Renascer no Inverno

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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Kurosatsunomori em Dom Maio 21, 2017 12:01 am

Khamaseen ficou surpreso quando ouviu as boas vindas em Garou, jurava que Boris era humano ou qualquer outro tipo de metamorfo. Embora toda sua curiosidade sobre a  história daquele homem ainda permanecesse martelando em sua cabeça, a quebra de expectativa fez com que Kham não conseguisse conter sua empolgação que foi expressada em uma risada espontânea.
Em Russo:
-- Ha ha haha ha... -- Aos poucos a risada se voltava para um tom amigável -- Ei, obrigado haha!

Em seguida começou a servir-lhe um bom prato do guisado, sem dizer nada mais.
Cumprimenta Luke ao vê-lo  satisfeito depois dos momentos estressantes que passaram juntos. Ao ver Boris preparando o prato, sente desconfortável por se imaginar sendo servido em um prato de tamanho humano estando na forma de crinos.

-- Er... obrigado, coloque no chão por favor.
*Kham retorna à sua forma natural* e espera ansiosamente pela comida.

Após terminar de comer Kham se aproximou da lareira, deitou no chão que estava em uma temperatura quentinha e agradável, rolou algumas vezes e esfregou suas costas no piso até sentir seus músculos relaxarem, alguns segundos depois de aproveitar aquele momento dirigiu-se à Boris em Garou.

-- Conhece o Oleg, o Brado-dos-Justos? Ele e um outro bocó que eu esqueci o nome mas falava cuspindo, que deveriam nos orientar para o nosso rito de passagem nos abandonaram aqui. Eu também gostaria de saber um pouco mais sobre aqueles espíritos, do caso do almasty.
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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Lua em Ter Maio 23, 2017 9:31 am

-- Er... obrigado, coloque no chão por favor.
*Kham retorna à sua forma natural* e espera ansiosamente pela comida.


Boris fez que sim com a cabeça. Com movimentos lentos foi partindo os pedaços de carne e mexendo-os com um garfo para que esfriassem. Khan também notou que ele teve o cuidado de servir-lhe apenas carne, deixando de lado as batatas.

Uma vez que o prato estava no chão e à boa temperatura, Khamaseen pode fartar-se de comer. Apesar dos temperos humanos, estava delicioso. Era bom ter a barriga cheia e quentinha de novo.


Após terminar de comer Kham se aproximou da lareira, deitou no chão que estava em uma temperatura quentinha e agradável, rolou algumas vezes e esfregou suas costas no piso até sentir seus músculos relaxarem


Boris observou-o com um sorriso satisfeito. Enquanto Khamaseen relaxava, ele cortou duas grossas fatias de um pão feito em casa e cobriu-as com generosas porções de mel. Entregou uma para Luke e começou a comer a outra com uma expressão de deleite.


alguns segundos depois de aproveitar aquele momento dirigiu-se à Boris em Garou.

-- Conhece o Oleg, o Brado-dos-Justos? Ele e um outro bocó que eu esqueci o nome mas falava cuspindo, que deveriam nos orientar para o nosso rito de passagem nos abandonaram aqui. Eu também gostaria de saber um pouco mais sobre aqueles espíritos, do caso do almasty.


O russo pareceu confuso, semi-cerrando os olhos para tentar entender melhor. Moveu negativamente a cabeça ao ouvir o nome Oleg mas foi quando Khamaseen mencionou o rito de passagem que ele se exaltou.

— Oh, não! — disse em russo, quase derrubando a fatia de pão — Por que não me disseram logo que estão em um ritual de passagem?! Não quero interferir nos costumes garous! Espero não ter estragado tudo ajudando-os! Mas... se me perdoa a indiscrição, era essa a sua missão? Matar um almasty?! — o semblante de Boris mostrava indignação e um doloroso pesar.
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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Luke Duran em Qua Maio 24, 2017 11:37 am

- Sim, mataram - disse ele, movendo a cabeça em sinal positivo e olhando para o quadro do almasty. Hesitou muito mais diante da pergunta de quem realmente ele era e respondeu a ela e à seguinte, sobre porque os estava ajudando, somente com a palavra garou para "amigo".

Luke estranhou a forma de se comunicar de Bóris, e percebendo a dificuldade que demonstrou para falar, embora sendo uma resposta curta para tudo que esperava ouvir, se deu por satisfeito pela desconfortável situação.

Ao notar Kham batendo a porta, ficou mentalmente  aliviado, não estava mais encarregado de tentar uma conversa com alguém de outro idioma.

Cumprimenta Luke ao vê-lo  satisfeito depois dos momentos estressantes que passaram juntos.
*Acena com a cabeça em sinal de aprovação* como era de seu costume cumprimentar, quando não haviam apertos de mão.

Presenciou seu companheiro rolando no chão,e *esboçou um sorriso* por lembrar que mesmo sob toda essa situação estressante, ainda eram, quem eram.

Enquanto Khamaseen relaxava, ele cortou duas grossas fatias de um pão feito em casa e cobriu-as com generosas porções de mel. Entregou uma para Luke e começou a comer a outra com uma expressão de deleite.
Sua boca encheu-se de água, e foi pronto a aceitar a fatia de pão, após pega-lo, *ergueu o pedaço de pão por um segundo, um pouco acima de seu rosto em direção a Bóris * antes de dar a primeira mordida, como quem dizia estar demonstrando gratidão pela boa serventia, embora não entendesse, e sentisse certa estranheza em tão boa hospitalidade.

Observa a conversa dos dois, focando especialmente em expressões corporais, já que não entendia o idioma. Acabou percebendo certa repulsa por Bóris, ao que o nome de Oleg foi citado, e quando teve a oportunidade disse a Kham: -- Pergunte o que aconteceu entre ele e Oleg.
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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Kurosatsunomori em Dom Maio 28, 2017 10:49 pm

Boris escreveu:— Oh, não! — disse em russo, quase derrubando a fatia de pão — Por que não me disseram logo que estão em um ritual de passagem?! Não quero interferir nos costumes garous! Espero não ter estragado tudo ajudando-os! Mas... se me perdoa a indiscrição, era essa a sua missão? Matar um almasty?! — o semblante de Boris mostrava indignação e um doloroso pesar.

Percebendo a exaltação de Boris, Khamaseen sentiu uma necessidade imediata em responder:

--Qual missão? Ser jogado em um deserto gelado à própria sorte depois de ser tratado como lixo? Eu realmente me pergunto se deveria procurá-los para que me deem alguma satisfação, ou se caio fora e sigo meu próprio caminho, alguns de nós se perderam e isso realmente me revolta.
*Kham traduz tudo o que foi e o que está sendo falado para Luke, e lembra que Boris pode entender Garou*

-- E você? Qaul é a sua historia?
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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Lua em Seg Maio 29, 2017 1:16 pm

--Qual missão? Ser jogado em um deserto gelado à própria sorte depois de ser tratado como lixo? Eu realmente me pergunto se deveria procurá-los para que me deem alguma satisfação, ou se caio fora e sigo meu próprio caminho, alguns de nós se perderam e isso realmente me revolta.


— Hummm.... — fez Boris — Então vocês não mataram o almasty para os garous? Apenas se defenderam dele, não foi? — prosseguiu — Eu não sei muito sobre os rituais dos garous mas ouvi que, às vezes, eles podem ser muito brutais. Sinto muito por seus companheiros.

Como a reforçar as palavras de Boris, uma sequência de uivos lupinos soou ao longe. Uma alcatéia dando as posições de seus membros, entendeu Khamaseen. A tempestade de neve começava a golpear as janelas.


-- E você? Qaul é a sua historia?


— Minha história... — disse Boris pensativamente, como a decidir algo — Bem, minha história pessoal é  muito longa. Eu vi e vivi muitas coisas e, desde aquela primavera em que meu corpo deixou a forma de urso para adquirir esta, humana, tenho lutado contra a Wyrm. Quando era jovem, há muito, muito tempo atrás, me apaixonei por uma filha do Lobo, uma garou como vocês. Com ela aprendi o pouco que sei do idioma garou e alguns costumes de sua gente. Foi um amor proibido, porém, porque nossos povos estavam em guerra naquela época. Tivemos que nos separar. Nunca mais soube dela. Quanto a mim, meu povo me deu as costas, considerando-me um traidor. Ao longo do tempo fui perdendo também minha família. Há alguns anos comecei a estudar os almasty. Vim rastreando suas minúsculas populações desde minha Rússia natal até aqui e decidi instalar-me nesta cabana para estudar os exemplares da região. Se não fosse por isso e pela luta contra a Wyrm, eu já teria partido para a grande jornada à Umbra Profunda, a fim de encontrar meus espíritos ancestrais.

Boris esperou que Khamaseen traduzisse para Luke, então olhou-os compassivamente e falou:

— Agora é a vez de vocês. Contem-me direito o que estão fazendo aqui e o que aconteceu com seu ritual de passagem. Não quero interferir no ritual mas se alguma coisa deu errado e vocês estão em perigo, talvez eu possa ajudá-los.

Boris deixou seu enorme corpo cair sobre uma poltrona em frente à lareira. Depois esticou o braço, avivou o fogo com um atiçador de ferro e, voltando a reclinar-se, falou:

— Sabem, o dia será longo e aborrecido e eu adoro histórias. Se além de me contarem o que está acontecendo com vocês, ainda me entreterem com ao menos uma boa história garou — que possam contar, é claro — em troca eu lhes darei uma antiga história dessa parte do mundo. Assim nos divertimos até passar a nevasca. Que lhes parece?

Cruzou os braços atrás da cabeça e afundou na poltrona, expectante.
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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Crios em Qua Maio 31, 2017 2:59 am

Com certeza, aquela não era uma empresa mineradora normal. As coisas se estavam complicando bastante. Apesar disso, um longo bocejo escapou do focinho de Katerine, lembrando-lhe o quanto estava cansada. Que faria ela então?

A duvida e confusão pairava sobre a theurge. Era um fenômeno diferente, mas não totalmente estranho para uma theurge. Visões aconteciam as vezes, e traziam sinais. E eles deveriam ser interpretrado e entendi......

* Outro bocejo longo Bocejo *

A loba casquilha a cabeça. Sabia que os filhotes ainda estavam longe mais próximos, mas não sabia nem como procurá-los. Talvez o melhor lugar para se abrigar agora, seria a umbra. Talvez lá, ela encontraria as resposta para sua visão, bem como, alguma pegada ou rastro sobre os filhotes. Os espíritos poderiam lhe ajudar. Essa imensidão tão solitária, tão fria e vazia. Sentia falta de sua mãe, e de sua protetora, Sylvanndis.

Dando alguns passos à frente, onde supostamente estava o galpão, ela começa a cheirar o local. Tentar descobrir se havia algo de relevante a onde a visão acabara de aparecer.

Em sua mente a dúvida é forte e pesada. Continuar ou não atrás dos filhotes. Pois, o corpo, queria descansar, mas estava determinada a continuar sua missão. Esse conflito mental dura alguns segundos enquanto Katerine fita o horizontem soltando bocejos e piscando os olhos. Ela é um Garou, uma orgulhosa raça escolhida por gaia, para resistir a tantas coisas. E os filhotes, poderiam estar passando perigo real. Se Katerine parasse para descansar, seriam horas que poderia fazer toda diferença para a sobrevivência dos filhotes.


Estava decidido.



Dando mais uma chacoalhada no corpo inteiro, Katerine se preparava para adentrar a umbra. Ela iria continuar a busca. Mesmo que isso a deixasse exausta, o importante, era a missão. O importante era ajudar estes filhotes, e seria egoísmo na visão de Kat, se dar ao luxo de descansar. Oque é um descanso, comparado com a importância da vida dos escolhidos por gaia. Umbra, próxima parada. E katerine estava decidida a parar apenas se desmaiasse de sono. 
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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Luke Duran em Qua Maio 31, 2017 3:03 am

Como a reforçar as palavras de Boris, uma sequência de uivos lupinos soou ao longe. Uma alcatéia dando as posições de seus membros, entendeu Khamaseen. A tempestade de neve começava a golpear as janelas.

Enquanto Bóris discursava e em meio a falas parecia dizer algo em tom de perguntas, como se esperasse uma resposta, repentinos uivos chamaram atenção de Luke que o fez se sentir desconfortável e desconfiado, mas não sabia o que significava, apenas se manteve em alerta. *Foi então até a janela para observar* mas tudo que conseguiu ver foi que a tempestade havia começado.

Boris esperou que Khamaseen traduzisse para Luke
*Ouviu atentamente se movendo para mais perto à uma distância confortável para ambos*
"História comovente... me parece ser um bom homem, e o fato de ser um werebear, me intriga. Devem ser guerreiros tão fortes quanto nós, de qualquer forma, estou ansioso para ver se realmente é."
-- Agradeço a tradução Kham! *Um amistoso toque em seu ombro esquerdo demonstrava o que dizia*
-- Por hora confio nele, afinal, ele não tem nos dado motivo para o contrário.
Ao sair de perto de Kham, passa por lado oposto ao que Boris se encontra, sussurando rapidamente e em voz baixa ao passar por ponto cego de Boris:
-- E um Homem-Urso como aliado pode ser interessante...

então olhou-os compassivamente e falou:
— Agora é a vez de vocês. Contem-me direito o que estão fazendo aqui e o que aconteceu com seu ritual de passagem. Não quero interferir no ritual mas se alguma coisa deu errado e vocês estão em perigo, talvez eu possa ajudá-los.
Enquanto Bóris falava, Luke encontrou um lugar confortável e aconchegante perto ao fogo, para se acomodar e confiou a Kham a comunicação com Boris, por quanto não entendia nada do que estava sendo falado.
Isso de certa forma, o incomodava, ouvia, ouvia, mas nada entendia, era como um zumbido em seus ouvidos. Mas, conforme ia sentindo o calor do fogo, ia se sentindo mais relaxado o que o desligava um pouco do mundo físico e fazia viajar em seus pensamentos, pensando sobre tudo o que estava acontecendo ali e sua vontade em regressar à sua seita como Cliath era cada vez mais forte.
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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Kurosatsunomori em Qua Maio 31, 2017 5:59 am

Como a reforçar as palavras de Boris, uma sequência de uivos lupinos soou ao longe. Uma alcateia dando as posições de seus membros, entendeu Khamaseen. A tempestade de neve começava a golpear as janelas.

-- Talvez algum dos filhotes perdidos, ou a minha chance de recomeçar... -- Kham levanta as orelhas e anda em direção a janela. -- Pode abrir a janela por um momento? Eu quero dar um sinal.
Kham espera pacientemente com as patas sobre o apoio da janela enquanto se prepara para fazer um uivo que indica posição.

-- Agradeço a tradução Kham! *Um amistoso toque em seu ombro esquerdo demonstrava o que dizia*
-- Por hora confio nele, afinal, ele não tem nos dado motivo para o contrário.
Ao sair de perto de Kham, passa por lado oposto ao que Boris se encontra, sussurando rapidamente e em voz baixa ao passar por ponto cego de Boris:
-- E um Homem-Urso como aliado pode ser interessante...

"Hehe, que interesseiro safado, mas eu com concordo com ele, me surpreende achar um desses. Considerando a grande importância dele pra Gaia o mínimo que eu poderia fazer é ajudá-lo."

— Sabem, o dia será longo e aborrecido e eu adoro histórias. Se além de me contarem o que está acontecendo com vocês, ainda me entreterem com ao menos uma boa história garou — que possam contar, é claro — em troca eu lhes darei uma antiga história dessa parte do mundo. Assim nos divertimos até passar a nevasca. Que lhes parece?

Cruzou os braços atrás da cabeça e afundou na poltrona, expectante.

-- Eu também adoro histórias, desde que descobri minha metade humana passei a estudar muito sobre eles, Os Fianna me contaram muitas histórias, lendas, fábulas e até mesmo piadas, mas é tão difícil encontrar uma história adequada para esse momento. Como a noite pode ser um pouco longa eu vou começar pela minha história.
*Kham conta seu prólogo*
-- E foi assim que eu conheci esse cara. -- Olha pra Luke -- Eu não sei por que diabos a gente acabou se dando bem, devemos ter algo em comum, deve ser o espírito selvagem. Depois que tive que me adaptar aos costumes humanos minha cabeça deu uma enorme reviravolta, a ideia de família que eles têm é algo completamente diferente do que eu vivia, normalmente somos filhos dos nossos irmãos, avós, primos ou qualquer outro tipo de combinação possível. Mas quando eu contei um pouco de mim na seita me disseram que meu pai é provavelmente um Peregrino Silencioso.
*Kham começa a contar como seria feito o ritual de passagem e como foram abandonados*
-- Eu acho esse negocio de ritual de passagem uma grande bobagem, mas é impossível falar isso em uma seita sem que todo mundo comece a olhar estranho. Todas as nossas aptidões são diferentes, aquele que define qual é a missão que deveria ser o culpado pelo sucesso ou a falha da mesma. Sobreviver aqui nesse deserto gelado não é grande problema pra mim, eu cresci assim, mas e quanto aos outros? O Lucian deve ter crescido jogando aqueles video games, um outro mesmo tendo o poder de se transformar em um grandioso crinos estima uma arma de fogo de uma mão como se fosse seu grande triunfo, e tinha um cara que eu acho que nasceu no corpo errado, todos os movimentos dele lembravam o de um gato ou de um pássaro, nós lobos quando balançamos o rabo casualmente é porque queremos chamar a atenção do sexo oposto, mas aquele cara eu não sei bem o que ele queria... eu tinha certeza de que algo ia dar muito errado. O desespero de ter que tomar decisões rápidas para a nossa sobrevivência tomou conta de todos nós por um momento e um desentendimento fez com que tomássemos caminhos diferentes... -- *Kham começa a contar à partir de o momento que chegaram no bosque até agora* -- . Embora a humanidade esteja ligada a alguns comportamentos estúpidos e que as vezes me causam raiva eu não posso negar que me sinto estranhamente ligado à eles, mesmo esses momentos tem uma certa graça haha, teve um Garou meio doido que eu conheci na Seita Fonte Fria, ele queria que eu provasse álcool e em troca ele fumaria um cigarro depois de passar a ponta no meu anestésico HAHAHA, foi engraçado quando a boca dele começou a ficar torta e ele falar enrolado, mas a diversão acabou quando ele começou a ter falta de ar e desmaiou, por que damos risada disso? Ele sabia o que poderia acontecer e fez mesmo assim HAHAHAHA e aquela bebida alcoólica era horrível, a única utilidade dela é fazer com que as pessoas façam mais coisas estúpidas, e por que tomamos isso? Vai saber... hahaha! Acho que já falei demais, é a sua vez.
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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Lua em Qui Jun 22, 2017 10:44 am

Khamaseen e Luke:

Lua escreveu:Como a reforçar as palavras de Boris, uma sequência de uivos lupinos soou ao longe. Uma alcateia dando as posições de seus membros, entendeu Khamaseen. A tempestade de neve começava a golpear as janelas.


Luke escreveu:[…] repentinos uivos chamaram atenção de Luke que o fez se sentir desconfortável e desconfiado, mas não sabia o que significava, apenas se manteve em alerta. *Foi então até a janela para observar* mas tudo que conseguiu ver foi que a tempestade havia começado.


Kuro escreveu:-- Talvez algum dos filhotes perdidos, ou a minha chance de recomeçar... -- Kham levanta as orelhas e anda em direção a janela. -- Pode abrir a janela por um momento? Eu quero dar um sinal.
Kham espera pacientemente com as patas sobre o apoio da janela enquanto se prepara para fazer um uivo que indica posição.


Boris assentiu e abriu a janela. O vento era forte e lançou uma boa porção de neve dentro da cabana. Kham uivou, indicando sua posição.

Boris contou sua história.


Lua escreveu:Boris esperou que Khamaseen traduzisse para Luke


Luke escreveu:-- Agradeço a tradução Kham! *Um amistoso toque em seu ombro esquerdo demonstrava o que dizia*
-- Por hora confio nele, afinal, ele não tem nos dado motivo para o contrário.
Ao sair de perto de Kham, passa por lado oposto ao que Boris se encontra, sussurando rapidamente e em voz baixa ao passar por ponto cego de Boris:
-- E um Homem-Urso como aliado pode ser interessante…


Kuro escreveu:"Hehe, que interesseiro safado, mas eu com concordo com ele, me surpreende achar um desses. Considerando a grande importância dele pra Gaia o mínimo que eu poderia fazer é ajudá-lo."


Boris pediu que eles contassem uma história.


Luke escreveu:Enquanto Bóris falava, Luke encontrou um lugar confortável e aconchegante perto ao fogo, para se acomodar e confiou a Kham a comunicação com Boris, por quanto não entendia nada do que estava sendo falado.
Isso de certa forma, o incomodava, ouvia, ouvia, mas nada entendia, era como um zumbido em seus ouvidos. Mas, conforme ia sentindo o calor do fogo, ia se sentindo mais relaxado o que o desligava um pouco do mundo físico e fazia viajar em seus pensamentos, pensando sobre tudo o que estava acontecendo ali e sua vontade em regressar à sua seita como Cliath era cada vez mais forte.


Enquanto Khamaseen falava em russo com Boris, Luke pensou em uma porção de coisas até que sua mente se voltou para a seita. Lembrou-se do aprazível caern em meio às montanhas paulistas e de seus integrantes. Imaginou se aquele ritual fracassado serviria para ascendê-los a cliaths.  Podia ser que a seita considerasse que a simples sobrevivência a ele já os validava como garous mas isso não era garantido. Tudo dependeria dos líderes.

Ao pensar no ancião Julián, uma luz subitamente brilhou na cabeça de Luke. Lembrou-se de como Julián cultivava a amizade com as feras locais e acreditava na união dos metamorfos do mundo como única esperança contra o Apocalipse iminente. E se eles aparecessem com um gurahl? Luke compreendeu que aquele urso bonachão poderia ser mais valioso do que um simples aliado. Se pudessem convencer Boris a travar contato com os garous de Fonte Fria, isso lhes valeria seu peso em renome. Era quase como ter achado um fetiche para a seita. Pensou em como a cara cheia de cicatrizes de Julián se abriria em um sorriso ao ver que não só haviam sobrevivido, como encontrado um dos mais raros metamorfos de Gaia — e na forma de um homem amistoso! Não haveria mais em que pensar, seriam cliaths na certa!

Boris, enquanto isso, ouvia as histórias de Kham. Pôs toda sua atenção quando ele contou sua origem e enrugou o cenho inconformado quando Khamaseen contou sobre o ritual de passagem.

— Isso não está bem. — disse com uma voz profunda e ofereceu-se para tirá-los dali se quisessem. Poderia levá-los até o vilarejo mais próximo, de onde poderiam tentar comunicar-se com a seita ou iniciar a viagem de regresso por sua própria conta.

Depois ouviu a história divertida de Kham. Boris riu gostosamente com a história de como Dimitri desmaiara com o cigarro anestésico de Kham. E de como este tinha detestado a bebida alcoólica. Boris concordava com Kham quanto ao comportamento humano. Ele era ursino e também questionava muitas coisas da humanidade, embora gostasse incondicionalmente de outras, como os doces, por exemplo.

Em retribuição à história de Kham, Boris contou a que tinha prometido.

— Há muito, muito tempo atrás, quando esta região era dominada apenas por tribos nômades e animais selvagens, entre seus protetores, os garous, havia uma sacerdotisa chamada Lágrimas de Gelo. Com o tempo, ela chegou a ser a mais poderosa e respeitada da região. Ela estava acostumada a combater, eliminar ou, ao menos, aprisionar os piores espíritos maus, inclusive aqueles que seus companheiros chamãs não eram capazes de conter. Mas um dia ela deparou-se com o mais terrível deles. Um espírito tão forte que ela não conseguia aprisionar de maneira nenhuma. Lágrimas de Gelo, então, implorou a Gaia com todas as suas forças e Esta mandou-lhe uma imensa pedra dos céus. A sacerdotisa aprisionou o espírito na rocha que caía dos céus e esta enterrou-se profundamente em uma montanha ao chocar-se com a terra. Dizem as lendas que estas montanhas não ficam muito longe daqui e que, um dia, o espírito se libertará para vingar-se dos descendentes de Lágrimas de Gelo.

Khamaseen estava envolvido com a história. Quando foi traduzir para Luke, um ruído interrompeu-o. Eram os uivos da alcatéia de novo. Como se tivessem esperado um tempo para decidir-se, só agora respondiam ao uivo de localização de Kham. E de forma espetacular. A voz principal não emitia um simples uivo mas a comunicação de boas-vindas garou, saída da potente garganta de um crinos.

Agora havia duas esperanças de voltar para casa.

Que fariam Khamaseen e Luke?

Katerine:

* Outro bocejo longo Bocejo *


Katerine sentia os efeitos da noite sem dormir *.


Dando alguns passos à frente, onde supostamente estava o galpão, ela começa a cheirar o local. Tentar descobrir se havia algo de relevante a onde a visão acabara de aparecer.


Mesmo exausta e debilitada, caminhou em direção aonde estiver o galpão mais próximo. Ao longe via os contornos das instalações da mina como se fossem uma miragem quase transparente.

Rolagem:
Katerine rolou 5 dados de 10 lados com dificuldade 6 para Manobra Especial e obteve: 6 10 2 4 7
Katerine obteve 3 sucessos!
Especialização: 1
Total de sucessos: 3

Ao mover-se em direção ao galpão, sua atenção foi chamada pelo ruído de passos pesados sobre a neve, como se dois ou três homens viessem caminhando em sua direção.

A essa altura, Katerine já havia decidido ir para a umbra.

Rolagem:
Katerine rolou 3 dados de 10 lados com dificuldade 5 para Manobra Especial e obteve: 10 1 8
Katerine obteve 1 sucesso!

Kat sentiu seu corpo lupino atravessar a película e surgir na Penumbra.

Não teve tempo de ambientar-se. Dois vultos translúcidos e verdes fosforescentes imediatamente lançaram-se sobre ela.


* vigor -1
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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Kurosatsunomori em Ter Jun 27, 2017 1:50 am

Boris escreveu:— Há muito, muito tempo atrás, quando esta região era dominada apenas por tribos nômades e animais selvagens, entre seus protetores, os garous, havia uma sacerdotisa chamada Lágrimas de Gelo. Com o tempo, ela chegou a ser a mais poderosa e respeitada da região. Ela estava acostumada a combater, eliminar ou, ao menos, aprisionar os piores espíritos maus, inclusive aqueles que seus companheiros chamãs não eram capazes de conter. Mas um dia ela deparou-se com o mais terrível deles. Um espírito tão forte que ela não conseguia aprisionar de maneira nenhuma. Lágrimas de Gelo, então, implorou a Gaia com todas as suas forças e Esta mandou-lhe uma imensa pedra dos céus. A sacerdotisa aprisionou o espírito na rocha que caía dos céus e esta enterrou-se profundamente em uma montanha ao chocar-se com a terra. Dizem as lendas que estas montanhas não ficam muito longe daqui e que, um dia, o espírito se libertará para vingar-se dos descendentes de Lágrimas de Gelo.

Envolvido com a história:
“Se Boris for um descendente de Lágrimas de gelo, pode estar correndo perigo! Caso não seja pode ser que existam mais! E será que será que existe alguma ligação entre essa história e os eventos estranhos que vem acontecendo aqui?”

Khamaseen estava envolvido com a história. Quando foi traduzir para Luke, um ruído interrompeu-o. Eram os uivos da alcatéia de novo. Como se tivessem esperado um tempo para decidir-se, só agora respondiam ao uivo de localização de Kham. E de forma espetacular. A voz principal não emitia um simples uivo mas a comunicação de boas-vindas garou, saída da potente garganta de um crinos.

--Eeeeeeita, Garous! Boris, se souberem que você é um homem-urso, e possivelmente a salvação de Gaia, irão te tratar como tal, e você terá a ajuda dos Garou podendo fazer uma diferença significativa em salvar Gaia. Entretanto, alguns podem acabar crescendo os olhos em você, e tentar te usar para terem o controle sobre nós. Se aceitar vir com a gente e correr esse risco, eu e Luke podemos cuidar para que você fale com um de nossos líderes, e manteríamos isso em segredo para não atrair a atenção de algum estúpido como aqueles que nos largaram aqui. É uma grande responsabilidade, então seja firme na sua decisão, tome o tempo que precisar.

*traduzindo a conversa e a oferta para que Luke possa participar do que vai ser decidido*

*em garou*
--E aí Luke, será que o tempo está bom para darmos uma olhada em quem anda uivando por aí?
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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Luke Duran em Seg Jul 03, 2017 6:25 pm

Se pudessem convencer Boris a travar contato com os garous de Fonte Fria, isso lhes valeria seu peso em renome. Era quase como ter achado um fetiche para a seita
Pensou em como a cara cheia de cicatrizes de Julián se abriria em um sorriso ao ver que não só haviam sobrevivido, como encontrado um dos mais raros metamorfos de Gaia — e na forma de um homem amistoso! Não haveria mais em que pensar, seriam cliaths na certa!

" É isso! Tenho certeza que Boris fará boa amizade à Julián, e além de fortalecermos nossa seita com mais um grande aliado, ainda receberemos renome por tal feito! Nada como superar um ritual de iniciação, fazendo mais do que o necessário. Além do mais, acho que estou começando a gostar da presença desse cara, sua hospitalidade me parece sincera."
Spoiler:

Boris escreveu:— Isso não está bem. — disse com uma voz profunda e ofereceu-se para tirá-los dali se quisessem. Poderia levá-los até o vilarejo mais próximo, de onde poderiam tentar comunicar-se com a seita ou iniciar a viagem de regresso por sua própria conta.
"Hmm, está aí uma oportunidade para fazermos acontecer. Precisamos agir se quisermos retornar a nossa seita." Luke *olha em direção a Boris e acena com a cabeça* em sinal de concordância.

Khamaseen estava envolvido com a história. Quando foi traduzir para Luke, um ruído interrompeu-o. Eram os uivos da alcatéia de novo.
Kuro escreveu:--E aí Luke, será que o tempo está bom para darmos uma olhada em quem anda uivando por aí?
Luke prontamente se poe de pé e diz:
-- É uma ótima ideia Kham, apesar de eu apreciar de toda hospitalidade de nosso amigo, ficar aqui parado já estava me entediando um pouco.
-- Mas, meu interesse é apenas em conhece-los, creio que aceitar a ajuda que Boris nos ofereceu é ainda melhor.
-- Vamos!!


*Parou diante da porta e olhou para Boris* Com a expressão de quem pergunta: Se importa de eu abrir a porta?!
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Luke Duran

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Re: Renascer no Inverno

Mensagem por Crios em Qui Jul 13, 2017 11:44 am



Frio. Cansada. Faminta...Katerine não estava bem. Estava testando os limites do seu corpo e de suas barreiras. Seu corpo já mostrava claros sinais de que não havia dormido. Seu corpo estava tão pesado quanto seus olhos. Ela optou por não dormir, de propósito. Os Filhotes poderiam estar desesperadamente precisando de ajuda, e caso ela descansasse, poderia ser tarde demais...

Katerine sonhando acordada pensando no que ela queria estar fazendo:



Mas isso que significa ser um garou não é mesmo? Resistir as mais dolorosas adversidades pela luta contra Wyrm. Ela iria achar esses filhotes, nem que seja a última coisa que faça, nem que para isso, ficasse dias sem dormir ou comer. Ela sentia-se receosa quanto a isso, pois no fundo, não queria isso, mas sabia que tinha que fazer. Acompanhado com sua determinação em fazer isso, vinham o medo de falhar. Era uma missão quase impossível. Localizar filhotes perdidos no meio do mais profundo nada. Como achar agulha do palheiro. Mas ainda assim, era uma missão. O que ela diria se desistisse? Como os Regan a veriam? Ou os Rosenstock?

Ainda em forma lupina, na terra, ela pensava em notava a visão de possíveis construções transparentes. Isso apenas deu mais certeza de que deveria ir a umbra. O mundo espiritual sempre traz resposta, mesmo que não possamos interpretar.  E então, ela começa a atravessar a umbra. Seus pelos atravessavam a película, e ela sempre gostou da sensação na pele. Até que por fim, chegava a seu destino...mas...




Dois espíritos se precipitavam para cima dela. Nesse momento Katerine começava a se arrepender de ter entrado na umbra. Seu corpo estava pesado, e sua mente também. Demorou um pouco até se tocar do que estava acontecendo. Péssima hora para engajar em combate. Transformar? Pode demorar. Fugir...? Não seria má ideia, mas estar fraco não significa sucumbir a covardia.  Então a última opção era...FICAR E LUTAR .

A adrenalina começava a subir no coraçãozinho lupino de Katerine. Seu coração salta forte e os ares começavam a mudar totalmente. Ela rosnava com uma feição agressiva  e seus pelos oricavam (Ver spoiler abaixo). Seu instinto de matar ou morrer começava a gritar, se não fizesse algo agora, iria ser tarde mais para ela, e não para os filhotes. Soltava um alto latido de aviso e estava começando a se sentir mais determinada. Era algo natural e instintivo, Adrenalina fala mais alto que o medo. Ela abaixa um pouco sua patas da frente, como se estivesse se preparando para pular em um dos espíritos. Fechava os olhos, enquanto eles se aproximavam e então, começava a se concentrar para usar o dom Mortalha. Não provoque os guerreiros de Gaia. Podem estar fracos, mas ainda são guerreiros!
Spoiler:

SIM. AGORA SIM TINHA UM PLANO! Foi durante este intervalo de segundos que pensou em uma tatica. Ela sabia que seria capaz de produzir uma mortalha grande, ainda mais na penumbra. Poderia estar em desvantagem numérica, mas isso poderia ser contornado se ela tivesse a vantagem de terreno. Aproveitaria a situação para tentar se transformar e atacar de surpresa do meio das sombras. Sua fúria começava a queimar e o instinto de autopreservação era a lenha necessária. Agora, ela começava a deixar de lado toda aquela simpatia e meiguice de lado.

Independente do tamanho da mortalha, se deu certo ou não, Katerine iria usar sua fúria para entrar em forma crinos, e continuar o combate na marra. Seu plano era simples. Aproveitar ao máximo, a mortalha.

A confiança começava a retornar para Katerine, talvez pela primeira vez essa noite. Iria destruir aquelas assombrações, e cantar louros sobre eles.  E a unica coisa que tinha em sua mente era:

“EU SOU UMA REGAN, E UMA ROSENSTOCK. SÓ VOU DESISTIR QUANDO MEU CORAÇÃO PARAR DE BATER!”

OFF:
Para acelerar um pouco as coisas. Quero usar o dom mortalha, e quando a mortalha for feita, usar a fúria que eu tenho disponível para me transformar em crinos. Para dai então atacar o primeiro que eu ver dentro da mortalha. Ou seja, eu to tentando resumir aqui a tática dos meus 3 próximos turnos. Para acelerar os próximos posts, se der. não sei se é possivel
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