suas outras crianças metamórficas, e incumbiu-os com seus próprios deveres: corvos e gatos para desenterrar segredos, ursos e javalis para erradicar as máculas, lagartos para relembrar, e tubarões para sobreviver. E por milênios, as raças metamórficas trabalharam juntas para proteger Gaia e servir a vontade Dela.
   Então algo terrível aconteceu. Os garous chamaram isso de uma guerra - a Guerra da Fúria. As outras raças metamórficas chamam-no de massacre.
   Os lobisomens levaram ao menos duas das raças metamórficas à extinção, matando tantos dos Apis e Grondr que essas raças jamais poderiam se recuperar. As outras raças metamórficas se esconderam: alguns entre os humanos, alguns em lugares em que os garous não vão, e alguns em reinos ocultos da Umbra. Todos temiam que seu retorno traria a retaliação dos garous.
   Com o tempo, a Guerra da Fúria tornou-se primeiro uma memória e então uma lenda, uma história de como os garous caíram de sua posição e quebraram a ordem do mundo. Para as feras, esse é um conto de aviso, um alerta do que os lobisomens podem fazer com poder sem fiscalização.
   Mas o passado não permanecerá enterrado. Quando o velho mundo encontrou o novo, os garous europeus enfrentaram as raças metamórficas das Américas. Encontros violentos com Balams e Camazotz levou garous e outros metamorfos mais uma vez À guerra. Quando a poeira baixou, os garous tinham destruído os metamorfos morcegos, assim como tinham feito com os Grondr e Apis muito tempo antes.
   E o abismo entre garous e as outras raças metamórficas se aprofundou.
   Agora, o Apocalipse está próximo, e nem os garous egoístas podem esperar derrotar a Wyrm sozinhos. Para haver sequer uma esperança de vitória, as raças metamórficas devem emergir das sombras e juntar-se aos seus primos há muitos distantes mais uma vez. Mas que preço pagarão para fazer isso? 

Jogando Com as Raças Metamórficas
   As outras raças metamórficas como um todo compartilham muitos traços com os garous. Eles são metamorfos, combinações físicas e espirituais de humanos e animais. A maioria sabe que são as crianças de Gaia - mesmo os Ananasi nasceram da filha-irmã Weaver, e os Rokea nadam sob o comando do Mar. E, como seus primos lupinos, as outras raças metamórficas são encarnações de um grande propósito, criados para uma causa específica.
Página 18 e Quadro:
P18

 Mas cada uma das raças metamórficas também é única. Cada uma tem sua própria mitologia e suas próprias concepções de si mesmos, sua história e seu lugar no universo. Os Bastet, Corax e Kitsunes, por exemplo, clamam cada um deles ser as mais jovens crianças de Gaia, criadas para contrapôrem-se aos erros das raças mais velhas. Os Rokeas e Mokolés, por outro lado, clamam ambos serem as raças mais velhas, apesar de  que se a memória de Gaia ou os sobreviventes do Mar surgiram realmente primeiro é uma verdade perdida nas brumas do tempo.
   As tensões ainda continuam elevadas entre os garous e as outras raças metamórficas. A maioria reconhece os garous como os guerreiros de Gaia, mas também como valentões agressivos, embriagados com o próprio orgulho. Alguns nunca perdoarão o povo lobo pela Guerra da Fúria, mesmo se seu rancor custá-los as Batalhas Finais. Entretanto, as Feras não odeiam os garous como um bloco unificado - os garous permanecem próximos à Nação Garou assim como das outras raças, e os Ajaba dão boas vindas a garous ronins (ou até a Dançarinos da Espiral Negra) em suas matilhas improvisadas.
    As relações entre as diferentes raças metamórficaspodem ser bastante variadas. Na áfrica, os Simbas empreendem guerra aberta contra os ajaba, enquanto os Swaras, que um dia os apoiaram, agora temem que o caminho dos homens-leões leve a uma Guerra da Fúria leonina. Os Nagahs trabalham em seus negócios de assassinato sem se importar com raças, e os Kitsunes raramente encontram metamorfos que não sejam parte das Cortes Bestiais.

A Besta Interior
   Qualquer jogo de Lobisomem pode se beneficiar dos jogadores saberem algo sobre o lado não-humano de seus personagens, e isso vale em dobro para as raças metamórficas. Com um lance, eles podem retornar representações de lobisomens de filmes e livros, mas isso não é uma opção para os homens-tubarões - a menos que seu jogador já conheça as lendas polinésias que deram origem aos Rokeas.
    Raças metamórficas são encontradas por todo o mundo, e o folclore de qualquer cultura pode ser usado como pesquisa para elas. Os Nuwisha são de início os trapaceiros clássicos da mitologia do Coiote, mas isso não significa que você não possa ter uma nova perspectiva por ler sobre outros deuses trapaceiros, de Éris a Loki até Maui - todo nuwisha traz sua própria interpretação para o papel do trapaceiro, e alguém usando uma maçã dourada como cartão de 
visitas indicará muito sobre sua filosofia.
   Da mesma forma, a lenda dos homens-hienas da Ásia e do Leste Central poderiam adicionar profundidade e sabor a um personagem ajaba e providenciar um complemento à mitologia africana em torno dos metamorfos hienas.
   Cavar fundo no lado natural de seu metamorfo pode valer muito a pena. Mesmo uma pequena pesquisa sobre o animal apropriado pode tornar seu personagem metamorfo muito mais real. Se tudo que você sabe sobre ursos é que eles são lentos e pesados, você pode decidir que seu personagem Gurahl deveria ter baixa Destreza. Porém, alguns vídeos na internet sobre ursos perseguindo andarilhos podem revelar que eles são muito mais rápidos quando correm nas quatro patas e que podem escalar admiravelmente. Entre histórias de acampamentos azarados e cinco minutos lendo alguns sites sobre a escolha de seu personagem de raça ursa, você teria uma pletora de informações que destróem alguns dos equívocos mais comuns sobre ursos.
   Se você quiser mesmo trazer para seu personagem de uma raça metamórfica algo além de suas atitudes e filosofias, procure um modo de retratar aspectos do animal que se esconde sob a superfície. Pense sobre como os animais se movem e agem, e em como refletir isso em seu personagem. Um bastet pode ser furtivo em vez de caminhar, tensionado cada músculo para um salto, arranhar suas garras na terra e então espreguiçar-se, cada músculo tenso enquanto ele se aproxima de sua presa. Use essas curtas descrições para explicar como seu personagem se move e age - isso pode transmitir o sentimento de um homem-gato muito melhor do que apenas dizer: "Eu pulo nele." Leia sobre os maneirismos do grandes gatos com que seu personagem se relaciona, como eles são diferentes tanto dos felinos domésticos quanto das outras espécies de grandes gatos. Use essas pistas nã-verbais com moderação e você pode pode tornar seu personagem memorável pelo que ele é - apenas tenha cuidado para não exagerar suas descrições a ponto de entediar os outros jogadores.
   Esse tipo de atenção aos detalhes não é limitado aos Bastet. Um ananasi dedicado ao Tecimento da Teia seria mais paciente e preciso, com uma gama de sistemas de alarme e muitas formas de obter informações. Um ananasi aranha-caçadora em vez disso corre e desliza por toda parte, sempre se movendo mesmo quando sentada em um único lugar, com seus olhos fixos nas saídas e um distanciamento frio e arrepiante. Saber sobre os estranhos movimentos de cabeça que os corvos usam pode ajudá-lo a retratar um corax efetivo, enquanto saber sobre as suspeitas caçadas das hienas pode lhe dar esclarecimentos sobre os ajabas.

QUADRO DA PÁGINA 18
COMO USAR ESTE LIVRO
   O foco desse livro é material para jogar com persoangens metamorfos, seja um monte de homens-tubarões Rokea ou um homem-corvo que acompanha uma matilha de garous. Enfim, os traços de cada raça podem variar daqueles dados em Lobisomem 20. Aquele livro apresentou uma versão resumida das feras mais adequadas para incluir como personagens numa crônica focada nos garous. Lobisomem 20: Changing Breeds foca em em troanr os personagens das raças metamórficas nas próprias estrelas de uma crônica.
Página 19:
P19  

Pesquisa
   Este material não é difícil de rastrear. Entre a Wikipedia e o sistema de buscas de sua escolha, a internet tem uma riqueza de informações. A rede também tem arquivos de documentários da natureza, muitos dos quais também estão disponíveis em serviços de vídeo on-demand - inestimáveis para observar movimento e som em ação. A maioria das livrarias e bibliotecas terá livros para os leigos nos animais dos quais as raças metamórficas descendem. Examine hábitos alimentares e fraquezas, se a espécie é onívora ou exlclusivamente carnívora, e se alguma substância comum é venenosa ou ofensiva para ela - é raro um bastet que gosta de chocolate, por exemplo. Leia sobre as práticas de caça, e também como as criaturas crescem, aprendem e se divertem. Qualquer coisa que lhe pareça um pouco incomum é algo que pode ser usado como uma peculiaridade para tornar seu personagem mais memorável.
   Isto dito, essas peculiaridades não deveriam se desenvolver em Defeitos plenos sem uma boa razão. Você não está interpretando um animal vestindo a pele humana, mas sim um híbrido de fera e homem, com todos o recursos de ambas as criaturas - e o poder espiritual de um agente de Gaia. Pode ser divertido destacar os processos mentais de um personagem nascido animal, mas lembre-se que todos os metamorfos têm a capacidade de expressarem-se em termos além daqueles que os animais normalmente usam. Você pode interpretar o lado animal de seu personagem, articulando os porquês e comos de suas ações de um jeito que aquele animal não poderia.

___________
Integração
   Digamos que jogo de Lobisomem tem um Andarilho do Asfalto, um GarraVermelha, um Presa de Prata e um Senhor das Sombras, e você quer lançar um Corax na mistura. Pode ser bastante desafiador para lobisomens diferentes encontrarem algum ponto em comum uns com os outros, mas agora estamos falando de adicionar algo que nem é garou no grupo. Isso pode dar um pouco de trabalho tanto para os jogadores quanto para o narrador, mas a história resultante pode valer o esforço.
   As outras raças metamórficas têm diferentes perspectivas e capacidades diferentes dos garous. Às vezes, eles podem complementar um ao outro. Outras vezes, os personagens exaltam uma rivalidade baseada na história entre suas raças, especialmente se o focarem no sangue ruim derramado na Guerra da Fúria. Essas tensões podem ser interessantes de interpretar - se o narrador e os jogadores estiverem interessados em explorar esses temas. Senão, podem levar à disenções e distrações na mesa de jogo e a sentimentos ruins entre os jogadores.
   Por isso, é melhor discutir a integração de personagens metamórficos num jogo predominantemente garous fora do personagem antes de tentar fazê-los funcionar in-game. Discuta  os desafios que podem surgir,  quais benefícios adicionar outro metamorfo ao jogo pode oferecer, e como proceder se o jogo de raças mistas mudar pra pior. Se todos os jogadores e o narrador puderem aceitar a ideia, então prossiga para lidar com os desafios in-game.
   Os garous não tem uma razão embutida para confiar nas Feras, e muitos irão arrogantemente negar que tenham qualquer razão para trabalhar com as outras raças metamórficas. Espere que as primeiras sessões envolverão seu personagem contruindo a confiança com os lobisomens, e provavelmente se sentirá um estranho até ter se provado repetidamente.
   No mesmo passo, muito da vida garou gira ao redor de matilhas que trabalham juntas, compartilhando um laço mais próximo que o de uma família, em gloriosas batalhas contra a Wyrm. Se seu personagem fera não tem interesse em combater a Wyrm, ou em ser parte de um time, então depende de você como jogador criar razões para seu personagem participar da ação. Às vezes é melhor considerar as razões de seu personagem como sendo parte de uma história antes do início do jogo - se você tem laçõs com os outros personagens em seu histórico, é mais crível para ele permanecer próximo.
   Escolher qual espécie de raça metamórfica a incorporar num jogo em particular pode adiantar bastante para uma integração bem-sucedida. Se você encontrar uma forma de seu personagem e compatibilizar com o resto da matilha, você terá uma chance muito maior de se encaixar. Um nuwisha pode passar como um ragabash franzino, ou até se encaixar numa matilha dedicada a um totem de astúcia. Uma matilha que descubra um dos gurahl reclusos pode ter encontrado um poderosos aliado mas também encarar um poderosos lembrete da vergonha de Gaia. A tagarelice do corax pode levar lobisomens ao frenesi, mas alguns vêem o valor num aliado que lança luz sobre os segredos. Membros das Cortes Bestiais, embora de uma cultura muito diferente da maioria dos garous,  são naturalmente incliandos a trabalhar com outras raças metamórficas, e podem se encaixar bem em todos os tipos de matilhas.
   E lembre-se: as outras raças metamórficas (até aquelas que poderiam se juntar à uma matilha de lobisomens) não são garous em roupagens diferentes. Mesmo quando eles trabalham num objetivo comum, eles podem fazê-lo por diferentes razões, ou com métodos diferentes do que um lobisomem faria. Não se sinta obrigado a seguir todos os estereótipos da raça (especialmente se for contrário a um jogo coeso). Mas da mesma forma não jogue fora tudo que faz de um rokea um rokea, apenas para jogar com um lobisomem que parece se transformar num tubarão.
Página 20:
P20

_________________________
Jogos das Raças Metamórficas   
    O jeito mais fácil de evitar desafios associados com trazer um dos feras para um jogo de Lobisomem é se seu grupo inteiro criar personagens das outras raças metamórficas. esse livro provê uma abundância de informações sobre cada raça dos metamorfos, assim você pode decidir se quer jogar um jogo focado em temas de uma raça metamórfica específica ou se quer acomodar muitas raças trabalhando juntas.

Sinais Trocados
   Uma crônica que envolva uma variedade de Raças Metamórficas tem muitas vantagens. Não apenas cada personagem estará em posição de conviver com as outras raças, mas cada jogador tem uma chance de jogar com a raça metamórfica que mais o atrai. Isso vale para um jogo onde cada membro individual do grupo tem uma chance de brilhar - e onde todos os jogadores gostem de ver cada um dos outros tomar o centro do palco. Se todo mundo quiser os holofotes mas não quiserem compartilhá-lo com os outros jogadores, fique de olho e sugira como eles podem ter sua vez nos holofotes por ajudar os outros personagens em vez de ofuscá-los.
    Um grupo de personagens de várias raças metamórficas pode reunir uma vasta gama de talentos e habilidades: enquanto o ananasi e o bastet infiltram-se no quartel-general da companhia de mineração para extrair provas de sua corrupção, seus aliados mokolé e gurahl destróem a infraestrutura da própria mina. Tanta diversidade de habilidades traz o risco de alguns jogadores sentirem-se inúteis - um kitsune viajando com um gurahl, um khan e um rokea provavelmente não fará muita diferença numa história orientada para combate.  O narrador deve variar os desafios que o grupo encarará, misturando elementos para assegurar que cada jogador sinta que contribuiu para  para a história geral, mesmo que tenha que dar um passo para trás em algumas cenas.
     Um grupo de raças mistas também oferece a oportunidade de experimentar a amplitude de uma cultura diferente, seja a tradicional sentai mutirracial das Cortes Bestiais ou um dos grandes experimentos sociais que levaram o Ahadi do ensaio de um sonho a uma força que pode revitalizar todas as raças metamórficas da África. Diferentes raças refletem diferentes aspectos dessas sociedades, e um grupo de personagens diversificado pinta uma imagem mais complexa da cultura envolvida.
    Entretanto, fora de uma dessas grandes estruturas, um grupo de metamorfos misturados pode perder o foco. Alguns membros do grupo podem não ter razão para andarem juntos, e seu próprio encontro e operação continuada como grupo pode parecer implausível. Apesar disso, grupos espertos podem tornar isso um ponto forte: quem disse que o Ahadi e as Cortyes Bestiais são os únicos exemplos de metamorfos tentando superar suas diferenças em todo o mundo?

Raças Únicas
   De muitas formas, é mais fácil focar em personagens de uma única raça metamórfica quando esses jogos funcionam muito mais como as histórias usuais de Lobisomem. Os jogadores não precisam fazer malabarismos para justificar seus personagens trabalhando juntos: personagens da mesma raça tem algo em comum, mesmo quando são estranhos uns aos outros.
    O truque em narrar uma crônica assim é manter as forças da raça em mente. Uma crônica toda de corax deveria ser muito diferente de um jogo focado num cardume de rokeas. Um desvio ocasional é aceitável, mas mantenha os temas centrais de cada raça em seu jogo.


Ajaba
    Todo ajaba podem ir em um certo número de direções. Os Simbas de Dente Negro cortaram os Seletores de Cadáveres de sua terra natal. A história dos homens-hiena hoje é sobreviver dia a dia, esperando que a Tempestade sem fim não so alcance. Mas uma jovem ajaba chamada Kisasi está tentando forjar algum tipo de unidade entre as raças metamórficas da África debaixo do nariz da ocupação dos bastet. Enfim, uma crônica ajaba abrange uma gama  desde lidar com os crimes de guerra dos Simbas a tentar forjar elos com outras raças metamórficas.

Ananasi
   As mal-compreendidas crianças  da filha da Weaver, os objetivos dos hoemns-aranha são elevados. Eles buscam recuperar o equilíbrio da Tríade, libertar sua Rainha da Wyrm, desatar a teia da Weaver e devolver a Wyrm à sanidade. Como as cordas de uma teia de aranha, porém, seus caminhos para esses objetivos são sutis e complicados. Uma crônica ananasi pode refletir seus planos dentro de planos, focando em segredos escondidos e manipulações sutis.

Bastet
   Os bastet prezam conhecimento acima de tudo, cada um deles se esforçando para descobrir novos segredos. Naturalmente solitários (com exceção dos Simbas e Swaras), os homens-gato ocasionalmente se juntam em gatarias, às vezes simplesmente porque estão curiosos sobre  a mesma coisa. Uma crônica exclusiva de bastet poderia focar em dirigir a curiosidade e a necessidade de sabere, junto com as consequências de proteger aqueles segredos - até onde iriam os bastet para impedir outros de descobrir o que eles sabem?

Corax
   Naturalmente inclinados a vôos solos, os corax podem trabalhar juntos por um tempo quando a causa é correta. Seja sozinhos ou em grupo, os homens-corvo são excelentes em juntar informações e espalhar a palavra. Diferente dos bastet, os homens-corvo não tem gosto pela violência, e suas histórias muitas vezes são mais próximas das clássicas tropas de espionagem e observação, furtividade, e sair de situações perigosas na conversa. eventualmente, é provável que o grupo perceba que nem todos podem falar de uma só vez e debande - mas até esse ponto, um bando de corax iria ao inferno e voltaria por um segredo.

Gurahl
   Embora os gurahl continuem raros, pequenos grupos de homens-urso se formam para patrulhar territórios grandes demais para qualquer gurahl percorrer sozinho. Histórias dos gurahl podem focar em suas lendárias habilidades de curandeiros e guardiões, mas abaixo da superfície tranquila bate um forte coração que fara qualquer coisa para proteger seus deveres. Um inimigo poderoso o suficiente poderia levar o gurahl a descartar suas restrições, mudando sua hirtória de cura para uma violência esmagadora.

Kitsune
    Os kitsunes raramente se aventuram fora das Cortes Bestiais, o que os torna muito apropriados para jogos de raças mistas com outros hengeyokai. As raposas têm seus próprios objetivos, entretanto, e segredos que eles escondem das outras raças metamórficas. ás vezes eles se juntam em sentais exclusivamente kitsunes, para derrubar e elevar líderes, mudando o destino de nações inteiras. Eles caminham suavemente pelos mundos humano e espiritual, guiando o mundo ao capricho de Bai Mianxi.

Mokolé
   Ninhadas de moikolés se formam por seus augúrios solares, bem parecidas com as matilhas dos garous formadas por seus augúrios. Embora os forasteiros mitas vezes vejam somente o grande terror da forma Archid do povo lagarto, os próprios mokolés concentram-se em valorizar a memória. Seja por descobrir a solução para um novo problema enterrada profunamente na Mnesis ou aprendendo novas lendas que revelam conhecimentos antes considerados perdidos, jogos com a Memória de Gaia são frequentemente sobre o plano maior, se comparados às vidas (e memórias) curtas das outras raças metamórficas.

Nagah
    Considerados mortos pelas outras raças metamórficas, os nagahs são candidatos primários para jogos de uma única raça. Sua posição como lendas perdidas permite-os ocuparem-se de seus deveres primários: executar aqueles que traem Gaia. Os jogos dos homens-serpente frequementemente focam em julgar crimes contra Gaia e planejar um assassinato perfeito, uma tarefa desafiadora para executores imperfeitos - e corruptíveis.

Nuwisha
    É raro para os homens-coiote formarem grupos duradouros, já que cada um segue o Coiote do seu próprio modo. O próprio Coiote foi um solitário, aparecendo no decorrer da história sob o disfarce de centenas de deuses trapaceiros. Iso posto, quando os homens-coiote se juntam, o resultado é impressionante. Jogos de nuwishas tendem para uma atmosfera de filmes de assalto - ação alucinante com toques mortais, com uma veia de humor negro.

Ratkin
    Os ratkins geralmente não se dão bem com as outras raças metamórficas, já que são um grupo de paranóicos sobreviventes apocalípticos. Deixados em seus próprios assuntos, os ratkins trabalham bem juntos, apesar da falta de laços fortes de uma matilha garou ou um ninho nagah. Cada ninhada ratkin (assim como cada jogo focado em ratkins) é diferente. Um é um grupo de perigosos infiltradores que espalham doenças entre as populações humanas, enquanto outro é um exercício mal-direcionado de loucura - especialmente se ele abriga um dos Aspectos Assustadores.

Rokea
    Cardumes de rokeas que passam muito tempo em terra arriscam-se a ser rotulados entre seus iguais e caçados por sua própria espécie. Muito poucos homens-tubarão vem para o Não-Mar em busca de outras raças metamórficas, mas esses logo percebem seu erro e retornam ao Mar. Para um cardume trabalhar com outros metamorfos seria preciso uma ameaça a todosos homens-tubarão - e ao próprio Mar.
     Mesmo dentro de um cardume, muita união pode acirrar os ânimos. Visto que os rokeas são naturais máquinas de matar, é só uma questão de tempo até desencadear a violência dentro de um grupo. Jogos de homens-tubarão também são frequentes em escaladas de violência contra inimigos poderosos - ou memso virando os membros de um cardume uns contra os outros.


Última edição por Alexyus em Dom Maio 14, 2017 12:42 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Lua em Dom Maio 14, 2017 11:31 am

Alexyus, vou sugerir outra coisa. Por que não fazemos um resumo do que é importante para a criação de personagens e para narração de jogos com as feras e disponibilizamos na forma de tópicos, como está sendo feito com os Bastet?
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Dom Maio 14, 2017 12:46 pm

Como eu disse, acho que o livro todo é importante não só para a criação dos personagens mas também para a ambientação deles no cenário.

Acredito que podemos traduzir tudo e deixar aqui no forum em vez de fechar um pdf, assim teríamos tópicos iguais aos que os garous e bastets já tem.

Acabei de traduzir a Introdução, se quiserem começar a revisar, fiquem à vontade. Agora sim vou partir para o capítulo 3, que fala justamente de como construir um personagem metamorfo. Vou continuar postando aqui pra vocês revisarem antes de fixarmos como tópicos de referência na parte de Sistema.
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por miltonviziak em Dom Maio 14, 2017 8:00 pm

Alexyus ja que vc vai pegar o capitulo 3, eu vou começar o capitulo 1 então, e vou postando aqui
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Dom Maio 14, 2017 8:05 pm

Beleza, Milton, se precisar de ajuda, chama aí!
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por miltonviziak em Dom Maio 14, 2017 8:07 pm

Valeu
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por miltonviziak em Qui Maio 18, 2017 12:23 pm

Eu fiz a primeira pagina teve alguns nomes que não consegui traduzir, tipo o nome das raças, ve ai como ficou alexyus
Pagina 23:
Capitulo 1
O restante das raças metamórficas tem um legado tão longo e variado quanto o dos garous.Embora essas histórias são na maioria desconhecidas pelos que não conhecem, cada raça metamórfica é preciosa na sua historia, horando o passado enquanto se esforça para cumprir suas tarefas no mundo moderno.

Historia
Quando Gaia criou a primeira vida, ela projetou as raças metamorficas para manter o mundo em ordem.Muito tempo antes dos humanos andarem sobre a terra, ela fez sua criança mais velha: os Rokea, para servir o legado dela sobrevivendo a qualquer custo, e os Mokolé, para ser a memória dela de tudo o que acontecer.
Raianha Ananasa, vendo o trabalho de Gaia, logo ela criou seus próprios descendentes – A Ananasi – para monitorar a balança entre a Triade incorrupta.E, assim as formas mamiferas começaram a lutar por um apoio entre seus primos amfibios e insetos, Gaia foi inspirada a criar seus filhos a partir destas espécies de sangue quente.As raças metamorficas nasceram.
Gaia deu a cada recém-chegado seus prórprios deveres sagrados.E, quando os primeiros grupos de tribos paleoliticos começaram a expandir ao redor do mundo, Gaia abençoou seus filhos com a habilidade para andar entre os humanos assim como deles mesmos, mas carregados com tarefas adicionais – previnindo estas novas especies de desbalancear a vasta teia da criação.
Cada filho de Gaia teve sua própria tarefa vital.Os Apis ajudaram a humanidade e os metamorfos como criarem seus filhos com saudade e sabedoria.Os Gurahl protegiam os locais sagrados e, com a ajuda de Grondr, curaram qualquer dano causado a terra.Os Corax e os Camazotz matinham vigilancia sobre os outros metamorfos, e ajudaram eles a enviar e receber mensagens da prórpia Gaia.As varias raças de Bastet trabalharam juntas para ajudar a cordenar as ações dos outros metamorfos.Os Ratkin – a ultima e mais poderosa defesa contra o potencial poder destrutivo da humanidade – vivendo entre os humanos, viagiando problemas que poderiam passar despercebidos pelos outros metamorfos.
Os Nuwisha e os Nagah pareciam em primeiro relance não ter nenhuma função óbvia, mas ambos ocuparam tarefas essencias.Os Nuwisha foram os trapacerios mais fortes, que ajudavam a manter o mundo em harmonia apenas dando o chute no momento certo.
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Qui Maio 18, 2017 7:20 pm

Tem uns errinhos que são de digitação mas o trabalho está muito bom, Milton!

Os nomes não tem tradução mesmo, ficam como estão.
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Crios em Qua Maio 31, 2017 3:16 am

Acho que seria interessante e conveniente, criar um topico, apenas para postar as traduções, para assim, ficar mais facil de achar as coisas. E usamos este espaço apenas para falar sobre as traduções e etc. Como uma cronica, e sua devida sessão em OFF.

Estou bem ocupado nos ultimos dias então não vou me comrpometer, mas quero começar a traduzir as coisas tambem. Provavelmente vou começar pelos Ananasi
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Re: Projetos de tradução

Mensagem por Alexyus em Qua Maio 31, 2017 7:16 am

Excelente sugestão, Crios! Fica bem melhor mesmo!

Estou no capítulo 3, mas traduzir algumas coisas depende de cruzar dados com outros livros para achar os termos usados, então a coisa está mais devagar do que eu pensei, mas logo, logo, ponho uma parcial do capítulo 3, já no tópico exclusivo.
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